CAZAQUISTÃO, O PAÍS MAIS GLORIOSO DO MUNDO. VIAJANDO POR ALMATY

E era chegada a hora de visitar, aí sim, o país o qual eu mais esperava visitar desde que havia iniciado esse rolê pela Ásia Central. Era chegada a hora do glorioso país do Cazaquistão.

Cazaquistão, sim, todo mundo já tinha ouvido falar devido ao sucesso estrondoso que foi o filme do Borat e seu biquíni no mínimo inusitado.

Era chegada a hora do Cazaquistão.

Apesar da capital do país ser Astana, assim como no Brasil a principal cidade não é a capital, mas sim Almaty, cidade para onde viajei.

Apesar de ser uma cidade encravada nas montanhas, Almaty é uma cidade gigante e bem cosmopolita e com gente de todo canto. Imaginava que pelas ruas iria encontrar um pessoal com olho puxado, parecido com os tadjiques, mas na verdade vi muitas pessoas brancas e loiras por lá. Na verdade, um quarto da população de Almaty é russa e esse era o motivo.

Entre esses russos que moram em Almaty, quase nenhum deles fala a língua Cazaque, falam só russo mesmo. Como todo mundo por lá fala russo, acaba que isso não é um problema. Os Cazaques não, eles falam russo, mas entre si, se comunicam na língua deles.

Sobre o Borat, apesar de no início o Cazaquistão não ter gostado muito da história, o próprio governo cazaque acabou agradecendo ao ator, pois o turismo no Cazaquistão cresceu muito depois do filme. Na verdade, na verdade, eu mesmo tava doido para ir para lá só por conta do filme. Os cazaques que eu encontrei por lá me falaram que levaram na boa, porque o filme na verdade não zoa os cazaques, mas sim os americanos que acreditam que uma figura tão bizarra como a do cara do filme pode ser verdade.

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Certeza que essas aves foram para lá de forma lícita

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TAJIQUISTÃO – DUCHAMBÉ

O Tajiquistão é um montanhoso país encravado na Ásia Central. Na verdade, é o menor país da Ásia Central. O termo “Tajiq” vem do persa “não turco” e, ao contrário dos seus vizinhos (Como Cazaquistão e Quirquistão) que são países da etnia turca, no Tajiquistão a maioria da população pertence ao grupo étnico tajique, que partilha sua cultura e história com o Afeganistão e fala o idioma persa. É um país pobre e isolado e que foi parte da União Soviética durante um bom tempo.

Acho que foi um dos poucos países que eu nunca ouvira falar NADA até viajar para lá. Sabia que existia, mas realmente não sabia de nada sobre o país.

É um país de religião muçulmana sunita. Isso é engraçado porque apesar de serem bem próximos ao Irã (inclusive falam quase a mesma língua), o Irã é um país muçulmano xiita, inimigos vorazes dos sunitas. Foi até engraçado quando eu tava conversando com o recepcionista do albergue o qual eu tava hospedado e comecei a conversa com ele que havia viajado ao Irã. Mano, esse cara esbugalhou os olhos como se eu tivesse falado do próprio capeta. Me perguntou como eu tinha feito para ir lá. Se não era perigoso ou algo do tipo. Ao passo que eu falei para ele que era basicamente um país muito parecido com o dele… Ele não pareceu lá muito convencido.

Fiquei só na capital Duchambe. Não vi muita coisa interessante por lá. Na verdade o Tajiquistão é um país mais interessante para quem curte fazer caminhada por montanhas e coisas assim, o que nunca foi o meu gosto.

O Museu Nacional é MUITO legal e o tipo de museu que eu esperava encontrar em Volgogrado, por exemplo. Era fenomenal e tudo em inglês.

Cheguei a pagar um cara para me levar para uma montanha para lá de cima eu bater fotos da cidade. Foi engraçado porque em determinado momento o carro parou em um sinal e eu comecei a bater fotos dos prédios. Rapaz, o taxista quase teve um infarto. Eu tava batendo fotos de uma prisão que ficava no meio da cidade, mais ou menos como a prisão de La Paz. Só faltou dar um tapa na minha câmera. Graças a Deus ninguém viu.

