Hora de dizer adeus ao sonho! =( Fiji Islands, simplesmente sensacional!!

Pois é galera, hora de ir embora de nossa terceira ilha visitada em Fiji. Antes de ir embora ainda pedi pra bater uma foto com um dos pescadores de lá, o cara era gente boa pacas!! O mais engraçado foi o bicho falando comigo quando eu ia embora: “Brasil, quando é que você volta?”, eu dei uma risadinha e só perguntei: “Meu filho, tu sabes aonde fica o Maranhão?”

Pegamos o nosso barco novamente e fomos para Kuata, a minha última ilha. Como cheguei no domingo não pude desfrutar de nenhuma atividade da ilha. Kuata foi apenas uma ilha “relaxamento”, afinal eu já estava há 6 dias em Fiji, sendo que 5 dias tinham sido de puro mergulho, sol nas costas e pouco protetor solar. Fiquei feliz porque mais uma vez pude conversar com pessoas não-inglesas (não que eu não goste de ingleses, mas é que a outra ilha SÓ tinha inglês) e, claro, reencontrei a austríaca gente fina que eu fiquei junto na segunda ilha. Mas foi muito engraçado, eu não sei por que cargas d´água a mulher tava muito estranha. Eu quando a vi abri um sorrisão de orelha a orelha, pois apesar de não poder tentar nada com ela (ela tinha namorado) ela era MUIITOO engraçada. Quando fui falar com ela, a mulher me deixou no vácuo (me deixou falando sozinho pros menos íntimos), tentei mais uma vez e a mulher só me deu um “oi” geladíssimo. Sério, quem antes estava super gente boa e engraçada, agora parecia uma pedra de gelo. Lembrei que a mulher era austríaca e que europeus são MUIITO estranhos. Acabou que descobri que a mulher tava meio mal, porque uma onda de diarréia (caganeira pros menos íntimos) começou a assolar todo mundo que estava por lá e a coitadinha tava se vazando toda. A noite fui jantar e depois de comer começou a ocorrer algo muito massa, os fijianos se reuniram pra poder beber a famosa e ritual Kava.

Tecla Pause

Kava é uma raiz que cresce nas ilhas Fiji. Vou descrever como funciona. Os nativos pegam as raízes e as pilam obtendo um farelo. O farelo é posto dentro de uma toalha e mergulhado num pote de água morna. A água entra na toalha, dissolve a Kava e sai da toalha em solução Água+Kava. Como a Kava não consegue atravessar a toalha, ela só sai da toalha dissolvida, o que nos faz obter um líquido de péssimo gosto e de péssima aparência, mas como eu tou em Fiji, tudo é festa!

Tecla Play

Os fijianos se reuniram na sala de jantar pra fazer o que eles costumam fazer todo santo dia, beber a Kava num ritual interessante. Eles colocaram a esteira no chão e ficaram chamando os turistas para poder tomar com eles. Os europeus nem deram bola pros pobres coitados, preferiram ficar em outro ritual com outra erva bem conhecida do mundo ocidental, particulamente nas festinhas australianas. Eu como não sou chegado, apenas terminei o meu jantar e fui sentar junto com os nativos. Os caras curtiram pacas eu ter ido pra ficar com eles, ficaram MUIITO felizes. Claro que o passaporte Brasil ajudou um pouco, mas nada que valorizar um pouco as pessoas que não são branquelas e de olho claro como você não ajude também. E lá fui eu tomar esse troço!! Caraca, o gosto é terrível e o cheiro era pior que o de uma cueca suada, mas a sensação que acontecia com a sua garganta era algo extremamente prazeroso. Na primeira lapada de Kava, ela desce rasgando, mas não rasgando como uma lapada de cana, desce rasgando anestesiando todo o seu esôfago. Os nativos me falaram que isto era normal na primeira lapada, por isso me alertaram de ir de leve, tanto por causa do esôfago quanto por causa do estômago. Mas acabou que eu fui lá, bebendo com os cidadãos. A sensação que começa a ocorrer com você é algo bem legal. Você começa a se sentir relaxado, mas relaxado mesmo, dá vontade de já sair de lá direto pra cama. É muito difícil descrever o que acontece com você depois de beber aquele líquido estranho, mas o que eu digo é que foi uma experiência super interessante. Mas a pergunta crucial que todos me fazem é: Kava é uma droga?. Resposta: NÃO SEI!! Não sei qual o conceito pra você classificar uma certa substância como entorpecente ou não, talvez seja o ataque ao sistema nervoso central. Como eu não sabia perguntar em inglês: “Nativo, a Kava ataca o sistema nervoso central? Se ataca qual sistema nervoso é? O simpático ou o parasimpático?” vai demorar um bom tempo pra eu saber a resposta. Mas isso não é importante, o importante é que o Banco Real dá 10 dia… digo, o importante era estar com o povo de lá, conversando e me divertindo com eles.

