Viajando a Botsuana – o alívio da chegada a Gaborone

Depois da decepção monumental que foi Kasane, voltei para Victoria Falls e peguei meu voo para Gaborone, a capital de Botsuana. Cara, chegar em Gaborone foi quase terapêutico depois dos perrengues de Victoria Falls e Livingstone. A cidade é moderna, organizada, limpa, pavimentada… um verdadeiro spa urbano depois de ficar negociando preço com taxista na rua, dormindo com mosquiteiro e rezando para a energia não cair por seis horas. Em Gaborone, era só abrir o Indrive (o Uber russo que funciona lá), chamar o carro e pronto. Ar-condicionado ligado 24h, estabilidade, paz espiritual. Até o cérebro agradeceu.

Mas a maré de azar resolveu me acompanhar fielmente em Botsuana. Cara, eu simplesmente esqueci uma sacola com todas as minhas cuecas e meias no Zimbábue. Todas. Cheguei em Botsuana literalmente com a cueca do corpo e dois pares de meia: um vestido e o outro… bem… ruim, por assim dizer. Aí entra o momento em que o ChatGPT brilhou: expliquei que precisava de uma loja estilo Mesbla (sou velho mesmo, paciência), mostrei onde eu estava hospedado e pedi um lugar para comprar cueca e meia barata. ChatGPT mandou direto: “vai no shopping tal e entra na loja tal. Você deve pagar tanto por isso”. Rapaz, tiro e queda. Fui, comprei meia e cueca suficiente para passar o resto da viagem digno — ou algo perto disso.

E foi ali, no shopping, que tive minha primeira surpresa real em Gaborone. Nas cidades da África Subsaariana onde eu tinha ido, shopping normalmente era vazio, um ou outro estrangeiro comendo hambúrguer, uns expatriados trabalhando no notebook, famílias indianas ou árabes andando devagar pelos corredores. Em Gaborone, não: só classe média negra, consumindo, comprando, rindo, almoçando, como qualquer shopping no Brasil. Aquilo me chamou muita atenção porque não é exatamente a “imagem clichê” que associam à África — mas Botsuana é Botsuana. Democracia funcionando, mina de diamante, economia estável… e, ali, um shopping lotado de gente vivendo sua vida normalmente. Foi uma das primeiras coisas que me fez pensar: rapaz, Botsuana é diferente mesmo.

O contraste de Botsuana: estabilidade política, hipersegurança e o museu do sushi

No outro dia saí andando pela cidade batendo fotos dos prédios, do memorial aos três líderes que garantiram a independência de Botsuana e por aí vai. No memorial, inclusive, foi engraçado ver que tinha um grupo de meninas que desfilava, e batia foto, e dançava… Ah pronto, a la a geração Tik Tok. Depois que eu vi, atrás do monumento, tinha sacos e sacos de roupa, acredita? As meninas ficavam trocando de roupa para poder fazer vídeo no TikTok, Rapaz…

Sai de lá e continue passeando pela cidade. Só uma coisa me chamava a atenção. Cara, tinha uns veículos de combate imensos pelas ruas da cidade. Achei estranho, já que Botsuana é um país estável e seguro. Quando eu cheguei no prédio do parlamento para bater foto, mano, era viatura de polícia que não acabava mais. Resolvi perguntar para uns caras engravatados o que estava ocorrendo.

Rapaz, para que, os caras já mandaram um “para que você quer saber?” e na hora eu saquei que eles eram policiais a paisana. E começa os caras a me interrogar. Quem eu era, de onde eu vinha, porque eu tava ali, quando eu tinha chegado em Botsuana… Só sei que na hora deu uma vontade de ir embora, rapaz… Depois que eles viram que eu era só um turista que me explicaram que estava tendo um evento e quatro presidentes africanos estavam presentes, por isso todo aquele aparato policial. Inclusive pediram para eu não bater foto, deixar para bater foto no outro dia. Bater foto? Eu caí foi fora logo. Tá louco. Saí de lá e fui para o museu nacional de Botsuana. Se quiserem ver foto do parlamento baixem na internet.

Pô, do lado de fora do museu um prédio mó bonito. Tinha tudo para ser bem legal. Tinha o que lá dentro?

Museu nacional de Botsuana

Nada

Literalmente nada

Não tou zuando, a única exposição que tinha era da história do Sushi

JURO

Provavelmente estava sendo bancada pela Embaixada do Japão, já que tinha um japonês lá explicando como se faz sushi. Decepção define.

Vai um sushi de plástico aí, patrão?

