Comentários Comentados
1 – Bruno Bononi sabiamente comentou:
Velho, agora fica idiota falar, coisas de vidente “mãe Diná”, mas para mim estava na cara que tu não tinha catado Seu Ninguém.
Mas meu modo de raciocino é outro. Saca só:
Eu namoro há quase 3 anos e meio. E vaso eu tivesse um blog contando minhas peripécias da época de soltero, e sabendo que minha namorada estivesse lendo ele, mas NUNCA eu postaria uma historinha contado vantagem de pegador/garanhão de polacas fogosas.
Por mais de boa que seja a menina, por mais que ela não ligue (ou diga não ligar), por mais que ela não tenha ciúme e não se importe com teu passado, ficaria muuuuuuito mal sair contando estórias dos tempos de “terror das cocotinhas” para geral. Ainda mais num blog que, bem ou mal, faz médias diárias de mais de dezenas de acesso (milhares ao mês…).
Minha opinião.
Sem contar também que se tivesse rolado algo, pelo seu estilo literário, teria contado de maneira mais contida, deixando uma impressão de algo que não fora muito importante, uma mera passagem. Quando tu faz estardalhaço, cria clima e o cacete A4 a resposta é sempre uma:
Maranhense se fudendo no fim \o/
huahuahauhauhuahua[
Mas excelente post mesmo assim! Parabéns.
2 – Márcio Vinicius comentou:
kra vc ta quase me convencendo a ir a polonia com esses posts sabia?
claro, que é por causa dos castelos,catedrais, clima legal, cultura,hosts…HIAUIAHia
serio msm, juro!
ps: maranhão foda-se se gabe mermo AUIHiua, despeito da porra 😛
ps2: uiHAIUhAU o brazuca com a mamute,
errou por quantidade,mas acertou por qualidade, diga ae vei. vc não concorda?
as vezes mais ( ) é melhor ke menos ()
vide coração gelado xD
R – Não vou mentir, eu ri MUITO com o que esse cara falou. A mais pura verdade, hahaha
3 – Renato perguntou:
Claudiomar, vou fazer uma volta ao mundo também, com mais foco na ásia e europa… vc podia me dar os nomes certinhos dos guias que você usou? por exemplo, sei que vc usou alguns do lonely planet, mas qual era o nome exato deles? aguardo tua ajuda. abraço.
R – Cara, eu não não cheguei a utilizar muito desses guias impressos, tal qual Lonely Planet. Esses bichinhos são caros e não dá pra ficar comprando um por cada país que você viaja, se eu fosse gastar esse dinheiro com esses guias, eu não ia viajar, ia só ficar lendo… Eu só lia esses guias quando alguém me emprestava ou pegava em albergue. Às vezes eu batia xérox das partes que me interessava (mas não conte isso pra ninguém, não quero ir preso :P). Na maioria das vezes eu utilizava mesmo era um site MUITO bom da internet quue é algo como um guia de viagens online: http://www.wikitravel.org. Cara, a wikitravel é fantástica, ela é como uma wikipedia, mas com o foco apenas em viagens do MUNDO INTEIRO. Mermão, só pra vocês terem uma ideia, eles tem informação até sobre Teresina!! http://wikitravel.org/en/Teresina!!! Pra complementar de vez em quando eu utilizava a comunidade “mochileiros” do orkut ou só colocava no google mesmo algo do tipo “what can I do in India?” e ia embora, cara! Vai por mim, depois de wikitravel, só idiotas pagam por Lonely Planet hoje.
abraços maranhenses
Pelas quebradas da Polônia
Antes de começar a escrever acerca da minha viagem posterior à Lituânia, decidi que seria importante escrever sobre alguns figuras que conheci pela Polônia e que marcaram a minha passada por Varsóvia. Além dos já citados Mário e Gosia, acho que tem duas pessoas que preciso escrever sobre.
Reinaldo
Reinaldo foi um brasileiro do Couchsurfing.org que conheci pouco depois de ter chegado a Varsóvia. Ele é oficial de chancelaria, trabalhava na embaixada brasileira na Polônia e foi lotado em Varsóvia assim que eu cheguei por lá.