Naquela noite eu pude perceber o quanto a vida pode ser simples para algumas pessoas. Conversar com os nativos é algo bem legal. A maioria dos nativos que eu conheci moram mesmo na ilha do resort, na vilazinha deles. Eles nasceram lá, seus pais nasceram lá e seus filhos e netos provavelmente irão nascer naquela ilha. Quando eu perguntava o que ele achava de morar tão isolado de tudo e de todos, ele só me apontava aquele mar cristalino e falava: “O que você acha da minha casa? Você precisa de mais do que isso?”. Eu insistia e perguntava pra um ou outro se eles não já chegaram a pensar em mudar pra uma ilha maior e com mais infraestrutura, aonde eles poderiam ter acesso a mais bens materiais, algo como televisões, internet, computadores e etc… – “Brasil, Nasci aqui e vou morrer aqui, aqui eu tenho o meu sustento, vivo bem, tenho meus amigos, trabalho só até as 4 da tarde e tenho uma praia maravilhosa, minha vida é aqui, amigo” – era o que eles me respondiam. Cara, é algo bem louco isso, desde o dia que o cidadão nasce, até a sua morte, praticamente todos os dias são iguais. Acorda cedo, trabalha no resort, recebe os novos hóspedes cantando e tocando violão e à tardinha jogam vôlei. Beleza, é algo legal pra relaxar e talz, mas viver 2 meses sem internet, sem balada, sem computadores, sem telefone, poderia ser algo que me levaria ao suícidio. Mas eles pareciam bem satisfeitos com a vida que levavam, uma vez ou outra eles fazem uma viagem pra ilha principal e terminam suas vidas sem nunca ter viajado mais do que 300 km do local em que nasceram. Confesso que sinto um pouco de inveja da minha vida não poder ser tão calma quanto a dos nativos, sem preocupação acerca de provas, empregos, dinheiro e etc… “Minha única preocupação nessa ilha é viver e tomar Kava, amigo” outro nativo me explicitou. Apesar de tudo isso, vai demorar um pouco pra eu trocar a minha calça jeans por uma tanga e trocar minha vida de rato de cidade. 🙂

No outro dia de manhã, resolvi dar uma volta e sair conhecendo a galera e vendo de onde todo mundo era. Os ingleses, pra variar, eram praga novamente, posso dizer que mais da metade da ilha eram ingleses. Mas foi engraçado eu conversando com uma menina lá. Eu fui perguntar pra ela de onde era e ela me respondeu só “LA” (él êi a pronúncia em inglês). Hãn? “LA? What is LA?” – eu perguntei – LA? Los Angeles, amigo! Estadunidense é prepotente, né? O cara de Berlim, Londres ou Paris pode falar que é dessas cidades, mas primeiro o cara fala o país pra depois falar a cidade, a americana não, ela queria falar era logo a cidade. Mas eu também tirei uma onda com ela. Ela me perguntou: E você, de onde és? – EME ÊI (MA)!!! – eu respondi. Ela me olhou com uma cara meio estranha e perguntou: “MA? What is MA?” – eu peguei respondi – MA? MA É MARANHÃO, ora bolas!!! Brasil!!

