Promoção do Ebook “O mundo numa mochila” na Amazon por R$ 2,10

Prezados,

Devido ao Black Friday, a Amazon está com promoção de ebooks e o meu está entre os selecionados. O preço baixou de R$ 10,oo para R$ 2,10, portanto uma ótima oportunidade para quem não adquiriu ainda.

https://www.amazon.com.br/mundo-numa-mochila-Presepadas-mochileiro-ebook/dp/B00MX1QAQM/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1479841117&sr=1-1&keywords=claudiomar

Se ainda não tem conhecimento, segue o prefácio:

“Era para ser apenas mais uma viagem de intercâmbio. Acreditou que a vida seria fácil, mas vivenciou todas a dificuldade e agruras de um imigrante em um país estranho. Lavou carros sob os gritos da máfia eslovena, viu sangue jorrar de suas mãos em uma cozinha de de beira de esquina, descarregou sofás em armazéns, lavou pratos, caminhou kms com mais de 10 kgs de panfletos nas costas, fez entregas, carregou placas de gesso com brutamontes ensandecidos, descarregou carretas e carretas, se desesperou devido ao aluguel e até pulou de janelas à la Seu Madruga para fugir do pagamento… Tudo em um espaço de seis meses. As presepadas, que suplantaram em muito suas pequenas vitórias, são narradas com um humor ácido próprio, com o desespero de um jovem de 21 anos, sozinho, a 13 horas de distância de qualquer conhecido e que se apegava às palavras para esquecer os problemas de uma realidade que lhe levou a viver, literalmente, um dia de cada vez. Apanhou, sofreu, quase foi preso algumas vezes, curtiu, riu, e, acima de tudo, teve uma experiência de vida inesquecível. Coloque o seu mundo também em uma mochila!”

Agora corre que a promoção só vai até o dia 29 de novembro!!!

Se adquirir o livro na Amazon, não deixa de fazer uma avaliação bacana lá na Amazon para dar uma força! Leva menos de um minuto!

Caso tenha interesse em obtê-lo impresso, pode falar diretamente comigo no claudiounb@gmail.com que conversamos sobre o envio.

EPUB do livro em promoção na Amazon

Não existe nada mais ingrato do que ser escritor em um país que não lê. Porém, são coisas pequenas que trazem satisfação a todo o trabalho de continuar escrevendo =)
Obrigado, Jéssica, fiquei muito feliz em ver a sua mensagem.
Quem ainda não comprou, aproveita que ele está em promoção na Amazon, que jogou o preço do epub lá embaixo o vendendo por dois reais. Quem quiser adquirir, é só clicar no link abaixo:

goo.gl/7QFyCg

Se já comprou, leu e gostou, não esquece de deixar um comentário positivo lá na Amazon para dar uma força 😉
Quem quiser comprar o livro impresso, manda uma mensagem inbox que eu passo os dados certinho.
Abraços,

O Livro

Lembro que um ex-professor da universidade dizia que a gente ficava meio besta quando folheava um livro recém-publicado. Achei que só um idiota falaria algo como aquilo para outras pessoas com o intuito de satisfazer o seu ego. Quando recebi as primeiras cópias do livro confesso que fiquei meio besta o folheando e com a certeza que aquele professor continua um idiota, só que não por esse motivo.
Se alguém me perguntasse quando embarquei, há quase dez anos, se hoje eu teria um livro publicado, lógico que eu não imaginaria. Talvez esse seja o meu primeiro passo para a Academia Brasileira de Letras (pombas, se até o Sarney e o Merval Pereira conseguiram, porque eu não?), para um prêmio Jabuti ou no final seja só uma resposta para o “E aí, como foi a sua viagem para a Austrália?”.
Confesso que uns dias antes de decidir publicar eu vinha um pouco desempolgado “Será se vai ser legal?”, “Será se alguém vai querer ler?” “Será se só meus amigos mais próximos vão fingir que gostaram?” – acho que são as perguntas que todo mundo se faz com um livro. Eu lia as histórias e me perguntava isso. Comecei a me questionar se até mesmo valia a pena pagar esse mico. “Poxa, as história de volta ao mundo estão muito mais interessantes! Tem descrição dos lugares, da sociedade, da cultura, da política, da religião… Esses relatos da Austrália não tem nada disso, é só um bando de história boba com um humor adolescente. Será se vale a pena mesmo a impressão?” – era o que eu me questionava antes de imprimir. Fiquei tão inseguro que só imprimi vinte volumes.
Até que um dia desses qualquer, um amigo veio falar comigo no bar: – ´caraca, Maranhão, aquelas tuas histórias da Austrália são muito engraçadas! Que pena que depois você parou de ficar postando presepadas e deu para ficar descrevendo “Ah, a sociedade indiana é desse jeito” “Ah, a economia do Camboja funciona assim” achando que seu blog era Wikipedia. Isso é muito chato! O que eu gostava mesmo era de rir da sua cara quando você se ferrava!”.be537-10666088_10152482030642599_4956837024853495487_n

