Chegando à Bélgica

Da Bélgica posso falar que conheço o país desde criança devido aos Marabelgas (link Marabelgas), uma geração de maranhenses que jogava no país. Teve um que fez tanto sucesso por lá, que virou um dos principais jogadores de futebol da Bélgica, inclusive jogando por lá, o Luis Oliveira, que por lá virou “Oliverrá”.

Oliverrá fez tanto sucesso que jogou pelo Fiorentina dividindo o ataque com Edmundo e Batistuta e inclusive jogou pela Bélgica na Copa do Mundo de 2011.

E BRUXELAS? É LEGAL POR LÁ?

Depois de dar um rolê por Istambul. Peguei meu metrô de volta e segui para Bruxelas para encontrar o Marino.

E aí? O que posso falar de Bruxelas? Cara, sinceramente, não vi muita coisa interessante por lá. Bruxelas para mim segue aquele script de “Cidade europeia bonitinha parecida com um conto de fadas e limpinha”, mas sem muitas atrações que eu possa discorrer. Assim, a primeira cidade europeia assim que você conhece, é até bacana, mas depois de tanto viajar pela Europa, não vi muita coisa digna de nota. Está longe de ser uma Roma, uma Istambul ou uma Barcelona, por exemplo.

Obviamente, é uma cidade MUITO organizada, segura e limpa, um ótimo lugar para morar e, principalmente, para quem ama comer em bons restaurantes. Porém, isso nunca foi a minha principal atração ao viajar. Outra coisa que Bruxelas é famosa é por conta das cervejas. Aí sim, mano, se você gosta de beber, lá parece ser o melhor lugar do mundo. Infelizmente não tou mais bebendo, então mais um motivo pelo que me sobrou muito pouco a dizer e fazer por lá.

Visitei alguns centros turísticos e uma história que eu posso falar que foi engraçada foi quando eu tava meio perdido e vi uma família andando de bobeira por lá. Comecei a tentar falar em inglês com eles perguntando como fazia para chegar no metrô, eles respondiam em francês e fomos nessa batalha se entendendo do jeito que dava. Depois de uns dez minutos que fui me tocar que eles eram portugueses. Demos risadas e começamos a falar em português mesmo.

Graças a Deus passei pouco tempo e não tive muito contato com belgas, assim não conversamos sobre Copa do Mundo. Com certeza seria bem zuado! Ainda assim, ainda fui testemunha da chegada como heróis da seleção belga de futebol. Os caras estavam comemorando o terceiro lugar quase como se tivessem ganho a Copa do Mundo. Foi bem da hora.

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BÉLGICA, VISITANDO OS ALGOZES! MAS ANTES UMA PASSADA EM ISTAMBUL

E então era chegada a hora da última parada a essa quase volta ao mundo que eu fiz. Bruxelas, Bélgica.

Não, não comprei a passagem depois de que a Bélgica nos desclassificou da Copa do Mundo naquele fatídico e maldito jogo que perdemos nas quartas de final. Na verdade já havia comprado uma passagem antes. Como para sair da Ásia Central (lembra, mano, eu tava no Quirquistão) eu precisava parar em qualquer lugar da Europa Ocidental (e de lá pegar um voo para Brasília com uma conexão em Lisboa), resolvi pegar um voo de volta da Bélgica, país o qual eu ainda não havia visitado, e assim conhecer o 84º país da minha lista e visitar também o 15º de toda essa viagem de quase volta ao mundo (lembrando que eu saí de uma ponta do planeta, América do Sul, até a outra ponta do planeta, a última cidade da Rússia, Vladivostok). Mano, que loucura que foi.

Comprei a passagem para Bélgica também porque lá morava um dos meus melhores amigos que fiz em Brasília, Marino, que mudou para lá há alguns anos e fazia algum tempo que eu lhe devia uma visita.