Antes de eu viajar, nos cruzamos algumas vezes aqui por Brasília em encontros do Couchsurfing.org, mas não chegamos a ser amigos como fomos pela Polônia. O bicho era o meu companheiro inseparável de presepadas, saídas e pau pra toda obra! O que eu achava mais engraçado no figura era que com que ele não tinha meia-hora, era dar um toque no celular dele, chamar pra ir pra um lugar que na mesma hora o cara tava lá, nem perguntava quem ia ou algo do tipo.
Me salvou de várias, como as diversas vezes em que a Karol me trancou do lado de fora da casa e eu ia acabar dormindo no apartamento dele. Ou então quando deixei algumas coisas na Polônia pra buscar depois e não tive como voltar. Acabou que o Reinaldo trouxe algumas das minhas mochilas, mas essa história eu vou contar detalhadamente quando estiver escrevendo sobre a Espanha!
Reinaldo também foi responsável por eu não desaprender a falar português, haja vista que foi o primeiro brother que fiz depois que saí dos Estados Unidos…
Toni Walia
Outro grande, mas GRANDE figura que conheci pela Polônia chamava-se Toni Walia! Toni Walia tinha cara de indiano, nasceu Cingapura, mas parecia mais um sheik do Oriente Médio. Era um Sikh, religião que vou explicar um pouco mais posteriormente quando voltar a escrever sobre o Norte da Índia. Como o próprio estereótipo dos Sikhs já pregava, o cara era gente boa DEMAIS!!
O conheci quando ainda viajava pela Índia em um encontro do Couchsurfing.org em Deli quando nos reunimos para almoçar. Ficamos amigos e combinamos de nos encontrar em Varsóvia quando eu disse que ia viajar para lá posteriormente.
Ao chegar a Varsóvia, descobri que o cara era um dos mais importantes militantes do Couchsurfing.org em caráter mundial e também o segundo maior colaborador do Hospitality Club (o primeiro programa de intercâmbio de hospedagens do mundo que depois foi copiado pelo Couchsurfing.org). Ele tinha um restaurante indiano onde por várias vezes nos encontrávamos antes de sair para as baladas na Polônia.
Galera no restaurante de Toni Walia antes de ir para balada…
Era engraçado demais sair com aquele cara. Imagina aquela cena, você tá numa balada, cercado de polacas fogosas por todos os cantos e, de repente, surge um cara barbudo, com cara de indiano e com um turbante IMENSO na cabeça! Parece até que saído de um filme iraniano ou coisa parecida. Era muito engraçado como ele contrastava com as outras pessoas! Além de tudo ele não bebia nada! Ia pra balada e só tomava suco de laranja.
Toni Walia e Gosia
Das várias histórias que ele contava, uma das que eu mais ri foi quando ele contou a história de uma referência negativa que uma menina deixara para um cara que ela hospedara alguns dias atrás.
Tecla PAUSE
Pra quem não tá muito ligado o que são referências do Couchsurfing.org, elas são um dos pilares do programa e também um dos mais importantes aliados na segurança do site. Como funciona? Eu fico hospedado na sua casa, quando vou embora, deixo uma referência pra você: Fulano foi gente boa, me hospedou na casa dele, é um cara gente boa e blá blá blá. Fulano que me hospedou também deixa uma pra mim: Claudiomar é um cara legal, ficou aqui na minha casa, não fez nada de errado e blá blá blá… Mais ou menos no esquema daquele site da internet “Mercado Livre”. Quanto mais referências você tem, mais você é confiável e mais fácil é para conseguir ser hospedado.
Tecla PLAY
Ele falou que tava dando uma passeada pelos perfis da galera de Varsóvia quando se deparou com uma referência negativa no perfil de uma menina. Como referências negativas são difíceis de ocorrer, ele resolveu dar uma parada pra ler. Quando ele viu a referência que a menina deixou pro cara, ele quase não acreditou. Diz ele que a referência dizia assim:
– He is a good guy. I got him in the airport and we came to my home. We made sex. I’m leaving him a negative reference because he woke me up to early!
