Pingyao

Depois segui para Pingyao, uma cidade histórica da China. Cidade chinesa padrão, suja, confusa e empoeirada. Tudo bem, isso não é problema, há várias cidades do Brasil que também são assim. A cidade em si era bem legal e charmosa. A parte antiga era cercada por muralhas e um belo exemplo de como era, e talvez funcionava, uma cidade chinesa na época imperial. Lógico que ela foi engolida por uma cidade moderna devido ao crescimento repentino chinês nos últimos anos.
No trem, conheci três franceses que depois ficamos andando juntos em Pingyao. Eles eram bem gente boa, odiavam imigrantes, diziam que eles estavam destruindo a França e que logo logo a sede da Al Qaeda ia ser transferida para Paris, enfim, uns amores de pessoas. De cada quatro palavras que conversávamos, três eram xingando os muçulmanos e africanos e que agora os franceses tinham que se submeter ao cúmulo de estudar história dos muçulmanos nas escolas. Adorei os três fofuchos e os apelidei de trio Le Pen. Versão francesa de uma amiga que conheciem Israel, a senhora Sharon! (leia a história clicando aqui)





E viva o Santana!!!
Igreja Católica em Pyngao

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