Estava acabada a minha curta carreira de imaginar que estava contribuindo em algo para a sociedade e lançado o meu livro presepeiro da Austrália.
Vou Guguzar! Agora é um olho e meio no Ibope e meio olho na qualidade! Rebola Malandrinha! Uba uba ê!
E nada me traz mais satisfação do que receber comentários do tipo:
– Claudiomar, eu comprei o livro e deixei aqui no quarto para poder ir lendo aos poucos. Meu pai acho ele, pegou, começou a ler e não me deixou tocar o livro enquanto ele não terminasse!
– Claudiomar, fazia anos que eu não lia um livro. Confesso que comprei o seu só para te ajudar (?!?!), mas depois que eu comecei, cara, li em menos de uma semana!!
– Claudiomar, meu primo tinha comprado um livro e quando fui passar um tempo na casa dele, peguei e comecei a ler. Rapaz, não consegui parar e nem terminar a tempo! Agora vou ter que comprar um, já que não terminei a leitura e ele não quer me emprestar de jeito nenhum!
– Claudiomar, esse teu livro é daqueles que agarra a gente pela goela e só deixa a gente ficar em paz quando termina de ler!
Que logo logo eu possa escrever comemorando os 100.000 livros vendidos! Sonhar pequeno e sonhar grande dá o mesmo trabalho =)
Segue o prefácio:

“Era para ser apenas mais uma viagem de intercâmbio. Acreditou que a vida seria fácil, mas vivenciou todas a dificuldade e agruras de um imigrante em um país estranho. Lavou carros sob os gritos da máfia eslovena, viu sangue jorrar de suas mãos em uma cozinha de de beira de esquina, descarregou sofás em armazéns, lavou pratos, caminhou kms com mais de 10 kgs de panfletos nas costas, fez entregas, carregou placas de gesso com brutamontes ensandecidos, descarregou carretas e carretas, se desesperou devido ao aluguel e até pulou de janelas à la Seu Madruga para fugir do pagamento… Tudo em um espaço de seis meses. As presepadas, que suplantaram em muito suas pequenas vitórias, são narradas com um humor ácido próprio, com o desespero de um jovem de 21 anos, sozinho, a 13 horas de distância de qualquer conhecido e que se apegava às palavras para esquecer os problemas de uma realidade que lhe levou a viver, literalmente, um dia de cada vez. Apanhou, sofreu, quase foi preso algumas vezes, curtiu, riu, e, acima de tudo, teve uma experiência de vida inesquecível. Coloque o seu mundo também em uma mochila!”