Traduzindo: – Ele é um cara legal. Eu o busquei no aeroporto e viemos para minha casa. Nós transamos. Eu estou deixando uma referência negativa apenas porque ele me acordou muito cedo!!!
Toni Walia, Kirin Bhala (outro Sikh gente boa demais), Reinaldo e mais alguns amigos na balada em Varsóvia…
Mermão!! Diga aí!! Eu ri demais quando ouvi essa história!! É ter noção demais das coisas, né? A mina não só deixa no perfil dela que ela transou com o cara como ainda por cima deixou uma referência negativa por que o cara:
1 – Envenenou o cachorro dela?
2 – Pegou o namorado dela?
3 – Urinou o sanitário inteiro quando ia ao banheiro?
4 – Esquartejou seus familiares?
5 – Não baixou a tampa do vaso quando usou o banheiro (nossa, essa é a mais grave de todas, diga aí, meninas?)
Não, que nada, tudo isso são banalidades. O que pega mesmo é criar um ódio MORTAL de um cara porque ele comete a audácia de ACORDÁ-LA MUITO CEDO. Engraçado demais… Isso claro, com TODAS as pessoas do Couchsurfing.org tendo acesso e podendo ler. Noção é para os fracos.
Se na minha primeira semana eu não sabia como a minha noite ia começar, só sabia como ela ia terminar, nas outras foi o contrário: Não sabíamos como a nossa noite ia terminar, mas sabíamos que ela iria começar com toda a galera do Couchsurfing.org se encontrando no restaurante do Toni Walia e depois caindo pra esbórnia.
Geral em outro dia no restaurante do Toni antes de ir pra balada…
Bons tempos…
E tudo continuará pior

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Mas hoje eu não vou dançar
Não vou atrás das dondoquinhas, tão bonitinhas, mas frescas de mais
Muito contato e pouco papo, eu to afim de muita ação.
Eu quero beijos,beijos de corpo
Eu tenho grana bebida e tesão
Nós tamos no maior porre
Antes do dia clarear esta cidade vai pegar fogo!”


Comentários Comentados
Tou ligado que ficou grande o post, mas acho que vale a pena dar uma lida!!!
- 1 – Anônimo perguntou:
- kkkkkkkkk….
- e a menina, ligou pra Taíse pra contar o final da história??? huahuhauhuahuahuahuhauhuahua
R – Rapaz, sabe que essa é uma boa pergunta? Acho que não, né? Enfim, ela deve tá se remoendo de raiva em casa sentada no balde de gelo como eu falei pra ela fazer, já que eu e Taíze agora estamos dando muitas risadas de toda essa confusão. Só pra vocês terem uma ideia, vou postar trechos de um diálogo entre mim e Taíze esses dias:
Taíze – Você fica aí se vangloriando das polonesas no seu blog…
Claudiomar – Mas meu amor eu deixei bem claro que eu NÃO PEGUEI as polonesas.
T – Enfim, você fica querendo afirmar a sua masculinidade através dessas histórias
C – Taíze, desculpa, eu não sei aqui em Brasília, mas lá no Maranhão a gente afirma a masculinidade PEGANDO as meninas e não DEIXANDO DE PEGAR duas polonesas maravilhosas! Olha só que prova de amor! Depois que eu postei aquela história no blog tá todo mundo achando que eu sou frouxo ou brocha. Fiz isso por você!
T – Não quero saber, pro seu governo os meus índices quando solteira eram bem melhores que os seus
C – Uai, então aí eu saí ganhando. Pense comigo: Se você pegava muito melhor do que eu e eu pegava MUITO pior do que você, eu saí ganhando, já que, entre mortos e feridos, acaba que hoje, eu, namorando com você, pego uma morena muito gata. Já você ficando comigo, pega um maranhense que mais parece um azulejo (baixinho, quadrado e liso), portanto pega MUITO mal. É aquela velha história: De que vale ser bonito como o Gianecchini se você pega a Preta Gil ou ser bonito como Cicarelli se você pega o Ronaldo? É melhor ser feio que nem o Ronaldo e pegar a Cicacerelli e ser feia que nem a Preta Gil e pegar o Gianecchini. Em resumo, os feios SEMPRE se dão bem.
