Complexo de Angkor no Camboja

Antes de começar a escrever sobre Angkor, eu pensei em deixar uma breve explicação sobre cada templo que visitei. Depois comecei a pensar que isso ia me dar um trabalho imenso e além disso ia ficar meio que chato, já que os templos em si sao muito parecidos e as diferenças dependem de que Deus hindu o templo representa, logo a galera não ia entender muito bem. Resolvi escrever apenas sobre os templos que julguei mais interessantes. Importante citar também que tudo que escrevo agora é baseado no guia Lonely Planet sobre o Camboja mais algumas informações que obtive em algumas placas de informação. Não busquei outra fonte porque, afinal, isso aqui também não é uma tese de mestrado, né brother?
Alguem sabe pra que lado fica Angkor?


O período Angkoriano durou aproximadamente 600 anos de 802 até 1432, período em que os templos foram erguidos. As ruínas dos templos que hoje ainda existem são apenas esqueletos da vasta capital do império Angkoriano que no seu auge possuía uma população de quase um milhão de pessoas, enquanto Londres possuía 50.000. Hoje restam apenas os templos, pois as casas eram construídas em madeira e construções em pedra eram reservadas aos deuses. Os templos de Angkor são o coração e alma do ex-império Angkoriano e motivo de orgulho para todos os Cambojanos em sua luta para poder reconstruir as suas vidas após os anos de terror do Khmer Rouge.


Phnom Bakheng, um dos varios templos situados no complexo de Angkor

Os preços de admissão são meio que salgados: vinte dólares para um dia, quarenta para três dias e sessenta pra uma semana. Quando você compra você até pensa: – Pô, tou pagando caro, mas pelo menos tou ajudando a manter uma das maiores construções da humanidade. Leeeenndaaaa!!! Dos vinte dólares que paguei, três dólares foram para a empresa que administra a parada, apenas dois dólares realmente investidos em conservação e o quinze dólares foram de presente para o governo cambojano. Pode ter certeza que foi pro bolso de alguém, porque se o Brasil é um país corrupto, imagina como deve ser o Camboja.
O Lonely Planet fala que você deve comprar o tíquete de pelo menos três dias. Eu comprei o de um dia e me dei por satisfeito. Se você comprar o tíquete de entrada única você tem o direito de ver o pôr-do-sol no dia em que você comprou e ainda ter o outro dia inteiro para explorar, o que no final acaba saindo como um dia e meio. Se você ver o pôr-do-sol em um dia (17:00 – 19:00), acordar cedo no outro dia (cedo MESMO! Chegar no Angkor Wat antes do nascer do sol, às cinco da manhã!) e não quiser bancar o Indiana Jones e ficar medindo o tamanho de cada ilustração na parede pra procurar segredos implícitos, um dia deve ser o suficiente. Eu comprei o de um dia, vi o pôr-do-sol e o nascer do sol. Quando deu umas três da tarde minha bike quebrou (já falei, não era Houston) e só precisei pagar um Tuk Tuk pra me levar pra ver mais um templo e pude voltar pra casa. Sério, um dia e’ suficiente! O calor e a umidade te matam, cara!

2 comentários em “Complexo de Angkor no Camboja

  1. Olá Cláudio,Penso que um dia seja insuficiente para ver e sentir Angkor. Há muita coisa por lá… Eu dei-me por satisfeito após 2 dias e um pôr-de-sol. O 3º dia aproveitei para passear de bicicleta nos reservatórios e campos de arroz que há à volta do complexo.Também recomendo a visita às aldeias flutuantes que no lago. Mas a que está mais próxima de Siem Riep está muito turística. É preferível ir às outras que estão mais longe e isoladas.Abraços e continuação de boa viagem.

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