Antes de visitar a Bélgica, ainda havia uma conexão que eu iria fazer em Istambul. Na hora de comprar a passagem pude decidir se fazia uma conexão de quatro ou dez horas por lá. Pensei que não seria uma má ideia visitar novamente uma das cidades mais lindas os quais já pude conhecer em todas minhas experiências de viagem. Até porque pesquisei na internet e era bem fácil pegar um metrô quase que dentro da aeroporto e descer no meio das principais atrações turísticas de Istambul. Um bate e volta é muito de boa.

Desci do avião e corri para a Hagia Sofia. Não vou me ater muito a descrição do local porque, bem, já escrevi sobre ela nesse post aqui (post HAGIA SOFIA). A única coisa que me limito a dizer é que, parafraseando Gilberto Gil, Istambul continua linda!

Além disso, graças ao novo presidente que eles tem e começou a falar e fazer um bando de besteira, a moeda lá tava bem desvalorizada, então tudo tava até que um pouco barato (ao contrário de quando eu fui há 10 anos atrás que estava BEM caro).

Se chegou aqui se perguntando se vale a pena sair do aeroporto e visitar rapidinho a Hagia Sofia e a Mesquita Azul, cara, saiba que a resposta é sim! Vale muito a pena!

 

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CAPOEIRA PELO MUNDO, CAPOEIRA NO QUIRGUISTÃO

Sim, é isso mesmo. Não é que conheci gente que praticava capoeira no Quirguistão?

Entrei em contato e fui me encontrar com uma instrutora de capoeira em Manas.

Ao contrário da grande maioria dos instrutores que pude encontrar na ex-União Soviética que conheceram a capoeira por meio do filme “Esporte Sangrento”, Joana conheceu em uma viagem que ela havia feito para a Macedônia.

Depois de um tempo ela foi morar em Pequim e lá começou a treinar capoeira com professores chineses. Ela disse que simplesmente se apaixonou pela capoeira devido ao fato de como era bonita a arte marcial, mas principalmente devido ao fato de que a amizade entre alunos e instrutores era muito forte gerando um clima muito agradável.

Ela começou a dar aulas em 2016 e hoje tem por volta de 10 alunos e a capoeira não é a sua principal atividade. Ela nunca conseguiu fazer uma turma muito extensa porque para ela é difícil fazer apresentações em Manas principalmente porque ela não sabe fazer os floreios e as acrobacias da capoeira, o principal chamariz para novos alunos. Na verdade, a grande maioria dos alunos acaba tendo conhecimento que ela ensina capoeira por meio do facebook.

Apesar de ter treinado bastante em Pequim, Joana é basicamente uma autodidata, treina na maioria do tempo sozinha e assistindo a vídeos de capoeira no youtube. Vez ou outra viaja ao Cazaquistão para poder treinar com Sergey (o qual já escrevi no post sobre o Cazaquistão, leia mais clicando aqui) onde ela pode aprimorar um pouco, mas nem sempre se dedicar muito já que, bem, ela também tem uma vida profissional para tocar.

Foi muito interessante conhecer Joana e ouvir a história dela. Porém, infelizmente, os horários não bateram e não tive oportunidade de conhecer onde ela ministra suas aulas.

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VIAJANDO PARA O QUIRGUISTÃO – MANAS, A CAPITAL

Era chegado o último lugar para eu visitar da Ásia Central, o Quirquistão.

Assim como o Tajiquistão, eu não sabia quase nada ou sequer tivera ouvido falar do Quirquistão. Na verdade, continuo sem saber muita coisa de lá. Na verdade, na verdade, só tinha ouvido falar de um turista inglês que fez uma piada com uma linguiça lá e foi preso e deportado:

https://esporte.band.uol.com.br/jogoaberto/videos/15726184/turista-e-preso-apos-ofender-cultura-no-quirguistao.html

Além disso, em outra informação bizarra, no Quirguistão há uma tradição bizarra em que você “sequestra” a noiva que você vai casar.