T – Hahahahahahaha
São sempre assim as nossas discussões…
Vão algumas fotos aí pra vocês decidirem quem se deu melhor nessa história do nosso namoro:

2 – Anônimo comentou:
Uma duvida
você pediu suas havaianas de volta né?
R – Hahahahahaha. Eu ri MUITO quando eu li esse comentário, cara! Juro! Hahahaha. Não, fi, acabou que as havaianas ficaram com ela 😛
3.1 – Anônimo comentou:
mas o importante é que torcida da galera se confirmou: “Ele se fudeu no final!!!” \o/ rsrs [2]
3.2 – Márcio Vinícius comentou em seguida:
eh isso msm anonymousss
ele se fudeu no final \o/
HBAuyAIUHAiua
vlws maranhão, me senti aliviado de ler o final ! \o/
3.2 – Thiagones também comentou:
hahaha bem, não quero dar uma de chapolin, mas suspeitei desde o princípio! Eu também já tomei um tocão sinistro de uma holandesa e de uma alemã, mais ou menos do mesmo jeito! Brasileiro, pobrim, vem um mulherão nórdico com excesso de simpatia você acha que vai ser créu, e toma um TÓIM na cara! hahaha
Pô, bicho, aproveitnado, agora que você voltou, a gente bem que podia marcar uma cerveja, e se conhecer pessoalmente hein? (e nem vem, que eu até posso não ser polonesa, mas também não tô te dando mole). faz aí, uma cervejada com os leitores do blog hahah
R – Caraca, olha só a torcida da galera!! Fechou ainda com o comentário do líder dos que torceram contra eu pegar as polonesas desde o primeiro post!!! Thiagones, você é mal.
Legal também que ele tocou em um ponto que eu por várias vezes já pensei em fazer também. Marcar um dia e chamar a galera do blog pra gente tomar umas cervejas e conversar sobre algumas histórias que não posso postar por aqui. O único problema é que eu fico com medo de marcar uma parada como essa, ir para um dos bares de Brasília (MUITO provavelmente o por-do-sol da 408 Norte) e no final não aparecer ninguém. Não sei, se existir algum interesse da galera, além do Thiagones (o Babalu vai?), em marcar de se encontrar pra tomar umas, comentem aí no post que eu vejo como posso fazer. Esses dias tão meio complicados porque eu tou estudando pro concurso de gestor e tou fazendo cursinho todos os dias a noite e sábado pela manhã, mas a gente dá um jeito 🙂
4 – Anônimo comentou:
Esse blog voltou a ficar super engraçado, super interessante, mostrando que culturas diferentes nos fazem pagar cada mico.
Já pelas fotos deu para perceber que não tinha beijo e nem pegar na mão, portanto quem percebeu que a poloneza só queria ser sua amiga? Se elas são tão modernas, já tinha rolado antes mesmo de chegar a hora de dormir na barraca, não é?
Você é um brasileiro gente fina, mas se fosse um cabra ignorante, ela confiou bastante. E ainda mais, bonitinha.
R – Pois é, só o bobão aqui que não percebeu que se algo fosse rolar, que rolaria antes. Ela não ia deixar pra dar o bote só lá dentro!! Ainda mais com tanto canguru rondando a barraca…
Mas acho que esse comentário foi importante para tocar em um ponto que algum dia eu vinha pensando. Este blog realmente vinha ficando menos engraçado por esses tempos. Isso ocorreu devido à correria que tava minha vida e também ao próprio desânimo que se abateu em mim devido à queda de acessos no blog. Deixamos de ter uma média de acessos de 300 por dia para batermos quase 120 por dia. Hoje parece que voltou ao normal. Além disso, a galera vinha comentando pouco e isso me desanimava também, já que, mais engraçado do que escrever é ver os comentários da galera tirando onda depois. Mas enfim, esse desânimo já passou e, apesar da minha atribulada vida estudando pra concursos agora, as presepadas voltaram e pra ficar!! Esperem só quando eu começar a escrever sobre a Lituânia, hahahaha.
