Sanduíche recheado – Comendo na Índia

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:72.0pt 90.0pt 72.0pt 90.0pt; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;} /* List Definitions */ @list l0 {mso-list-id:1420443335; mso-list-type:hybrid; mso-list-template-ids:2123027680 -1581358556 67698713 67698715 67698703 67698713 67698715 67698703 67698713 67698715;} @list l0:level1 {mso-level-number-format:alpha-upper; mso-level-text:"%1\)"; mso-level-tab-stop:54.0pt; mso-level-number-position:left; margin-left:54.0pt; text-indent:-18.0pt;} ol {margin-bottom:0cm;} ul {margin-bottom:0cm;}

Essa aqui é uma rapidinha que eu esqueci de colocar no post passado.
Assim que voltei da minha visita ao Amber Fort, fui para o hotel tomar um banho. Troquei de roupas, saí do quarto e fui no restaurante do hotel disposto a fazer uma refeição. Peguei o menu que tava em cima do balcão e resolvi pedir um chappati (um pão indiano achatado, muito semelhante ao nosso famoso “pão sírio”) com frango.
Isto é um Chappati

<!– /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin:0cm; margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:72.0pt 90.0pt 72.0pt 90.0pt; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.Section1 {page:Section1;}

Fiquei enquanto escrevia no meu caderninho de anotações detalhes da viagem para posterior publicação no blog.
Depois de uns quinze minutos, veio o garçom e trouxe-me a refeição. A porção de carne de galinha em um recipiente e os pães achatados em outro prato branco. Guardei meu caderno, fui lavar as minhas mãos e voltei para a mesa.
Fui me preparando pra poder comer e quando peguei o meu primeiro pão, notei que ele estava levemente, er… “pesado”. Achei estranho e pensei: – Hum, o chappati dos caras aqui é recheado. Quando balancei um pouco pra ver o que tinha dentro, a surpresa. Chuta o que caiu em cima da minha mesa:
A) Uma moeda de dois euros
B) Um autógrafo do Michael Jackson
C) Uma ameixa
D) Pílulas de Polegarina do Chapolim
E) Uma barata.

Sim, amigos, como eu tenho a máxima certeza de que vocês acertaram, é realmente a resposta que vocês estão pensando. UMA BARATA que estava passeando dentro DO MEU PÃO caiu em cima do meu prato e começou a perambular na maior calma do mundo. Uma baratinha, assim, pretinha, de cascas duras e com seis pernas. Jeitosinha até… Passeava por cima dos meus outros pãos como quem ouvia uma canção: “olha que coisa mais linda mais cheia de graça…”
Nessa hora eu comecei a pensar: Cara, eu já tinha enfrentado muita coisa na Índia. Neguinho querendo me roubar (história aqui), criança se fazendo de besta pra cima de mim (história aqui), quase saí na porrada com dois malucos (história aqui), guia evacuando (história aqui), vacas andando pra tudo que é lado (história aqui) e até vaca eu pensei em cozinhar (história aqui), mas caramba, ver uma barata, assim, ao vivo e a cores, caminhando dentro de um prato foi algo inédito.
Fiquei estático só admirando aquela situação. Olhei pra barata, a barata olhou pra mim e ficamos naquela. Ainda troquei uma idéia com ela no melhor estilo: “Ow baratinha, eu paguei o pão pra só EU comer”.
Eu acho que ela se tocou e, como não queria rachar a refeição, resolveu ir embora. Depois que a barata foi embora bateu aquela crise existencial: “Comer ou não comer o pão?”. Pensei que seria mais sensato pedir para o cara trocar o chappati e me dar outro para eu comer, mas depois pensei melhor.
Pensem comigo. Aquela não deveria ser a ÚNICA barata que ele teria em toda a cozinha dele. Pra falar a verdade, olhando como o cara cozinhava, com as mãos e sem luvas, higiene não deveria ser o forte dele. Se ele trocasse o chappati, a única diferença que faria seria que ele pegaria um pão no qual AQUELA barata em especial não teria passeado. Se um pão que ele serve pra um cliente pode ter uma barata dentro, imagina quantas baratas ele não deve ter dentro da cozinha dele. Melhor então seria eu simplesmente falar que não queria mais e ir procurar outro restaurante. O grande problema é que o restaurante dele possuía um nível de higiene, digamos, “médio” para qualquer restaurante indiano que eu pudesse encontrar em Jaipur. Ficar ou não no restaurante dele era a diferença entre escolher a barata que eu queria que passasse por cima do meu pão. Pra falar a verdade, aquela baratinha parecia até ser bem bonitinha, arrumadinha, diria até limpinha. Acabei por dar só uns tapinhas no pão e comer assim mesmo. Aquele não era o primeiro pão que eu comia na Índia que já tinha tido contato com uma barata antes. Ele foi só o primeiro pão em que eu VI a barata que eu comi.
Isso é uma barata