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/04/140422_sequestro_quirguistao_ms

Pelo que entendi, isso era muito comum nas sociedades tribais de antigamente e hoje eles fazem meio que só pela tradição. O cara namora uma menina há um tempo e, ao invés de pedir em casamento que nem a gente faz por aqui indo na casa dela, ele faz o pedido de casamento SEQUESTRANDO a menina. Bacana, né? Cê imagina. Tá sua irmã ali caminhando na manha e de repente para um carro e descem um bando de bárbaros ensandecidos e bêbados para “sequestrarem” ela “de mentirinha”. Bem, cada um, cada um, né? Kkkk

A história do país remonta a mais de 2000 anos, abrangendo uma variedade de culturas e impérios que sempre passaram por lá. Apesar de geograficamente isolado por seu terreno montanhoso – o que tem ajudado a preservar sua cultura milenar – o Quirguistão tem sido colocado historicamente na encruzilhada de várias grandes civilizações, ou seja, como parte da Rota da Seda e outras rotas comerciais e culturais.

Embora longamente habitado por uma sucessão de tribos e clãs independentes, o Quirguistão sempre foi conquistado por um ou outro império diferente e só se tornou um país independente após o desfalecimento da antiga União Soviética em 1991.

Lá eu sei que é muito bom para quem deseja fazer caminhada e acampar em montanhas, o que nunca foi muito a minha praia. Então me mantive por passear e sair batendo fotos da capital, Manas.

Cheguei até a tentar visitar o museu nacional do país, porém, quando cheguei, infelizmente, tava fechado.

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Cerveja em garrafa PET

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Olha o rosto de quem a gente ainda pode ver por lá

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CAPOEIRA PELO MUNDO. CAPOEIRA NO CAZAQUISTÃO

Antes mesmo de viajar para Almaty, eu já tinha conhecimento de que havia capoeira por lá. Na verdade, eu sabia inclusive que era algo bem profissional, segundo haviam me confidenciado o professor de capoeira do Irã (para mais informações clique aqui) e o professor de capoeira da Armênia (para ler o post inteiro, clique aqui).

Eu só não imaginava que era algo TÃO profissional.

Cheguei lá e fui recebido pelo Sergey, o dono. Na academia dele funcionava tanto capoeira quando Brazilian Jiu-Jitsu, sendo ele professor das duas artes marciais. Fiquei esperando ele terminar a aula dele e qual não foi a minha surpresa quando chegou um cara lá e começou a falar português. Sim, eu fui visitar a academia do Sergey no mesmo dia que outro brasileiro também foi visitar. Enquanto eu fui pra poder conversar sobre capoeira, ele foi para poder treinar Jiu-Jitsu.

Me impressionou também como o Sergey falava um português fluente, na verdade, o mais engraçado, ele inclusive tinha sotaque pernambucano e toda hora falava “eu fico arretado com isso”. Entre uma risada e outra, ele me falou que era aluno do Mestre Barrão, fundador do Axé Capoeira e original de Recife. Inicialmente ele começou me explicando sobre a relação dele com o mestre.

Ele me contava como o mestre Barrão fazia questão de profissionalizar o Sergey antes que ele começasse a dar aula, pois se a capoeira no Brasil não é tão profissionalizada, no exterior ela tem que ser. Para isso, Sergey teve aulas de português além de cultura brasileira também, pois segundo o mestre, você nunca vai aprender sobre uma língua de um país sem aprender a cultura também. Ainda hoje estuda muito sobre o Brasil e se diz impressionado como muitos brasileiros até hoje nunca ouviram falar de Dandara.

Antes de praticar capoeira, Sergey começou a treinar Tae-kwon-do. Ele tinha por volta de 15 anos e treinou por nove anos, onde ele aprendeu bastante sobre disciplina.

Atiçou a curiosidade dele quando ele, veja você, mais um, assistiu o filme “Esporte Sangrento” por volta de 1998 e começou a tentar praticar sozinho, principalmente depois do advento da internet que ele começou a ter um melhor acesso em 2003. Teve acesso também a um DVD do mestre Barrão, gostou do estilo e resolveu entrar em contato com ele.