Em determinado cheguei também a ser parado pela polícia quando estava batendo fotos do que já fora o maior mastro do mundo (hoje o maior fica na cidade de Jedah, na Arábia Saudita). Provavelmente eles queriam alguma propina ou algo do tipo. Basicamente fiz cara de idiota e eles me deixaram ir embora.

Ainda assim, não sei porque, mas ainda assim gostei bastante de lá =)

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Sim, tava fazendo um calor dos infernos

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Futebol ainda vai salvar o mundo

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CAPOEIRA PELO MUNDO, CAPOEIRA EM VLADIVOSTOK – RÚSSIA

Continuando com a série Capoeira pelo Mundo, pensei “bem, se for para escrever sobre capoeira na Rússia, vai ser meio sem graça escrever sobre Moscou ou São Petersburgo, quer saber? Vou deixar para escrever lá no fim do mundo! Vou escrever sobre capoeira em Vladivostok!”. Dito e feito, consegui entrar em contato com uma instrutorA (sim, A maiúsculo, já que a maioria dos instrutores que conheci eram homens) russa. Galega e tudo!

Entrei em contato com a Daria pelo Facebook e marquei um horário para visitar a academia de capoeira dela. Acabou que ela era instrutora junto com o marido dela, Albert, um russo de descendência coreana e que falava português. Sim, tudo isso mesmo.

Acabei falando mais com a Doria porque ela falava português mais fluente que o Albert.

Bem, a história deles é a seguinte. Assim como os instrutores da Armênia, da Ucrânia e da Moldávia, o Albert conheceu a capoeira por meio do filme Only the Strong. Rapaz, me impressionou como esse filme teve um poder de propaganda da capoeira por toda a Europa/Ásia (apesar do poder que ele teve para fazer as pessoas conhecerem a capoeira, vejo que hoje a nova geração, pelo menos os que pude conversar, conheceram inicialmente a capoeira pelo jogo de videogame de luta Tekken 3, por conta do Eddie Gordo. Parte dos alunos que eu conheci lá inclusive me disseram isso). Ele treina há mais de nove anos e ela há sete

Ela aprendeu capoeira com um professor particular. Antes de fazer capoeira, a Daria nunca tinha treinado nenhum tipo de arte marcial, fazia apenas natação.

A capoeira hoje é a principal atividade dela, ainda que ela seja designer e formada em educação física e o Albert formado em Matemática e educação física também. Só para vocês terem uma ideia, eles tem a escola há cinco anos e por volta de 200 alunos, a maioria crianças. Interessante que eles tem até mesmo uma filial.

Fazem batizados uma vez por ano que às vezes, inclusive, chegam a contar com mestres que eles trazem direto da Bahia (sim você leu bem, o mestre vem da Bahia DIRETO para Vladivostok). Vez ou outra rola até umas apresentações de samba de roda, que a Daria aprendeu assistindo ao youtube e depois com uma professora na Bahia. Mais uma vez, ocorre a constante que falei em outros posts, como uma escola de Capoeira iniciando-se como uma escola de artes marciais e depois funcionando como um verdadeiro disseminador e propagador da divulgação da cultura brasileira.

No final ela ainda me levou para conhecer a outra escola dela. Cara, impressionante a estrutura que eles tinham por lá. Inclusive alguns instrumentos sendo trazidos direto do Brasil.

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ASSISTINDO AO JOGO DO BRASIL NO ALBERGUE – PROBLEMAS COM O FUSO

Uma das coisas que eu mais tentei ter cuidado ao comprar as passagens na Rússia foi para que o dia dos voos não coincidissem com dias do jogo do Brasil. Acabou que deu certo, com um pequeno problema. Eu comprei uma passagem em um dia depois do jogo no Brasil, só que o jogo seria a noite em Kazan e meu voo seria no outro dia de manhã em Vladivostok. Mamão com açúcar, né?

Então, não!