5 – Anônimo comentou:
Cludiomar Purunga, meu amigo virtual, passa o email da Malgorzata, quando eu for a Varsovia quero tomar uma Piwo Zywiec com a Polaca…
R – Rapaz, já faz um tempo que esse figura tá com essa frescura. Que diabos é Malgorzata, rapaz?
6 – Luis Maceió comentou:
Já dizia um professor meu, casado, ao chegar para mulher na cama, de noite e a mesma nega os prazeres da carne.
Ele…com toda a humildade dele, carinho e paciencia, fala:
“E CASOU PRA QUE?”
No seu kso é: E pra que eu subi 900 degraus, tomei banho de goteira?
duhsahudashud
Luis Maceio
R – Rapaz, eu ri muito do que cê falou, cara! Hahahahaha… Pensei que nem teu professor dentro da barraca!!
7 – Celso Pontes comentou:
Caraca, passo tempos sem vir aqui e quando volto vejo esse post.
Sem palavras cara, essa foi sensacional!!!
Criou todo um clima, e no final acabou sendo uma parada digamos que de “utilidade pública”.
Enfim, o tempo tá meio corrido, tá difícil de acompanhar o blog em tempo real, mas sempre que tenho um tempinho eu passo por aqui, afinal de contas, como tu mesmo já disse eu sou + um personagem desse blog :P… haha
Aliás, só pra constar que a primeira música de Chico Buarque que eu ouvi, há uns 3 ou 4 anos atrás, foi graças a um post teu. Acho que na época de Sydney ainda, tu postou um trecho de ‘Apesar de Você’, desde então a música não saiu do meu ipod…
\o
R – Tá vendo? Esse blog também é cultura, meu amigo!! Ainda bem que eu não postei a música do Créu, né?
Comentários que me fizeram rir!!
Galera, essa história dessas poloneses tá dando pano pras mangas, se liga nos comentários que já rolaram:
1- Thiagones comentou:
cara, o que aconteceu eu não sei, mas eu juro pra você que eu li o post todo, desde a primeira palavra pensando assim “ele se fudeu no final, eu sei que ele se fudeu no final… seja lá o que aconteça ele se fudeu no final…!”
hahahaha
Pô, juro que não é torcida contra, mas eu tenho certeza!
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2 – Anônimo comentou:
besteira o povo vir aqui pra soltar o esculacho. big sister filma nozes!
meu palpite é que a polaca era a mulher berinjela!
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3 – Anônimo comentou:
Observado os dois post: Autralia e Polonia( onde começou a questão, pude observar uma mudança de comportamento no Maranhão. Na australia ele parece demostrar um interesse pelo sexo oposto.está sempre agarrando a polaquinha, mas na Polonia ele mantem um certo desinteresse pelo sexo oposto, sempre em foto solo ou quando junto, procura manter uma distãncia “segura”.
Acredito que essa viagem à Blue Mountains foi algo como”O Segredo de Brokeback Mountain” para ele.
Talves ele tivesse carregado essa duvida pela vida dele e nesta viagem ele tenha se descoberto. Quem sabe o motivo… a polaca , o próprio maranhão, nós infelismente só podemos especular… um fio terra, a invasão da barraca durante a noite por um bando de Aborígene australiano ou mesmo um Kanguru no cio
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4 – Anônimo ESCRACHOU:
“Depois que saímos de lá, enfim a noite caiu e fomos voltando em direção ao nosso camping. No caminho ainda passamos pra comprar uma pizza e comprar umas cervejas pra tomar na barraca. Mas isso é assunto pros próximos capítulos…”
Minha teoria
Após umas cerveja e já com o bucho cheio o nosso intrépido maranhense resolver tirar um cochilo para repor as energia para mais tarde traçar a delicinha de polonesa, mas então um grupo de Aborígenes australianos e um bando de canguru no cio invadem a barraca e sem dó nem piedade, num revezamento insaciável estupram o nosso representante maranhense e sua amiguinha polaca.