Depois de já ter ido a dois seminários de capoeira, em dezembro de 2003 ele trouxe o Mestre Barrão para a cidade dele.

Em 2004 resolveu ir para o Canadá para enfim poder treinar com o Mestre Barrão. Disse que enfrentou dificuldades em conseguir o visto com a Embaixada canadense porque eles ficaram desconfiados com o motivo da viagem. Perguntavam desconfiados, “mas porque você vai para o Canadá para aprender uma arte marcial brasileira?”. Acabou que no final conseguiu e por três meses treinou nove horas por dia com o Mestre Barrão.

Em 2006 ele se mudou pra Almaty para trabalhar como contador. Em 2007 ficou um mês em Recife onde ele estudou ainda mais forte o português e treinava o máximo possível. Inclusive chegou a quebrar uma costela treinando. Em 2007 fez o primeiro batizado já em Almaty quando já tinha mais de 120 alunos. Em 2008 ele deixou de trabalhar como contador para se dedicar apenas à capoeira. Hoje ele tem por volta de 150 alunos em Almaty e já fez 11 batizados. Tem sete filiais da escola dele com um total de aproximadamente 500 alunos

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CAZAQUISTÃO, O PAÍS MAIS GLORIOSO DO MUNDO. VIAJANDO POR ALMATY

E era chegada a hora de visitar, aí sim, o país o qual eu mais esperava visitar desde que havia iniciado esse rolê pela Ásia Central. Era chegada a hora do glorioso país do Cazaquistão.

Cazaquistão, sim, todo mundo já tinha ouvido falar devido ao sucesso estrondoso que foi o filme do Borat e seu biquíni no mínimo inusitado.

Era chegada a hora do Cazaquistão.

Apesar da capital do país ser Astana, assim como no Brasil a principal cidade não é a capital, mas sim Almaty, cidade para onde viajei.

Apesar de ser uma cidade encravada nas montanhas, Almaty é uma cidade gigante e bem cosmopolita e com gente de todo canto. Imaginava que pelas ruas iria encontrar um pessoal com olho puxado, parecido com os tadjiques, mas na verdade vi muitas pessoas brancas e loiras por lá. Na verdade, um quarto da população de Almaty é russa e esse era o motivo.

Entre esses russos que moram em Almaty, quase nenhum deles fala a língua Cazaque, falam só russo mesmo. Como todo mundo por lá fala russo, acaba que isso não é um problema. Os Cazaques não, eles falam russo, mas entre si, se comunicam na língua deles.

Sobre o Borat, apesar de no início o Cazaquistão não ter gostado muito da história, o próprio governo cazaque acabou agradecendo ao ator, pois o turismo no Cazaquistão cresceu muito depois do filme. Na verdade, na verdade, eu mesmo tava doido para ir para lá só por conta do filme. Os cazaques que eu encontrei por lá me falaram que levaram na boa, porque o filme na verdade não zoa os cazaques, mas sim os americanos que acreditam que uma figura tão bizarra como a do cara do filme pode ser verdade.

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Certeza que essas aves foram para lá de forma lícita

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TAJIQUISTÃO – DUCHAMBÉ

O Tajiquistão é um montanhoso país encravado na Ásia Central. Na verdade, é o menor país da Ásia Central. O termo “Tajiq” vem do persa “não turco” e, ao contrário dos seus vizinhos (Como Cazaquistão e Quirquistão) que são países da etnia turca, no Tajiquistão a maioria da população pertence ao grupo étnico tajique, que partilha sua cultura e história com o Afeganistão e fala o idioma persa. É um país pobre e isolado e que foi parte da União Soviética durante um bom tempo.

Acho que foi um dos poucos países que eu nunca ouvira falar NADA até viajar para lá. Sabia que existia, mas realmente não sabia de nada sobre o país.