São poucas as escolhas na Índia…

20 comentários em “Sanduíche recheado – Comendo na Índia

  1. ahahahah! Nada como deixar o sistema imunológico mais forte. Acabei de voltar de Xian e tava difícil, lá, viu… nenhum restaurante “mais ou menos”, só muito, muito, muito imundos. Pulei umas 2 refeições. Beijings! Lu

    Curtir

  2. me lembrou a músicaA Barata diz que tem sete saias de filóÉ mentira da barata, ela tem é uma sóAh ra ra, iá ro ró, ela tem é uma só ! Sérgio BragaIbiapina Ceará

    Curtir

  3. Pq a foto da barata tem a bandeira do Brasil na barriga??? Vc comeu um pão achatado, tipo esse daí que vc comeu, porém doce? É feito de grão de bico, muito bom! Só não sei o nome…

    Curtir

  4. arghhh, por que vc. colocou uma foto enorme da D. barata, ai não vou nem conseguir comer agora, seu doido varrido!tenho tanto nojo de barata, que se fosse eu, jogava longe o prato e dava um berro tão grande que a D. barata ia ficar de antenas em pé.tira a foto dessa barata, pelo amor de Deus!

    Curtir

  5. Eu também comeria!Há um tempo atrás, estava almoçando num lugar bem legal, no East Side de Manhattan, uma linda e colorida salada. De repente, para minha surpresa, surge dentre as folhas verdes, um ser animal… O que foi que eu fiz? Tirei o bichinho e terminei o prato! E eu não estava na Índia. Aliás, estou indo pra lá no próximo mês… Deus me ajude!

    Curtir

  6. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!Que NOJOOOOOOOOOOOOOO!!!!Como assim vc não me avisou que comeu aquele animal e ainda me beija…. ECA!!!!Nosso relacionamento nunca passou por uma crise tão brusca em 3 anos..Vc como um inseto, ainda por cima alguém do sexo feminino… Poderia ter sido ao menos um barato.. E ainda mente para mim..O céus, ó mar, ó vida!!¬¬

    Curtir

  7. <><>Como bem observaram lá em cima, nada como deixar o sistema imunológico mais forte. E sem contar que esta foi a que vocÊ VIU realmente, não preciso nem falar das outras centenas que vocês (e qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo) já tenham comido.Mês passado memso. Fomos eu e minha família em um restaurante lá no centro de São Paulo. Lugarzinho marromenos, mas a comida estava boa. Até a hora de ir embora, quando minha namorada e filha foram ao banheiro e voltaram com cara de nojo, relatando dezenas de baratinhas e besourinhos andando pela parede.O que os olhos não veem o estômago não sente.<><>

    Curtir

  8. “Como assim vc não me avisou que comeu aquele animal e ainda me beija…. ECA!!!!”kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!

    Curtir

  9. Creeeeeeeeeeeeeeeeeeeedo!Mas ó: o que os olhos não veem, o coração não sente. É melhor mesmo nããão saber o que passa pela comida… Aqui no Brasil também!

    Curtir

  10. mas óbvio que ele não comeu a barata! ele apenas não deixou de comer o pão porque ele encontrou uma barata dentro, esta obviamente não fez parte da refeição (como está claro no post)… interpretação de texto acho que não é o forte de vocês rsrrsr

    Curtir

  11. Taíze,Eu imagino que o Claudiomar escove os dentes e passa Listerine… como já dizia o ilustre Frank Aguiar: “lavou, tá novo!”

    Curtir

  12. Em termos exatos de interpretação de textos, a barata estava dentro do pão, logo, ela é parte do pão, independente de estar de “presente corpus” ou não. Sendo assim, conlui-se que o Baixinho comeu barata.. que nojo…Não, Maricotinha, eu não concordo com o “lavou tah novo”, principalmente, no âmbito barástico da coisa..Amor!!!Mesmo tendo comido barata, vc é o dono do meu coração, Te Amo!

    Curtir

  13. mEU QUERIDO cLÁUDIO, comer barata é um barato, em se tratando de país de último mundo, assim como o Brasil, as pessoas comem o pão principalmente com barata e acha bom!!!!

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s