No dia seguintes, depois de contabilizar os prejuízos, o maranhense e a polaquinha fazem um pacto de silencio sobre o ocorrido,(Atenção: esse pacto explicaria o fato do Maranhão nunca ter contado essa história, afinal isso foi quando ele morava na Autralia:)
Anos passam, o Maranhão volta para sua terra natal e depois se lança numa nova aventura pelo mundo, e já na Polonia , novamente se encontra com sua amiga polaquina, onde depois de um cerva começa a relembrar os fatos.
Possivel dialogo:
Polaca: Fala Maranhão, blz?
Maranhão: Oi, + ou -, mas fazer o que é a vida
Polaca: que isso my brother?Pq essa deprê?
Maranhão: Ah, é aquela história da Autralia…..
Polaca: Para com isso, essa história aconteceu na Autralia, meu faz tanto tempo.
Maranhão: Pois é , foi na Australia é tão longe e aquele canguru ingrato não me escreve, não telefona, nem um telegrama ele me manda….
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Amanhã posto o final da história. Aí vocês vão saber como tudo terminou… Sério, muito engraçado essa loucura toda!!
abraços maranhenses
P.s: Foto tirada na Chapada dos Veadeiros em Goiás
Pra galera que curtiu Kazimierz Dolny
Mais algumas fotos que não deram pra ser colocadas no post passado…



P.s: Galera, no post passado falei que a história do castelo me lembrou a de um rei havaiano muito famoso. Pra quem ficou curioso acerca da história, pode clicar nesse link aqui
P.s2: Pra galera que ficou aí especulando o que ocorreu entre mim e Gosia, vocês vão ficar curiosos, porque eu não vou falar nada além do que escrevi. Mas como sou um cara legal, vou postar uma RARIDADE que achei dentro dos meus arquivos aqui do computador. É uma história de uma viagem que fiz na Austrália com uma outra polonesa, muito parecida com essa. Até acampamos. Melhor de tudo, o post é inédito! Eu ri MUITO lembrando daquela história. Amanhã eu posto como um bônus pra galera devido ao grande número de comentários no post passado (exatamente 19!). Servirá como embasamento para as especulações do post passado.
Abraços maranhenses
Keep your eyes on the road, your hands upon the wheel
Pra que lado a gente vai mesmo, Gosia?
Só Gosia conversou com os caras dentro do carro, já que eles não falavam inglês. Fomos indo, indo, indo até que chegamos à cidade que os caras iriam parar. Ela se chamava Lublin e parecia ser um importante entroncamento dentro da Polônia. Quando descemos, começamos a pensar o que fazer e para onde deveríamos ir. Depois que prestei mais atenção ao mapa que ela tinha em mãos, percebi que estávamos a caminho ou da Ucrânia ou da Bielo-Rússia, dois países em que eu não conseguiria entrar devido à necessidade de visto.
Acho que fica praquele lado
Ficamos pensando por um momento para onde seguir quando Gosia teve uma ideia. Olhando no mapa, ela percebeu que estávamos próximo a uma cidade que ela sempre quis conhecer na Polônia, Kazimierz Dolny. Como eu tava no esquema “vamo pra qualquer lugar”, concordei e começamos a pedir carona em um outro entroncamento para a tal cidade. Depois de mais ou menos uma hora de braço estendido e samba no pé, um carro parou e nos ofereceu uma carona para uma cidade bem próxima ao destino pretendido. Entramos e seguimos viagem.
Sim, eu realmente comi todo este sanduíche enquanto pedíamos carona…
Destaque para o cara que nos deu a carona.
Assim que entramos no carro, falamos para ele para onde queríamos ir e ele falou exatamente assim:
– Ah, brother. Sossegado, Kazimierz é logo ali. São apenas 120 km, dá pra fazer em um pouco menos de duas horas.