Neste dia não aconteceu nada muito digno de nota além dessa tirada que eu dei na estadunidense. O único que merece ser digno de nota foi o meu último mergulho nas piscinas cristalinas de Fiji. Foi simplesmente IRRADDO!! Eu já estava começando a ficar entediado de tanto olhar corais coloridos, peixinho de todos os tamanhos e etc.. Mas acabou que mais uma vez Fiji me surpreendeu. Eu estava a mergulhar quando o mar começou a ficar um pouquinho mais agitado e começou a quebrar alguns corais e começou a acontecer algo interessante, os pedaços de corais começaram a ficar em suspensão na água. Do nada apareceram MILHARES, eu diria DEZENAS DE MILHARES de peixes prateados de mais ou menos uns 7 cm e começaram a comer vorazmente os pedaços de corais. Sim e onde eu entro nisso? Eu tava simplesmente NO MEIO DOS PEDAÇOS!!! Caraca, era MUIITO peixe!! Eles estavam em cardume e começaram a me cercar, eu fiquei literalmente NO MEIO do cardume. Eu nadava dentro do cardume e eles iam criando espaços pra eu passar e depois iam fechando em mim. Os peixes eram prateados e o sol refletia neles e criava tipo um arco-íris MUIITOO IRRAADDOOO!!! Mas muitos peixes pequenos é sinal de que? Claro, sinal de peixes maiores!! E eu lá, naquela cena preocupante. Os peixes bailando ao meu redor e eu lá no meio, suculento e cheio de carne. Foi legal, mas grande parte do tempo eu fiquei procurando, olhando se não via um amigo nosso cheio de dente (carinhosamente chamado de TUBARÃO) pra vim conversar com nossos amiguinhos. Apesar de tudo, foi o melhor “goodbye” que as ilhas Fiji poderiam ter me dado.

Pegamos o barco e fomos seguindo pra ilha principal novamente, quando cheguei no albergue o carinha me perguntou em que quarto eu gostaria de ficar. Eu nem pensei duas vezes, emendei logo um “the cheapest one” (o mais barato) e o cidadão só pediu pra eu seguí-lo novamente. Juro que certas vezes eu me arrependo por falar coisas sem pensar e no caminho eu fui pensando nisso, como eu poderia pagar caro por escolher ficar no quarto mais barato. Juro que no caminho eu fui me sentindo como um judeu caminhando para uma câmara de gás nazista. Quando o cidadão me apontou o quarto ele nem abrir a porta pra mim ele abriu, juro que fiquei com medo do que aconteceria quando aquela porta fosse aberta, medo de voarem cobras, aranhas ou coisas do tipo. Rapaz, na hora que eu abri o quarto, O QUE FOI AQUILO? Tinha simplesmente CINCO INGLESAS DE CALCINHA!!! Isso, cinco inglesas só de calcinha, umas com uma camisetinha outras só de sutiã mesmo, conversando. Juro que foi um choque quando eu vi aquilo. Não que eu nunca tenha visto mulher daquele jeito, mas daquele número, com aqueles trajes, ao mesmo tempo foi a primeira vez. Confesso que fiquei meio que sem-graça e pedi desculpa por não ter batido na porta antes de entrar, ela falaram que tava tranquilo. Eu achando que elas iam se vestir quando eu entrasse no quarto.. que nada.. elas continuaram só de calcinha conversando entre elas, nem ligando pra mim. Como eu vi que não ia ser possível ficar comportado ou pelo menos sem ficar olhando as “partes” das “coitadinhas” naquele quarto que mais parecia um harém, resolvi descer pra poder comer alguma coisa. E tome choque cultural novamente. Acontece que eu sou brasileiro e o pior, eu sou maranhense. Cheguei no restaurante do albergue, já fui puxando uma cadeira, sentando todo à vontade e comecei aquele comportamento de buteco, né? Comecei a chamar a garçonete assoviando e gesticulando com as mãos, no melhor estilo “Ê campeão, desce um hambúrguer pra rapaziada aí, chegado”. Rapaz, a garçonete veio de lá que mas parecia um bicho, só faltou cuspir em mim. Quando eu vi a reação da garçonete que eu fui perceber que o meu comportamento não era “adequado”. Todo mundo comendo caladinho, ninguém nem chamava a garçonete, ela que vinha pra poder lhe servir. Quando eu ficava balançando os braços e gritando: “Ê garçonete, vem cá!!” ficavam aqueles ingleses tudo me olhando com uma cara feia. Beleza, eu sei que existem certos locais em que você deve adotar posturas adequadas, algo como um jantar com um chefe ou pior, um jantar com o sogrão e a sogrona, mas tipo, aquilo era UM RESTAURANTE DE ALBERGUE. Mas tudo bem, comecei a me comportar como se estivesse em um restaurante cinco estrelas. QUando eu menos me espanto, a mulher vem com aquelas colheres de macarrão (acho que é espátula o nome disso) e joga algo cilíndrico e branco no meu prato. Fique felizão quando eu vi aquilo!!! BEIJÚ!!!! E já fui caindo de boca pra comer! Rapaz, que vergonha eu passei viu? O troço não era beijú não, o troço era uma toalha!!!!! PRA QUE DIABOS UMA MULHER VAI ME PEGAR UMA TOALHA COM UMA ESPÁTULA E COLOCAR NO SEU PRATO? Juro que várias coisas me marcaram em Fiji, piscinas azuis, águas cristalinas, peixes coloridos… Mas a cara de espanto que a garçonete fez (ainda mais que eu tava parecendo um homem das cavernas, já que eu estava há quase duas semanas sem fazer a barba e de cabelo grande) quando eu enfiei a boca na toalha foi algo simplesmente IMPÁGAVEL!! Ela veio na minha direção e me explicou que aquilo NÃO ERA DE COMER!!! Eu juro que na hora, eu morrendo de vergonha, ainda pensei em tentar uma saída honrosa, algo do tipo “não, é que no Maranhão é costume milenar comer toalhas brancas no jantar, você deveria experimentar, sabia?”, mas preferi me comportar que nem o PT e ficar quieto pra ver se abafava a situação constrangedora e logo todo mundo esquecia. Depois de um tempo ela foi me explicar que aquilo era uma “toalha refrescante”, pois como o país é muito quente, a galera pena pra poder aguentar o calor. Então eles pegam algumas toalhas de rosto brancas, molham, colocam na geladeira e depois saem distribuindo pra galera poder se refrescar, quando eu olho pras outras mesas, a inglesada todinha só faltava se enrolar na toalha de rosto. E passava na cara, e passava no braço, e passava na costa e enfiava dentro da camisa. Deus meu.