Quem quiser uma cópia do livro, basta mandar um e-mail para brejador@yahoo.com.br

Abraços maranhenses

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Histórias de um vendedor de livros…

Recebo um pedido de amizade de uma menina que eu não lembro de conhecer:
– Oie, tudo bem, você me adicionou no Facebook, de onde nos conhecemos?
– Então, não nos conhecemos. Moro em Indaiatuba e trabalho com uma empresa de transporte logístico da Azul Linhas Aéreas. Comecei a ler o seu livro e simplesmente adorei. Daí resolvi te adicionar.
– Nossa, que legal. Sem problemas. Mas então, não temos nenhum amigo em comum e não lembro de ter te vendido o livro. Como conseguiste ele?
– Ah, um amigo me deu.
– Sabe o nome dele?
– Então, foi um outro amigo que deu para ele.
– Hum, faz assim então. Todo livro que eu vendo eu faço uma dedicatória e coloco a data. Checa aí por favor.
– Bem, o livro tem a data do dia 19 de março e a dedicatória está em nome de Tiba.
Momentos depois…
– Pô, Tiba, tudo bem, cara? Você sabe onde está o livro que você comprou comigo? Pois eu sei onde está e sei que não está contigo!
– Tá brincando que tu sabe, Maranhão! Bicho, esqueci o livro em cima de um banco em Viracopos!!!! Onde ele foi parar?!?!?!
….
Histórias de um vendedor de livros…
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200 e 500!!

Essa semana se inicia com dois pequenos marcos sendo atingidos. Primeiro, a página que mantenho do livro/blog no Facebook ultrapassou a marca das 500 curtidas. Ainda não é um Luciano Huck, mas vamos indo com um passo de cada vez. Quem ainda não curtiu e quiser curtir, é só clicar no link aqui.
Além da página outro marco simbólico que foi ultrapassado essa semana foi o de 200 livros vendidos. Digo “passou dos 200” e não “vendi 200” porque o controle aqui é meio caótico, já que agora até meu irmão tá vendendo livro também! Olhando assim o número por si só, ele parece meio frio, “200”. Porém a minha satisfação é entre esses 200 receber os comentários como:
– Claudiomar, eu comprei o livro e deixei aqui no quarto para poder ir lendo aos poucos. Meu pai acho ele, pegou, começou a ler e não me deixou tocar o livro enquanto ele não terminasse!
– Claudiomar, fazia anos que eu não lia um livro. Confesso que comprei o seu só para te ajudar (?!?!), mas depois que eu comecei, cara, li em menos de uma semana!!
– Claudiomar, meu primo tinha comprado um livro e quando fui passar um tempo na casa dele, peguei e comecei a ler. Rapaz, não consegui parar e nem terminar a tempo! Agora vou ter que comprar um, já que não terminei a leitura e ele não quer me emprestar de jeito nenhum!
– Claudiomar, esse teu livro é daqueles que agarra a gente pela goela e só deixa a gente ficar em paz quando termina de ler!
Parte dessas pessoas inclusive estão no meu Facebook e poderão ler isso 😉
Fora as diversas pessoas que leram e vem comentar das risadas, das histórias preferidas, das presepadas, de como gostaram de ler! Se hoje eu não vendesse mais nenhum, parasse nesses 200, ainda assim já teria valido a pena…
Que logo logo eu possa escrever comemorando os 100.000 livros vendidos! Sonhar pequeno e sonhar grande dá o mesmo trabalho =)
P.s: Optei por postar a página onde tem a descrição da equipe atuante no livro. Ficou engraçado, mas realmente ilustra como tem sido complicado eu ter que ir tocando tudo, tirando os toques que todos me dão, quase que sozinho!
P.s2: Galera de Brasília que quiser adquirir, dia 19 de março, quinta feira, vai ocorrer o lançamento no Bar Moisés na 208 sul. Mais detalhes do evento aqui:

Chegaram mais livros!

Hoje de manhã recebi uma chamada no interfone e achava que já era alguém reclamando que eu tava tentando tocar algo no violão. Nada! Era o porteiro dizendo que “tinham chegados uns sacos” para mim. Disse que era tanta coisa que ia mandar no carrinho de supermercado do prédio!

Caramba! Chegou a terceira remessa!! E chegou tudo junto!!! Depois de quase 200 livros vendidos! Daqui a pouco o Paulo Coelho vai se sentir ameaçado!!!
Lembrando que o lançamento vai ser dia 19 de março no bar Moisés!!
Mais detalhes do evento aqui:

E sai o meu primeiro livro!