Depois que saí de lá resolvi ir para um safári que tinha dentro da cidade de Botsuana e aparentemente dava para ir a pé. Sim, a pé. Não tinha carnívoros, só zebras, avestruzes, impalas, essas coisas. Cheguei lá, uma chuva da moléstia. Mais uma vez o azar. Nem desci do carro, pedi pro motorista me deixar no Airbnb de volta pagando o dobro do preço da corrida. Desci do carro, encostei as costas na cama e…? Abriu o sol. Chama outro Indrive e vamo de novo pro safári. Rapaz, não foi eu chegar lá e descobrir que eu não podia fazer o safári a pé? Sim, você podia ir sozinho, podia descer do carro, bater fotos, mas não era como caminhar no Ibirapuera, também não era bagunçado assim. Rapaz, o jeito foi eu pedir de novo pro motorista do Indrive não ir embora. Pedi para ele me deixar em um shopping para eu procurar algo para comer e acabar aquela maré de azar. Cê tá louco, o primeiro dia deu tudo errado.

Subindo a Kgale Hill, a maior montanha de Gaborone

Como em um dia eu já tinha visto tudo o que eu queria em Gaborone, no segundo dia resolvi subir a Kgale Hill. Com cerca de 1.300 metros de altitude, ela se destaca no meio da paisagem e funciona como um mirante natural da capital. Tem uma trilha até o topo que muita gente da cidade já fez. Ela é curta, mas íngreme, então já dá para dizer que você fez “uma aventura” sem sofrer muito. Pois bem, lá fui eu.

Quando fui pesquisar como era subir a tal da Kgale Hill, quase desisti só de ler as barbaridades. Metade da internet dizia que a trilha era “extremamente difícil”, a outra metade estava em pânico absoluto por causa dos supostos babuínos odiadores de humanos que supostamente atacavam quem subia a colina. Aí, pra completar o terror psicológico, cometi o erro de perguntar pro ChatGPT. Rapaz… ele me descreveu praticamente a sucursal do inferno: disse que antigamente davam comida pros babuínos e hoje qualquer pessoa com mochila virava alvo. Se tivesse cheiro de comida, já era: mochila rasgada, bolso rasgado, dignidade rasgada — um autêntico arrastão babuínico. Disse também para não abrir embalagem nenhuma (porque poderia fazer os babuínos acharem que você estava com comida) e ainda mencionou um tal de babuíno alfa lendário, que se implicasse com você sentava no meio da trilha e te obrigava a andar de ré calmamente — porque se corresse, era perseguição e morte.

Beleza, obrigado internet.

Pra fechar o combo do pânico, o motorista do Indrive resolveu colaborar. No meio do caminho, ele perguntou o que eu ia fazer ali. Eu falei que ia subir a colina. Aí veio o golpe final:

Sozinho?

Quando eu disse que sim, ele respirou fundo, me olhou pelo retrovisor e soltou um “tenha cuidado… o caminho é muito desafiador”. Perfeito para acalmar qualquer um, né? Quando ele me deixou no pé da colina, tinha uma patrulha de babuínos me encarando. Eu olhei pra um lado, pro outro… pensei em desistir… mas aí o carro já tinha ido embora. Pronto. Começou oficialmente o modo survival horror Botsuana edition.

Se liga como era a entrada do lugar

Pensei: pronto, arrumei pra minha cabeça. Uma trilha que, pelo que eu tinha lido, era praticamente o Everest versão Botsuana, com babuínos psicopatas armando emboscada. Já estava ali mesmo — então bora. Na pior das hipóteses, era só um fim de semana normal no Rio de Janeiro. Decidi que só ia caminhar por trilha bem marcada e, no primeiro sinal de encrenca — trilha fechando, bifurcação suspeita, mato com cara de “vai te perder sim”— eu dava meia-volta, voltava para a entrada da trilha e fingia que nunca tive essa ideia. E fui com uma pedra na mão, porque vai que eu encontrava o tal babuíno macho alfa mitológico? Eu não ia provocar, mas se ele resolvesse ser doido, eu já estava pronto pra ser doido em dobro.

Fui indo.

E indo.

E indo.

E…

Cheguei no topo.

Na hora bateu aquela sensação “é só isso mesmo?”. A trilha era toda demarcada, e em vários trechos até cimentada. E pra ver o nível de civilização da coisa: o Google Maps mostrava o caminho certinho, como se eu estivesse indo comprar pão. Não vou mentir: é subida e cansa um pouco. Mas, sinceramente? 30 minutos andando e pronto, estava lá em cima vendo Gaborone inteira. No meio do caminho até cruzei o caminho de um gordinho descendo com camisa da Alemanha, enquanto eu estava com a do Brasil. Clássico.

No topo tinha uma torre, provavelmente de telefonia

E os famosos babuínos assassinos?
Além dos que estavam no pé da colina, quantos eu vi?
Absolutamente nenhum.