Como falei, Vladivostok era a NOVE HORAS de voo de Moscou e uns 30 fusos horários diferentes. Acabou que quando eu cheguei lá, fiz as contas certinhas e, rapaz… Não é que o jogo seria quase que na hora do meu voo de Vladivostok para o Tadjiquistão? Mermão, que desespero.

Acordei as QUATRO DA MANHÃ em Vladivostok para ver o jogo e deveria sair do albergue impreterivelmente as SEIS da manhã, já que meu voo era as oito. Se dessa prorrogação, eu tava ferrado, por isso torci ao máximo para que o jogo fosse liquidado no tempo normal.

Deixei tudo arrumado e fiquei lá vendo o jogo. Peguei uma toalha de prato para poder abafar meus  gritos durante o jogo e no final acabou que deu problema. Não teve prorrogação e não perdi o táxi.

O Brasil perdeu para a Bélgica.

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PERAMBULANDO POR VLADIVOSTOK – O AQUÁRIO DE VLADIVOSTOK

Depois de fazer amizade com a filhinha do dono do albergue a mãe dela se ofereceu para passear comigo pela cidade e me apresentar os principais pontos turísticos. Na verdade, o único ponto turístico de verdade que existia era a ponte estaiada de Vladivostok, a maior ponte estaiada do mundo.

O problema é que no dia em questão fazia frio, chovia e estava uma neblina tenebrosa. Acabou que por mais que elas tivessem boa vontade, eu quase não consegui ver nada dessa ponte.

Mas teve algo interessante ao menos, o aquário de Vladivostok! O aquário tinha muita informação e quase tudo também estava em inglês. No aquário pude aprender uma das coisas que sempre tive curiosidade sobre os peixes. Se eles não tem sangue quente, como é que eles não congelam naquele oceano tão frio? Acaba que algum deles congelam sim. Quando é a época do invernão bravo, os peixes congelam e ficam assim por meses para só depois de algum tempo, na primavera, eles descongelarem e voltarem a nadar novamente. Outros peixes tem uma alta concentração de sal no sangue, o que faz com que o sangue deles não congele tão fácil, mais ou menos o que fazemos com as gasolinas que tem anticongelante.

Mas além disso, eles também tinham uma parte no aquário dedicado a peixes de clima tropical. Cara, era muito legal. De repente você entrava por um porta e tava quase que uma floresta tropical dentro do aquário. Era inclusive mais quente com aquele mormaço característico.

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Olha que lindeza que tava a ponte

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VLADIVOSTOK, O QUE TEM LÁ? PROBLEMAS DE COMUNICAÇÃO JÁ NO ALBERGUE

Então, o que tem em Vladivostok? Cara, essa é a pergunta que todo mundo me fazia e a resposta é sempre muito semelhante. Cara, lá em Vladivostok tem prédio, carro, asfalto e gente. Ponto. Você me pergunta se tem algo que faça valer a pena cruzar de um ponto da Europa até o mais extremo da Ásia e eu só te respondo, que, bem, a graça é cruzar a Europa e a Ásia. Cara, só para você ter uma ideia do quão longe Vladivostok é, o voo direto de Moscou (que já é no fim da Europa) até lá tem duração de quase NOVE horas. O voo DIRETO! Sem escalas ou conexões. É quase um São Paulo – Nova York

A minha impressão de quanto mais você entra na Rússia, menos as pessoas falam inglês chegou ao seu auge em Vladivostok. Cara, lá sim, nem o cara do albergue falava inglês. Acabou que eu cheguei na cidade e tava um frio, UM FRIO da moléstia e eu não tinha me preparado para poder pegar temperaturas frias. Pô, eu tava viajando no verão, né? E lá fora fazia uns 10 graus.