É um país de religião muçulmana sunita. Isso é engraçado porque apesar de serem bem próximos ao Irã (inclusive falam quase a mesma língua), o Irã é um país muçulmano xiita, inimigos vorazes dos sunitas. Foi até engraçado quando eu tava conversando com o recepcionista do albergue o qual eu tava hospedado e comecei a conversa com ele que havia viajado ao Irã. Mano, esse cara esbugalhou os olhos como se eu tivesse falado do próprio capeta. Me perguntou como eu tinha feito para ir lá. Se não era perigoso ou algo do tipo. Ao passo que eu falei para ele que era basicamente um país muito parecido com o dele… Ele não pareceu lá muito convencido.

Fiquei só na capital Duchambe. Não vi muita coisa interessante por lá. Na verdade o Tajiquistão é um país mais interessante para quem curte fazer caminhada por montanhas e coisas assim, o que nunca foi o meu gosto.

O Museu Nacional é MUITO legal e o tipo de museu que eu esperava encontrar em Volgogrado, por exemplo. Era fenomenal e tudo em inglês.

Cheguei a pagar um cara para me levar para uma montanha para lá de cima eu bater fotos da cidade. Foi engraçado porque em determinado momento o carro parou em um sinal e eu comecei a bater fotos dos prédios. Rapaz, o taxista quase teve um infarto. Eu tava batendo fotos de uma prisão que ficava no meio da cidade, mais ou menos como a prisão de La Paz. Só faltou dar um tapa na minha câmera. Graças a Deus ninguém viu.

Em determinado cheguei também a ser parado pela polícia quando estava batendo fotos do que já fora o maior mastro do mundo (hoje o maior fica na cidade de Jedah, na Arábia Saudita). Provavelmente eles queriam alguma propina ou algo do tipo. Basicamente fiz cara de idiota e eles me deixaram ir embora.

Ainda assim, não sei porque, mas ainda assim gostei bastante de lá =)

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Sim, tava fazendo um calor dos infernos

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Futebol ainda vai salvar o mundo

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CAPOEIRA PELO MUNDO, CAPOEIRA EM VLADIVOSTOK – RÚSSIA

Continuando com a série Capoeira pelo Mundo, pensei “bem, se for para escrever sobre capoeira na Rússia, vai ser meio sem graça escrever sobre Moscou ou São Petersburgo, quer saber? Vou deixar para escrever lá no fim do mundo! Vou escrever sobre capoeira em Vladivostok!”. Dito e feito, consegui entrar em contato com uma instrutorA (sim, A maiúsculo, já que a maioria dos instrutores que conheci eram homens) russa. Galega e tudo!

Entrei em contato com a Daria pelo Facebook e marquei um horário para visitar a academia de capoeira dela. Acabou que ela era instrutora junto com o marido dela, Albert, um russo de descendência coreana e que falava português. Sim, tudo isso mesmo.

Acabei falando mais com a Doria porque ela falava português mais fluente que o Albert.

Bem, a história deles é a seguinte. Assim como os instrutores da Armênia, da Ucrânia e da Moldávia, o Albert conheceu a capoeira por meio do filme Only the Strong. Rapaz, me impressionou como esse filme teve um poder de propaganda da capoeira por toda a Europa/Ásia (apesar do poder que ele teve para fazer as pessoas conhecerem a capoeira, vejo que hoje a nova geração, pelo menos os que pude conversar, conheceram inicialmente a capoeira pelo jogo de videogame de luta Tekken 3, por conta do Eddie Gordo. Parte dos alunos que eu conheci lá inclusive me disseram isso). Ele treina há mais de nove anos e ela há sete

Ela aprendeu capoeira com um professor particular. Antes de fazer capoeira, a Daria nunca tinha treinado nenhum tipo de arte marcial, fazia apenas natação.

A capoeira hoje é a principal atividade dela, ainda que ela seja designer e formada em educação física e o Albert formado em Matemática e educação física também. Só para vocês terem uma ideia, eles tem a escola há cinco anos e por volta de 200 alunos, a maioria crianças. Interessante que eles tem até mesmo uma filial.