No meio da trilha larguei até a pedra da “autodefesa”. Já estava era torcendo pra aparecer ao menos um babuíno pra justificar o drama todo — nem isso. A trilha foi tranquila, sem ataque, sem bicho, sem caos, sem arrastão. Valeu pelo passeio, pela vista e pela história… mas a real é que foi bem mais tranquilo do que qualquer pessoa (ou qualquer ChatGPT) tinha me avisado.

Só vi babuínos um pouco longe da entrada e ainda assim, corriam quando achavam que eu ia chegar perto

Ficou para outro dia o encontro com o babuíno alfa demoníaco. Quem sabe na lua cheia da sexta-feira 13.

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Botsuana: Democracia, Gaborone, Chobe e Kasane: como é viajar pelo país mais estável do continente

A primeira coisa que eu tenho que dizer é que, se na viagem Zâmbia/Zimbábue eu tive uma maré absurda de sorte, em Botsuana foi exatamente o oposto. Impressionante como absolutamente tudo resolveu dar errado ao mesmo tempo. Nada sério, nada envolvendo saúde ou segurança — graças a Deus — mas todo o resto parece que entrou num complô pessoal. Depois eu vou detalhar essa novela, mas já adianto: foi um festival de azar.

Inicialmente, meus planos para Botsuana eram simples: visitar só a capital, Gaborone. Mas quando eu estava montando o roteiro para Zâmbia/Zimbábue, descobri que dava para fazer um bate e volta, um passeio de um dia, de Livingstone até Kasane, em Botsuana, para conhecer o famoso Parque Nacional de Chobe. Pensei: “Uai, é agora!”. E paguei pelo day tour. Antes de contar como esse passeio virou uma comédia de erros, deixa eu explicar um pouco da história de Botsuana — porque esse país é bem mais interessante do que parece no mapa.

Botsuana: o país africano que transformou tradição, política e diamantes em estabilidade

A história moderna de Botsuana começa com a chegada dos britânicos no final do século XIX, quando o território passou a ser administrado como o Protetorado de Bechuanalândia. Nessa fase crucial, três líderes locais — Khama III, Sebele I e Bathoen I — enxergaram o risco de serem anexados pela Rodésia de Cecil Rhodes (hoje Zimbábue), que avançava agressivamente pela região. Os três viajaram até Londres e conseguiram convencer a Coroa britânica a manter Botsuana como protetorado separado, evitando que suas terras fossem tomadas. Essa negociação foi decisiva para o futuro do país e hoje é lembrada no Monumento aos Três Chefes, em Gaborone, que simboliza coragem política e visão estratégica.

Monumento aos três chefes, principal monumento de Gaborone, capital de Botsuana
Sim, tinha umas meninas desfilando lá e fazendo vídeos para o Tik Tok. Cara, elas tinham, literalmente, um saco de roupas para ficar trocando a cada desfilada que elas faziam. Engraçado demais. Sim, eu já fui jovem, eu também fazia coisas assim (não, não desfilei em monumentos, mas você entendeu o meu ponto)

Botsuana conquistou sua independência em 1966 e deu início a uma trajetória singular no continente africano. Ao contrário de muitos países vizinhos, que enfrentaram golpes militares, guerras civis e ditaduras logo após a saída dos colonizadores, Botsuana adotou uma democracia estável desde o primeiro dia. O país era pobre, praticamente sem infraestrutura, mas possuía algo raro: uma liderança pragmática, comprometida e com visão de longo prazo. O primeiro presidente, Seretse Khama — neto de Khama III — combinou tradição local com governança moderna, criando instituições sólidas e um ambiente político que valorizava consenso em vez de confronto.

Além disso, Botsuana investiu os recursos dos diamantes em escolas e universidades e mandou estudantes estudarem na Europa. Quando eles voltaram, eles já eram engenheiros, médicos, administradores públicos, criando uma forte classe média negra que é raro você ver em outros países subsaarianos.

O resultado dessa combinação foi extraordinário. Botsuana se tornou um dos países mais estáveis e bem administrados da África, com crescimento econômico consistente, baixa corrupção e serviços públicos que funcionam melhor do que a média regional. A descoberta e o uso responsável dos diamantes impulsionaram o desenvolvimento, mas não criaram a dependência predatória que arruinou outros países. Hoje, Botsuana é considerado um modelo de democracia africana: segura, previsível e com instituições fortes. Para quem visita a região, a diferença é nítida — é um país que escolheu o caminho da estabilidade e colhe os frutos até hoje.