Ah legal, então vamos…
ÃHN? A ficha caiu: “Êpa, peraí, 120 km EM DUAS HORAS?? O figura tava dirigindo um carro ou era um bicicleta?” . Depois eu fiquei com isso na cabeça, pensando “Ah, mas deve ser porque temos que atravessar várias serras, ou então são várias curvas ou por causa do engarrafamento…”. Naaaadaaaaa!! O cara REALMENTE dirigia a 60 km/h!! Bicho, era MUITO engraçado ver os carros ZUNINDO, zzziiuuummmm, ao ultrapassarmos e ele só dizendo:
– Não sei como essas pessoas podem dirigir tão rápido, será se elas não sabem que o limite máximo de velocidade é 60 km/h?
E lá fomos nós, eu já tava quase era descendo do carro pra empurrar o bicho pra ver se ele ia mais rápido, mas nosso amigo era irredutível. Senti-me como se estivesse no vídeo abaixo:
Gosia demonstrando a posição do cisne manco esclerosado
Cara, MUITO engraçado. Depois de um tempo, acho que com medo dos carros que passavam zunindo no nosso ouvido, ela passou pra faixa dos caminhões que era mais lenta. Não adiantou. E dana caminhão buzinando na traseira do carro do cara. Quando os caminhões o ultrapassavam, os motoristas ainda iam xingando!! Viadovosky!! Filha da putovisk!! E eu querendo cascar o bico, rir que só uma hiena, e não podendo. E pior que ele só ficava comentando em polonês com a Gosia:
– Eu não sei por que essas pessoas estão tão zangadas. Depois não serão elas que pagarão minhas multas por excesso de velocidade…
Posição de Ioga mais conhecida como “maranhense atarracado com uma grande mochila nas costas”
Muito figura…
Chegando a Kazimierz Dolny
Como prometido, duas horas e 120 km depois, chegamos a uma cidade que era ao lado de Kazimierz Dolny. Tivemos que pegar um ônibus, já que a cidade só tinha uma via de acesso e seria MUITO difícil achar alguém querendo ir pra lá, pois a cidade tinha menos que 4000 habitantes.
Eu e Gosia dentro da Torre
Ao chegarmos fiquei encantando com a cidade. Cara, mas parecia uma daquelas cidades de conto de fadas, saca? Mais ou menos que nem aquelas cidades do Shrek! Casinhas pequenas, uma praça medieval, um rio cortando a cidade e um sorriso nos rostos das pessoas que caminhavam. Pude perceber também que as pessoas me olhavam com bastante atenção, o que me fez pensar que forasteiros não eram muito comuns por aquelas bandas.
Saímos pela cidade batendo algumas fotos e depois subimos para visitar um castelo medieval que se encontrava no topo de um monte da cidade. O castelo foi construído pelo rei Kazimierz, O Grande (comentário: Hahahah, me lembrou o cabra lá do Havaí) por volta dos anos 1300 e foi destruído em 1712 pelos suecos (eu juro que eu fiquei imaginando aquela cena!! Aquela horda de suecas quentes empunhando chicotes, vestidas de preto, tocando terror pela cidade!! Acho que vou construir um castelo em São Luís só pra ver se elas invadem o Maranhão também!!). Desde esses dias encontra-se em ruínas!
Depois de conhecer um pouco mais sobre o Sr. Kazimierz, caminhamos para a única torre ainda preservada do castelo. Baszta, como era chamada, tem 20 metros de altura e era utilizada também como farol para guiar os barquinhos que passavam por lá.
Batemos algumas fotos e ficamos caminhando pela cidade. Quando começou a anoitecer compramos umas cervejas e começamos a caminhar para a saída da cidade à procura de alguns matos onde pudéssemos nos enfiar e levantar a barraca (olha a mente poluída, rapaz… “Nos enfiar” e “levantar a barraca” não é nada disso que você está pensando…). Depois de caminhar por mais ou menos meia hora, achei uma entradinha e uma pequena trilha que parecia ser um bom local para colocar a barraca. Pulamos pra dentro dos matos e começamos a caminhar mata adentro.