Fazem batizados uma vez por ano que às vezes, inclusive, chegam a contar com mestres que eles trazem direto da Bahia (sim você leu bem, o mestre vem da Bahia DIRETO para Vladivostok). Vez ou outra rola até umas apresentações de samba de roda, que a Daria aprendeu assistindo ao youtube e depois com uma professora na Bahia. Mais uma vez, ocorre a constante que falei em outros posts, como uma escola de Capoeira iniciando-se como uma escola de artes marciais e depois funcionando como um verdadeiro disseminador e propagador da divulgação da cultura brasileira.

No final ela ainda me levou para conhecer a outra escola dela. Cara, impressionante a estrutura que eles tinham por lá. Inclusive alguns instrumentos sendo trazidos direto do Brasil.

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ASSISTINDO AO JOGO DO BRASIL NO ALBERGUE – PROBLEMAS COM O FUSO

Uma das coisas que eu mais tentei ter cuidado ao comprar as passagens na Rússia foi para que o dia dos voos não coincidissem com dias do jogo do Brasil. Acabou que deu certo, com um pequeno problema. Eu comprei uma passagem em um dia depois do jogo no Brasil, só que o jogo seria a noite em Kazan e meu voo seria no outro dia de manhã em Vladivostok. Mamão com açúcar, né?

Então, não!

Como falei, Vladivostok era a NOVE HORAS de voo de Moscou e uns 30 fusos horários diferentes. Acabou que quando eu cheguei lá, fiz as contas certinhas e, rapaz… Não é que o jogo seria quase que na hora do meu voo de Vladivostok para o Tadjiquistão? Mermão, que desespero.

Acordei as QUATRO DA MANHÃ em Vladivostok para ver o jogo e deveria sair do albergue impreterivelmente as SEIS da manhã, já que meu voo era as oito. Se dessa prorrogação, eu tava ferrado, por isso torci ao máximo para que o jogo fosse liquidado no tempo normal.

Deixei tudo arrumado e fiquei lá vendo o jogo. Peguei uma toalha de prato para poder abafar meus  gritos durante o jogo e no final acabou que deu problema. Não teve prorrogação e não perdi o táxi.

O Brasil perdeu para a Bélgica.

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PERAMBULANDO POR VLADIVOSTOK – O AQUÁRIO DE VLADIVOSTOK

Depois de fazer amizade com a filhinha do dono do albergue a mãe dela se ofereceu para passear comigo pela cidade e me apresentar os principais pontos turísticos. Na verdade, o único ponto turístico de verdade que existia era a ponte estaiada de Vladivostok, a maior ponte estaiada do mundo.

O problema é que no dia em questão fazia frio, chovia e estava uma neblina tenebrosa. Acabou que por mais que elas tivessem boa vontade, eu quase não consegui ver nada dessa ponte.

Mas teve algo interessante ao menos, o aquário de Vladivostok! O aquário tinha muita informação e quase tudo também estava em inglês. No aquário pude aprender uma das coisas que sempre tive curiosidade sobre os peixes. Se eles não tem sangue quente, como é que eles não congelam naquele oceano tão frio? Acaba que algum deles congelam sim. Quando é a época do invernão bravo, os peixes congelam e ficam assim por meses para só depois de algum tempo, na primavera, eles descongelarem e voltarem a nadar novamente. Outros peixes tem uma alta concentração de sal no sangue, o que faz com que o sangue deles não congele tão fácil, mais ou menos o que fazemos com as gasolinas que tem anticongelante.

Mas além disso, eles também tinham uma parte no aquário dedicado a peixes de clima tropical. Cara, era muito legal. De repente você entrava por um porta e tava quase que uma floresta tropical dentro do aquário. Era inclusive mais quente com aquele mormaço característico.

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Olha que lindeza que tava a ponte

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