Lembro que um professor da universidade dizia que a gente ficava meio besta quando folheava um livro recém-publicado. Achei que só um idiota falaria algo como aquilo para outras pessoas com o intuito de se amostrar.
Hoje confesso que estou meio besta folheando esse livro recém-publicado e tenho a certeza que aquele professor continua um idiota, só que por outros motivos.
Se alguém me perguntasse que quando embarquei, há quase dez anos atrás, no que seria mais um intercâmbio como qualquer outro, se eu saberia que hoje eu teria impresso meus relatos, lógico que eu não saberia. No começo era para ser um flogão (isso, sou velho mesmo), depois evoluiu para um blog zoeiro e depois para um blog com um pouco mais de seriedade para o que posteriormente seria um livro.
 Talvez esse seja o meu primeiro passo para a Academia Brasileira de Letras (pombas, se até o Sarney e o Merval Pereira conseguiram, porque eu não?), para um prêmio Jabuti ou no final seja só uma resposta para o“E aí, como foi a sua viagem para a Austrália?”.
Confesso que esses dias vinha um pouco desempolgado com a publicação desse livro “Será se vai ser legal?”, “Será se alguém vai querer ler?” “Será se só meus amigos mais próximos vão fingir que gostaram?” – acho que são as perguntas que todo mundo se faz com um livro. Eu lia as histórias e as achava de péssimo gosto e sem graça. Comecei a me questionar se até mesmo valia a pena pagar esse mico. “Poxa, as história de volta ao mundo estão muito mais interessantes! Tem descrição dos lugares, da sociedade, da cultura, da política, da religião… Esses relatos da Austrália não tem nada disso, é só um bando de história boba com um humor adolescente. Será se vale a pena mesmo a impressão?” – era o que eu me questionava antes de imprimir. Estou tão inseguro que só imprimi vinte volumes.
Até que um dia desses qualquer, um amigo veio falar comigo no bar ´caraca, Maranhão, aquelas tuas histórias da Austrália são muito engraçadas! Que pena que depois você parou de ficar postando presepadas e deu para ficar descrevendo “Ah, a sociedade indiana é desse jeito” “Ah, a economia do Camboja funciona assim” achando que seu blog era Wikipedia. Isso é muito chato! O que eu gostava mesmo era de rir da sua cara quando você se ferrava!”.
Estava aí acabada a minha curta carreira de imaginar que estava contribuindo em algo para a sociedade e lançado o meu livro presepeiro da Austrália.

Vou Guguzar! Agora é um olho e meio no Ibope e meio olho na qualidade! Rebola Malandrinha! Uba uba ê!

Segue o prefácio:
“Era para ser apenas mais uma viagem de intercâmbio. Acreditou que a vida seria fácil, mas vivenciou todas a dificuldade e agruras de um imigrante em um país estranho. Lavou carros sob os gritos da máfia eslovena, viu sangue jorrar de suas mãos em uma cozinha de de beira de esquina, descarregou sofás em armazéns, lavou pratos, caminhou kms com mais de 10 kgs de panfletos nas costas, fez entregas, carregou placas de gesso com brutamontes ensandecidos, descarregou carretas e carretas, se desesperou devido ao aluguel e até pulou de janelas à la Seu Madruga para fugir do pagamento… Tudo em um espaço de seis meses. As presepadas, que suplantaram em muito suas pequenas vitórias, são narradas com um humor ácido próprio, com o desespero de um jovem de 21 anos, sozinho, a 13 horas de distância de qualquer conhecido e que se apegava às palavras para esquecer os problemas de uma realidade que lhe levou a viver, literalmente, um dia de cada vez. Apanhou, sofreu, quase foi preso algumas vezes, curtiu, riu, e, acima de tudo, teve uma experiência de vida inesquecível. Coloque o seu mundo também em uma mochila!”
Galera, quem quiser o livro,  me manda um e-mail no brejador@yahoo.com.br que eu vou anotando os nome, quando eles chegarem, eu entro em contato!
Abraços,
Claudiomar
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