Os shoppings são lotados de negros consumindo. Isso pode parecer bobeira, mas em outros países africanos, você só vê brancos nos shoppings e os negros trabalhando. Em Botsuana não, lá há uma classe média negra bem forte

As etnias de Botsuana formam um mosaico cultural organizado em torno de grupos conhecidos como Tswana (ou Batswana), que deram origem ao nome do país. Esses grupos são divididos em chefias tradicionais que ainda hoje têm influência política e social, mesmo dentro da estrutura moderna do Estado. Cada etnia possui seu kgosi (chefe), responsável por decisões comunitárias, resolução de conflitos e pela manutenção de tradições. Apesar das diferenças entre os grupos, existe uma identidade coletiva forte e valores compartilhados, elementos que ajudaram Botsuana a manter estabilidade política desde a independência.

O clima do país é semiárido, com longos períodos de seca, solos pobres e chuvas imprevisíveis. Nesse contexto, a água sempre foi um recurso extremamente valioso, essencial para o gado e para a vida no deserto do Kalahari. É por isso que a palavra “pula”, que significa literalmente chuva, se tornou tão simbólica a ponto de virar o nome da moeda nacional. Isso faz lembrar que cada gota conta. Eu só não vi esse semiárido todo que falaram, porque eu não consegui lavar a roupa quando estive por lá do tanto que choveu todos os dias e não ia ter como secar.

Safári no Chobe: a parte épica, a parte frustrante e a parte engraçada

Como eu já estava na Zâmbia e existia um bate-volta bem famoso até o Parque Nacional de Chobe, em Botsuana, pensei: por que não? Chobe é um dos parques mais conhecidos da África — criado em 1968, tem quase 12 mil km² e abriga a maior concentração de elefantes do continente, mais de 100 mil vivendo soltos. O rio Chobe corta o parque garantindo água o ano todo, e por isso atrai de tudo: búfalos, hipopótamos, girafas, crocodilos e uma infinidade de aves. Tem o combo completo: safári terrestre de manhã, safári de barco à tarde. Clássico.

O day tour funciona assim: sete da manhã a van já está buzinando na porta da sua pousada em Livingstone. Te levam até a fronteira com Botsuana, você carimba saída, carimba entrada, troca de carro e pronto — já começa o safári terrestre. A promessa era épica: centenas, milhares de elefantes caminhando a centímetros do carro. O guia falava como se fosse quase um tsunami cinzento andando pela savana. A expectativa era grande.

Quantos elefantes eu vi? 100 mil? 1.000? 100?

ZERO.

Cara, acredita nisso? Me venderam o apocalipse elefantídeo e eu não vi um único elefante. Depois descobri que, nessa época do ano, ainda restam várias lagoas pelo parque por causa das chuvas, então os bichos ficam dentro da mata, escondidos, sem precisar ir até o rio beber água.

Claudiomar triste.

O safári até começou promissor: em cinco minutos encontramos um leopardo no topo de uma árvore com sua refeição — um antílope recém-abatido pendurado ali como um troféu. O bicho estava deitado no galho como se fosse a melhor rede do mundo. Pensei: se começou assim, imagina o resto. Mas não teve resto. Depois disso, vimos alguns búfalos, uns antílopes tímidos e… nada. O safári ficou tão parado que eu literalmente dormi no carro. Claudiomar triste, novamente.

Consegue ver o antílope ali em cima?

À tarde veio o famoso safári de barco no rio Chobe, o mais esperado do passeio. Ali é o momento em que, teoricamente, os elefantes atravessam o rio, os hipopótamos brigam na água e os crocodilos ficam à espreita. E… adivinha? Zero elefantes de novo. Pelo menos hipopótamos e búfalos apareceram em quantidade, e conseguimos ver uns dois crocodilos sem graça.

Foi melhor que nada. Interessante é que o rio delimita a fronteira entre a Namíbia e Bostuana. No lado de Botsuana é um parque, não pode plantar, criar animal, pescar… no lado da Namíbia… bem… dane-se. A gente passava de barco e via os bois pastando na margem do rio e um vaqueiro espantando eles da margem para eles não serem comidos por crocodilos.

Lado da Namíbia, tão nem aí. É vaca, é boi, é chalé para alugar…

A única parte realmente engraçada foi uma menina que, toda vez que aparecia um animal, se agarrava no namorado como se o leopardo fosse pular dentro do barco. Pensei: deve ser americana, sueca, suíça… Não. Era a única menina zambiana do barco. A ironia da vida.

As lixeiras tem que ser praticamente blindadas pros bichos não saírem comendo lixo

No fim do dia voltamos pra Livingstone. Foi legal? Olha… acho que fiquei mais animado por ter passado pela minha primeira quádrupla fronteira (Namíbia, Botsuana, Zimbábue e Zâmbia ao mesmo tempo) do que pelos próprios animais. Hipopótamos eu já tinha visto indo pra Piscina do Diabo, crocodilo eu já vi aos montes no Pantanal… então digamos que foi frustrante.

Mas pelo menos não choveu nenhum dia e consegui fazer tudo o que tinha programado nessa viagem maluca.

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