Depois de comer, resolvi dar uma acessada básica na internet pra poder ver se tava tudo certo em Sydney, mas foi até barata a internet. Nada que 40 REAIS A HORA não desse pra pagar. Caraca, na hora eu fiquei foi com medo!! Só pedi meia hora e ainda assim com aquela pena de gastar, deus me livre. Volto pro quarto e encontro só uma das cinco inglesinhas do quarto. Ela tava de toalha indo tomar banho. Troquei uma idéia com ela e quando ela foi pro banho eu comecei a pensar: “rapaz, eu vou dar um jeito de ficar inchado pra poder chamar a atenção da mulher”, comecei a pensar o que fazer. Tive a idéia perfeita: “Por que não fazer algumas flexões?”. Ranquei a camisa e comecei a pagar flexões no chão. Eu só tava era preocupado com alguma outra inglesa abrir a porta e dar de cara com aquela cena ridícula, um frigobarzinho com os pés apoiados na cama e fazendo flexão de braço. Mas graças a deus ninguém apareceu. Rapaz, eu acho que eu fiz umas 100 ou 150 flexões alternadas com séries de 15 repetições, sem brincadeira. Quando ela veio eu tava mais inchado que sapo cururu têitêi, foi muito engraçado, eu virei pra ela e perguntei: “E aí, cê vai fazer o que agora?”, ela só respondeu: “Dormir” e me deixou sozinho. E lá foi eu dormir que nem um bobo, mas claro, um bobo todo inchado.. uhaeuhaeuheauhae