Cheguei no albergue e, o mais engraçado, conforme eu falei, o dono do albergue não falava inglês. Google tradutor para cá, google tradutor para lá e acabou que a gente foi se resolvendo e ele me falou que de noite ele tinha contratado uma menina que falava inglês fluente. Blz, como eu tava precisando falar com QUALQUER SER HUMANO que seja naquela cidade para ao menos perguntar como pegar um ônibus ou onde tinha um supermercado, esperei ansiosamente essa menina chegar. Quando o dono do albergue foi embora e eu fui falar com a menina, ela sabia falar “Hello, Good Night, my name is Natasha” e só… Como o véi não sabia falar nem isso, a malandra passou a conversa nele com esse inglês de Duolingo e o cara acreditou.

No final, a ÚNICA pessoa que eu consegui me comunicar em inglês em todos os dias que eu fiquei em Vladivostok foi com a filha do dono do albergue. Ela tinha 11 anos e até falava um inglês bacana

Outra coisa que me chamou a atenção em Vladivostok foi que eu imaginava que, por ser uma cidade quase que do lado das Coreias (cara, dá uns 200km até a fronteira. Isso para a Rússia é uma padaria vizinha) lá a maioria da população ia ter contornos asiáticos e parecer mais com chineses, coreanos ou japoneses. Por incrível que pareça, não, a maioria da população lá era galega mesmo. Loiros como qualquer estereótipo de russo que possamos imaginar. Interessante isso.

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Enfim, o Pacífico

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CHEGANDO A VLADIVOSTOK

– Você vai a Vladivostok só por causa do War?

Muita gente me perguntava isso meio que na brincadeira e achava estranho quando eu confirmava que sim.

Pode parecer besteira, e é. Na verdade, é estranho explicar o sentimento de ter chegado aqui. É um sentimento semelhante ao que tive ao visitar o Saara Ocidental, o Túmulo do Seu Madruga na Cidade do México, Pasárgada no Irã e Katmandu no Nepal. Por algum motivo ou outro esses lugares me fascinaram desde a época quando eu era criança, sem internet, e ficava rodando o Globo Terrestre que eu tinha em casa e pensando em quais lugares um dia eu iria viajar na vida, porém de todos, nenhum mais me fascinava que Vladivostok.

Acho que pelo nome engraçado, acho que por parecer ser nos cafundós do mundo (e é!), mas principalmente por causa do War. Vladivostok sempre foi o meu território favorito na Ásia e todo vez que eu jogava eu ficava pensando “Rapaz, um dia eu ainda vou nesse lugar… Será se o povo lá fica planejando como invadir o Alaska?” – era algo que atiçava a minha curiosidade.

Chegando aqui, uma chuva danada e só uma cidade normal. Porém, isso não é o importante, viajar para cá faz parte daquelas viagens em que a jornada é mais importante do que a chegada. Cruzei o mundo, literalmente, de cima a baixo, de oeste a leste para chegar onde nenhum maranhense sequer houvera pisado (ah, deve ter vários que vieram aqui, mas você entendeu…)

Enfim, feliz =)

(reflexão que postei no meu Facebook)

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VOLGOGRADO, A EX STALINGRADO – A DECEPÇÃO

Volgogrado se destaca entre as outras cidades russa por ter sido o palco da grande batalha de Stalingrado, a batalha que decidiu a Segunda Guerra Mundial e onde os soviéticos terminaram por derrotar os nazistas. A cidade foi palco de uma batalha feroz e foi uma batalha onde se disputou casa a casa. Viajei para lá mais porque sempre gostei de estudar história.

Quando ainda estava planejando minha viagem à cidade comecei a achar estranho que quase não havia hotéis por lá. Imagina que fosse uma cidade muito mais turística. Juntando com o que vi no aeroporto quando cheguei, as expectativas começaram a ir ao chão.

E foi isso mesmo. Até tem um museu lá sobre a guerra, com um bando de material e história sobre a batalha, porém achei algo bem mixuruca. Assim, era um museu até legalzinho. Mano, nós estamos falando da maior batalha da história da Rússia! Não de um quebra pau entre vizinhos. É óbvio que eu esperava um museu bem mais que um legalzinho.

