Perambulando por Túnis – O museu do Bardo

Para mim a principal característica, e o que mais me espantou, de Túnis foi que… que… tchan tchan tchan… Cara… Só conheci taxista HONESTO em Túnis. DÁ PARA ACREDITAR? Sim, isso mesmo que você leu. A raça MAIS FILHA DA PUTA do planeta, aquela que apedreja carro do Uber, em Túnis é honesta! Tudo bem que taxista honesto é uma contradição em termos, mas lá realmente acontecia. Tive uma experiência semelhante no Saara Ocidental (leia mais sobre a história aqui), mas foi com um taxista, não com TODOS. Além de que pegar táxi lá era ridículo de barato. Só para ter uma noção teve uma corrida que eu, literalmente, cruzei Túnis de uma ponta a outra. Vinte e cinco quilômetros e ridículos 19 reais que tive que pagar. Acabou que eu nem me dava ao trabalho de pegar ônibus, só andava de táxi, que era muito barato e… honesto.
Além disso, se eu tivesse uma chance de imaginar como seria o paraíso, eu lembro de Túnis. Por quê? Cara, por todo canto onde você anda na cidade, em toda esquina, vende KEBAB! Bicho, eu sou MUITO viciado em Kebab e por mim comeria Kebab a vida inteira! Os tunisianos queriam me levar em restaurantes e eu só queria comer Kebab!
Outra parada super da hora de Túnis era o museu do Bardo. Nele estava uma coleção IMPRESSIONANTE de mosaicos romanos, além de peças da antiga Grécia, Cartago… Cara, mas parecia coisa do outro mundo. Obras de artes impressionantes, do tamanho de paredes inteiras. É o segundo maior museu da África depois do museu egípcio (para ver o post que fiz quando fui ao Museu do Cairo, clicar aqui).
Entrada do Museu do Bardo. Dá só uma olhada na imponência

Representações das quatro estações gravadas no túmulo
Único desenho conhecido do poeta romano Virgílio
Compara o tamanho desse mosaico usando como referência a cadeira
Dá para comparar o tamanho desse mosaico usando minha chinela. É… era o que tinha na hora
Porém, o que mais me impressiounou no museu foi que, apesar da imponência, ele estava simplesmente VAZIO. Além de mim, vi só uma excursão de tiozões franceses.
Por quê? Bem, esse já foi um museu super movimentado, mas em 2015 um grupo de terroristas sequestrou frequentadores e depois os passou na bala matando mais de vinte pessoas. Hoje entrar no museu é uma verdadeira operação de guerra.
Operação de guerra para entrar no museu. Se liga nas barricadas
Mosaico em homenagem às vítimas do ataque terrorista ocorrido no museu

Existe até um mosaico homenageando os que morreram no ataque. Um ataque dessa magnitude, com esse número de mortos, em um dos principais pontos turísticos da Tunísia, feriu mortalmente a indústria turística do lugar e é um dos motivos do aviso dos sites europeus para evitar viagens a Tunísia. Uma pena, pois o museu é coisa de outro mundo.
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