Quando foi de manhã, resolvi dar um rolê melhor pelo centro da cidade de Nadi (uma das mais importantes cidades de Fiji). Antes, claro, tomei algumas precauções: cinco dólares no carteira e cinquenta dólares escondidos no bolso (vocês vão já entender), camisa amarrada na cintura (pra parecer maloqueiro), sem máquina digital e sem minha bolsa da PUMA. Quando cheguei no
centro e comecei a dar aquele rolê, veio aquele espanto. Cara, não tinha nada no centro da cidade! Sério, parecia que eu caminhava por um dos bairros mais pobres de São Luís. Cara, era muito sinistro! Tudo sujo pra caramba e muita, MUITA pobreza. Fiji é um país em que a pobreza fica escancarada na sua frente, era algo que mesmo eu, que venho de um dos estados mais pobres do Brasil, nunca tinha testemunhado. Comecei a andar no meio da rua e mais uma vez fui abordado por um Fijiano querendo “conversar”. O cara veio com umas conversas tortas e não parava de me seguir, eu já tava ficando de saco cheio do cidadão, até que eu percebi o que ele realmente queria. O cidadão praticamente me enfiou dentro de uma loja e veio “todo gente boa”, abriu um mapa de Fiji e começou a me mostrar: “Olha aqui, eu sou dessa vila, Fiji tem não sei quantas ilhas e não sei o que”. Na verdade eu saquei logo que eles queriam fazer eu comprar a loja inteira, como eu tava com o tempo curto e com medo de alguma represália caso eu não comprasse nada (o que poderia ser possível, já que eu NUNCA vi um guarda no meio da rua em Fiji), abri minha carteira e falei pro cara que eu só tinha cinco dólares australianos e nada mais (pura mentira, já que eu ainda tinha cinquenta dólares escondido no bolso). O cidadão não gostou muito. Me deu um colarzinho véio, que em outra loja estava sendo vendido por 1 dólar, disse que era 5 dólares e me deixou ir. Saí de lá injuriado da vida já que eu odiei o cordão. Mas aconteceu algo MUIITOO massa. Eu entrei em outra loja do centro da cidade e o que eu vejo pra vender? CHOCOLATE BRASILEIRO!!! Caraca, IRRAADDOO DEMAIS!!! Achei mais um produto brasileiro sendo vendido no MEIO DO OCEANO PACÍFICO!!! Meu, e não era só um tipo não, tinha chocolate em barra, tinha caixa de bombom da lacta, tinha barra de chocolate LAKA!!! E claro, tudo devidamente escrito em português. Não bati foto porque eu tava sem minha digital. 😦

Na volta, o que eu acho no caminho? Uma plaquinha perdida no meio da selva fijiana. Era uma plaquinha simpática, escrito BULA!!! Em cima da plaquinha tinha uma letra ocidental. A letra era meio amarelada. Era uma letra “M”. O que era? Alguém tem algum palpite? Rapaz, eu achei um MAC DONALDS!!!! Caraca, depois de 7 dias tomando água QUENTE, da CHUVA, comendo bolacha brasileira e BEM pouco, comendo mamão (eu ODEIO mamão), tomando sopa e comendo carne com batata, frango com batata, brócolis com batata, mamão com batata, batata com purê de batata, batata com batata (eu inclusive já estava achando que eu iria virar o HOMEM-BATATA!!!! DE TANTO COMER BATATA!!! E ah sim, EU ODEIO BATATA!!) eu acho aquele oásis de civilização perdido no meio daquela selva chamada ilhas Fiji – “ESTOU SALVO!!!” – era o que eu gritava pulando que nem uma gazela ao correr em direção ao Mac Donald´s. Quando eu cheguei e a mulher me perguntou o que eu queria comer, eu não quis nem conversa: THE BIGGEST ONE (o maior de todos). A mulher me deu um Big Mac IMENSO, três sachês de ketchup, um saco com uns 20 quilos de batata frita e um copo de refrigerante, TRINCANDO DE GELADO, que ela só faltou trazer em um carrinho de mão. O copinho de refrigerante tinha apenas UM LITRO E 250 MILILITROS!! Rapaz, era algo BEM IGNORANTE MESMO!!! Na hora eu olhei pro céu e falei: Obrigado senhor por eu ainda fazer parte da civilização!!! God bless the Mac Donald´s!! Mermão, eu saí com um bucho do tamanho da barriga do Shrek. Mas essa refeição me custou caro, me custou o dinheiro do meu táxi. Tive que enfrentar uma caminhada de 30 minutos até chegar em casa, mas você acha que valeu? Eu seria capaz de ir e voltar mais uma vez só pra comer lá de novo!!!

Depois foi só chegar no hotel e pegar meu avião de volta pra Austrália. Dizer meu adeus triste para um dos mais belos e inacreditáveis lugares no planeta. Fiji foi simplesmente um sonho.

Bom… hora de parar por aqui… tá bom de escrever sobre Fiji, né? Tou no maranhão e agora é hora de descer pra praia porque ninguém é de ferro.

abraços maranhenses

6 comentários em “Hora de dizer adeus ao sonho! =( Fiji Islands, simplesmente sensacional!!