Eu imaginava algo como o museu do Levante de Vasórvia (post sobre ele aqui), o museu da Guerra Irã-Iraque (post aqui) ou o museu sobre o Genocídio Armênio (post sobre ele aqui). Realmente fiquei muito decepcionado com o que encontrei

Se você me pergunta se vale a pena visitar Volgogrado? Cara, sinceramente, não. Gaste mais tempo em outras cidades mais importantes da Rússia.

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VOLGOGRADO, A EX STALINGRADO

Qualquer pessoa que tenha concluído o Segundo Grau já ouviu falar da Batalha de Stalingrado, a batalha que mudou o curso da Segunda Guerra Mundial, a primeira derrota do invencível e indestrutível exército de Hitler que de lá foi descendo até Berlim debaixo de uma surra de pau.

Pois então, Volgogrado é onde ficava a cidade de Stalingrado. E “ficava” é o verbo correto, porque efetivamente não sobrou quase nada da cidade após a batalha, já que a coisa ficou tão feia que em determinado momento da batalha a coisa escalonou para uma guerra sangrenta em ambiente urbano onde, literalmente, a batalha era de casa por casa e às vezes até cômodo por cômodo.

Bem, se Moscou e São Petersburgo não foram a Rússia o qual eu esperava, Volgogrado foi EFETIVAMENTE a Rússia que eu esperava. Primeiro que a cidade parecia no meio de um deserto, já que as ruas eram avermelhadas e fazia um calor DOS INFERNOS. Cheguei a ver um termômetro marcando 41ºC na rua, aquele calorzinho de assar diabo. Mano, sério, quando a gente pensa na Rússia, pensa em um país frio e não em pegar um calor pior que em Teresina.

Desci no aeroporto e não tinha táxi no aplicativo de táxi, pegar táxi sem ser por aplicativo, fora de questão, prefiro ir andando. Vira daqui, vira de lá, fala daqui, fala de lá e, conforme já falei, como o melhor da Rússia é o russo, um e outro russo começaram a se aprochegar com o inglês que dava e começaram a tentar me ajudar. Meu celular tava com pouca bateria, mas ainda assim eu consegui mostrar para onde ia. Um cara com uniforme da empresa de ônibus falava inglês (!!!) e se ofereceu a ir comigo até uma estação central, descer comigo e só sair da estação quando eu já tivesse entrado no segundo ônibus em direção a minha pousada. Sim, gente boa desse nível.

Fomos indo e aquele calor dos infernos, ônibus sem ar-condicionado. Sei que chegamos à estação central, agradeci a ele e disse que de lá ia de táxi, não aguentava mais o calor. Ele disse que não, que ele só saía de lá quando eu tivesse encaminhado. Falei que iria pedir um táxi no aplicativo e ele falou que não, como eu tava com bateria fraca ELE IRIA PEDIR NO CELULAR DELE! Lembra quando eu disse que achava que todo russo era frio e mal-humorado? Pois é, depois que ele ligou o aplicativo de táxi e começou a chamar NO CELULAR DELE, me deu até vergonha de ter pensado isso dos russos. Sei que no chama daqui, chama de lá, passou o busão que me deixava em frente a minha pousada. Acabou que eu subi logo e segui viagem não sem antes o cara entrar e explicar pro motorista onde ele deveria me deixar!

O melhor da Rússia é o russo!

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CAZÃ – RÚSSIA

Cazã é a capital e maior cidade da República do Tartaristão, na Rússia é a sexta maior cidade do país. Esta república nem sempre fora parte da Rússia, sendo conquistada apenas em 1552 e ainda hoje possui um sentimento étnico do povo tártaro que vive sob o Império Russo.

Na cidade pude visitar o seu Museu de Arte Natural que achei bem interessante, além de que tinha um recurso onde você era filmado e projetado em uma tela com outros bichos pré-históricos, vê como fica legal:

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Assim como Volgogrado, ninguém lá falava muito inglês, e também não vi muita coisa que possa dizer “Nossa, que legal essa cidade, vá uma vez na vida para Cazã”. Os museus eram em sua maioria em russo e eu não vi muitos atrativos por lá. Tem umas mesquitas bacana, a fortaleza da cidade é legal, mas não se compara com Moscou ou St. Petersburg.

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