Aviso aos navegantes…

Então…

Vamos lá.

Galera, eu reconheço que vez ou outra eu ando atrasando alguns posts do blog. Antes eu postava umas duas ou três vezes por semana, depois comecei a postar duas vezes, depois uma vez por um semana (freqüência que venha tentando manter). Mas, é verdade, eu NUNCA tinha demorado UM MÊS pra poder postar algo no blog. Dessa vez reconheço que eu peguei pesado.

Venho aqui pedir desculpas por toda essa demora, mas é que minha vida virou de cabeça pra baixo esse último mês. Primeiro que eu tive que escrever um artigo pra uma pós-graduação que eu estava terminando aqui em Brasília. Nisso coincidiu que meu trabalho apertou esses dias e ainda por cima estávamos na iminência de ser chamado em um concurso. Com isso eu não tava conseguindo dormir, quanto mais escrever. Acabou que tudo isso coincidindo, eu tive que listar prioridades e, infelizmente, o blog é uma das minhas menores, haja vista que, entre trabalho e estudo, o blog está lá atrás.

Mas enfim, agora tudo acabou. Agora tudo se normalizou e posso voltar ao normal. Entreguei o artigo na secretaria do curso hoje. Fui chamado naquele concurso que eu sempre quis (EPPGG, conhecido também como Gestor Federal).

A partir de segunda-feira da próxima semana voltamos a normalidade e aos posts. Infelizmente o blog está quase terminando. Agora só falta um post sobre Barcelona, alguns sobre Portugal e outros sobre o Norte da Índia. Depois disso, quatro anos depois de ter iniciado a escrever sobre a minha viagem de volta ao mundo, acho que agora ela vai terminar. De qualquer maneira, após terminar de escrever sobre a viagem, continuarei usando esse blog para escrever sobre as minhas próximas viagens que estão por vir. Só que, logicamente, a freqüência será bem menor.

Enfim, é isso. Semana que vem, com certeza, posto sobre Barcelona.

É nóis

Abraços maranhenses

Feliz ano-novo


Fala galera, bão?
Então, só tou escrevendo pra poder pedir desculpas pelo relativo sumiço do blog a semana passada. Pude ver pelas visitas diárias do blog que durante essa época quase ninguém estava entrando e além disso eu tava naquela correria de festas de fim-de-ano aqui em São Luís.
Estou escrevendo aqui só pra desejar um feliz ano-novo pra todo mundo e que tenhamos um ano de 2010 melhor e sem dinheiros nas meias e em panetones.
Abraços maranhenses

O Brasil explicado em galinhas

Pegaram o cara em flagrante roubando galinhas de um galinheiro e o levaram para a delegacia.
D – Delegado
L – Ladrão
D – Que vida mansa, heim, vagabundo? Roubando galinha para ter o que comer sem precisar trabalhar. Vai para a cadeia!
L – Não era para mim não. Era para vender.
D – Pior, venda de artigo roubado. Concorrência desleal com o comércio estabelecido. Sem-vergonha!
L – Mas eu vendia mais caro.

D – Mais caro?
L – Espalhei o boato que as galinhas do galinheiro eram bichadas e as minhas galinhas não. E que as do galinheiro botavam ovos brancos enquanto as minhas botavam ovos marrons.
D – Mas eram as mesmas galinhas, safado.
L – Os ovos das minhas eu pintava.

D – Que grande pilantra… (mas já havia um certo respeito no tom do delegado…)
D – Ainda bem que tu vai preso. Se o dono do galinheiro te pega…
L – Já me pegou. Fiz um acerto com ele. Me comprometi a não espalhar mais boato sobre as galinhas dele, e ele se comprometeu a aumentar os preços dos produtos dele para ficarem iguais aos meus. Convidamos outros donos de galinheiros a entrar no nosso esquema. Formamos um oligopólio. Ou, no caso, um ovigopólio..
D – E o que você faz com o lucro do seu negócio?
L – Especulo com dólar. Invisto alguma coisa no tráfico de drogas. Comprei alguns deputados. Dois ou três ministros. Consegui exclusividade no suprimento de galinhas e ovos para programas de alimentação do governo e superfaturo os preços.
O delegado mandou pedir um cafezinho para o preso e perguntou se a cadeira estava confortável, se ele não queria uma almofada. Depois perguntou:
D – Doutor, não me leve a mal, mas com tudo isso, o senhor não está milionário?
L – Trilionário. Sem contar o que eu sonego de Imposto de Renda e o que tenho depositado ilegalmente no exterior.
D – E, com tudo isso, o senhor continua roubando galinhas?


L – Às vezes. Sabe como é.
D – Não sei não, excelência. Me explique.
L – É que, em todas essas minhas atividades, eu sinto falta de uma coisa. O risco, entende? Daquela sensação de perigo, de estar fazendo uma coisa proibida, da iminência do castigo. Só roubando galinhas eu me sinto realmente um ladrão, e isso é excitante. Como agora fui preso, finalmente vou para a cadeia. É uma experiência nova.

D – O que é isso, excelência? O senhor não vai ser preso não.
L – Mas fui pego em flagrante pulando a cerca do galinheiro!
D – Sim. Mas primário, e com esses antecedentes…
Obs: As imagens são meramente ilustrativas… Sem nenhuma relação com o assunto…
Obs2: Amanhã tem post novo…