  1. Maranhenseeeeeeeeee….Agora que descobri que vc voltou para o Brasil! e que vc tb não gosta de batata🙂Que viagem, que sonho, héinm?!Muita Saudade de vc, viu?Vc me esqueceu não né?:0

    Curtir

  2. Oi Claudiomir!

    Cara, achei seu blog atraves do Google porque estou pesquisando para ir as Ilhas Fiji e o seu relato foi muito bom e divertido. Estou na Australia e devo ir em agosto.
    Se nao for pedir demais, soh queria saber qual o pacote que vc fez, porque tbm estou fechando um pra lah com essa historia de tudo incluindo e fiquei com medo de passar fome como voce… ainda mais porque estou levando minha namorada que vai chegar do Brasil.

    Obrigado

    Michel
    michelleite1974@yahoo.com.br

    Curtir

  3. OLÁ !
    Sou um viajante, escritor e colunista de jornal. Estou escrevendo um livro sobre viagens com a idéia de incentivar e ajudar as pessoas a viajar. É o resultado de um grande sonho e projeto, além de muitas pesquisas; O sonho de conhecer as maravilhas que existem na terra ( lugares diferentes, exclusivos, únicos ou pouco conhecidos, além dos tradicionais ) e também a realização e comprovação de que é possível viajar ao invés da necessidade inerente e avassaladora comum de consumo dos seres humanos e das sociedades.
    Tenho uma coluna no jornal site Paraná Online ( abaixo ) e já publiquei alguns textos em outros meios de comunicação. Estou ampliando a divulgação, pois tenho convicção que será um excelente livro de incentivo ao turismo e viagens, com roteiros e dicas importantes baseadas em experiências e argumentos contundentes de que viajar não é só para ricos e sim para aqueles que se esforçam e vêem o mundo como um só, com a possibilidade de cultura e conhecimento.

    Viajar é opção de vida, pois a única coisa que se leva dessa vida é a vida que se leva, afinal você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você !Destaco que é importante despreendimento e coragem com mensagens positivas para aqueles que sonham em viajar ou ir a um lugar distante, pois a única coisa que ninguém lhe tira são as lembranças, essas são para sempre, nada mais ! E quem não gosta de viajar ? O problema é que muitas vezes as pessoas ficam presas em certos paradigmas pessoais a serem quebrados. Tudo isso aliado a um alerta ao que os seres humanos estão fazendo com nosso planeta. É também um ensino de como podemos atingir nossos objetivos através do pensamento, da atração, das percepções e emoções, aliados ao impulso de curiosidade inerente ao ser humano em desbravar, com a idéia de nunca deixar para depois o que se pode fazer hoje, porque viver é impreciso … viajar é preciso !

    Convido para visitar o site e o blog. Qualquer idéia, elogio ou crítica são importantes para mim e se puder passar alguma dica ou indicação com relação a uma futura possível edição, apoio ou divulgação da idéia, também agradeço muito. Se por um acaso tiver algum site, blog ou saiba de alguém que o tenha e queira também fazer parceria em divulgação, já tenho alguns PARCEIROS expostos em minha primeira página do BLOG que está sendo muito visitado, no Brasil e no exterior por vários países e territórios por todos os continentes da terra como por exemplo Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Croácia, Dinamarca, Equador, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Islândia, Itália, Japão, Jordânia, Israel, Japão, Maurício, Maldivas, México, Moçambique, Noruega, Nova Zelândia, Peru, Portugal, Reino Unido, Rússia, Polinésia Francesa, Uruguai, Venezuela, Vietnã … e outros que talvez eu não me lembre agora …
    POR FAVOR, ENCAMINHE AOS SEUS CONTATOS QUE GOSTEM DO ASSUNTO.

    Muito obrigado.
    Aguardo sua visita, seu comentário e seu retorno …
    Felicidades, paz, saúde, bons negócios, sucesso…e boas viagens !

    Marcelo Kasprzak > http://www.omundoseuviaje.blogspot.com
    “ O MUNDO É SEU VIAJE ! “ Para você que deseja conhecer o lugar dos seus sonhos !
    http://www.parana-online.com.br/canal/viagem-e-turismo
    omundoseuviaje@hotmail.com

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s