Saindo da cidade e à procura de um local para acampar
Depois de uns cinco minutos caminhando, achei um local que parecia ser bem aprazível e escondido e levei a barraca pra lá. Quando começamos a montar a barraca, veio a pior constatação, estávamos próximo ao rio e portanto MILHARES de mosquitos nos atacavam. Cara, eu nunca tinha visto muriçoca na Europa, mas aquela vez valeu pelo ano inteiro! Os mosquitos começaram a COMER a gente vivo enquanto montávamos a barraca. Cada mordida de muriçoca que eu levava eu só pensava:
– Será se essa barraca vai agüentar o tranco? Será se ela não vai deixar nenhum mosquito entrar?
Local onde acampamos visto de dentro da barraca
O que mais me preocupava é que ela tinha sido 60 reais no Carrefour aqui de Brasília, logo qualidade não deveria ser o forte dela.
Só sei que depois de uns dez minutos e cinco litros de sangue a menos, pulamos dentro da barraca e praticamente a “lacramos”. Quando estávamos lá dentro, o milagre!! A barraca realmente não tinha nenhum furo, nenhuma falha, NADA!! Soltei três vivas ao Carrefour e suas quinquilharias baratas e abri uma cerveja. Ficamos conversando enquanto a noite caía.
Perguntei pra ela se ela não tinha medo de sermos roubados ou algo do tipo (pô, brother, eu sou do Brasil, né?). Ela falou que a Polônia era muito segura, mas caso algo pudesse ocorrer, ela estava preparada para “adversidades”. Pegou a mochila dela e mostrou o brinquedinho que trazia consigo. O que era? Um 38? Uma metralhadora anti-aérea? Não, longe disso, era apenas um singelo gás paralisante. Ainda era numa embalagem rosa e vinha escrito “perfeito para mulheres”. Heheheeh. A mulher era casca-grossa, mlk!
Loiras geladas
Ficamos conversando enquanto a noite caía. O que ocorreu depois? Fica para a imaginação do leitor elaborar, pois não vou entrar em mais detalhes.
A noite caiu, dormirmos e no outro dia pegamos a estrada novamente em direção a Vasórvia onde muitas outras loucuras e perversões estavam por cruzar o destino deste pobre maranhense…
"Amostra grátis" do próximo tópico
Brazilian Day
Em um domingo qualquer dos vários que passei em Vasórvia foi marcado um encontro do Couchsurfing numa das suas ruas principais. Chequei no grupo e qual não foi minha surpresa ao perceber que a tal festa de rua, seria uma “festa brasileira”. Claramente me empolguei pacas e caí para o agito.

A festa realmente era bem produzida e interessante. Uma grande manifestação da cultura brasileira em plena Europa Oriental. Como não sou bobo, coloquei meu agasalho do Brasil e parti para o abraço. Ao chegar fui logo tomado pela surpresa de ver um roda de capoeira rolando no meio da praça principal. Ainda pensei em me meter no meio e chamar um dos polacos pra porrada, mas vi que os caras mandavam muito bem e eu corria o risco de sair de lá seriamente ridicularizado, já que minhas habilidades em capoeira são parcas.

Além de oficinas de capoeira ainda ocorriam oficinas de percussão, onde a polacada mandava ver no bumbo. 
Além de todas essas atrações, havia as principais que eram, claro, as polacas vestidas com fantasias semelhantes às que vemos nos desfiles de escola de samba dançando do Rio de Janeiro, com tais fotos já ilustrando outro post que escrevi sobre o meu primeiro dia na Polônia.

Não gente, apesar de eu ter certeza que é fácil vocês confundirem, ela não é baiana não!! Ela é da Polônia!! Só tá fantasiada de baiana!! Se eu não falasse vocês nem iam perceber, né?
CONHECENDO A MINHA FUTURA COMPANHEIRA DE CARONAS – GOSIA
Eu na verdade nem iria escrever sobre essa festa nas ruas de Vasórvia, apenas estou escrevendo devido a um fato deveras engraçado e interessante que ocorreu comigo enquanto estava nesta festa.

Assim que cheguei, fui me apresentando pra galera do couchsurfing que estava por lá. Galera gente boa demais e fui logo ficando amigo de geral. De repente, uma loirinha angelical sentou do meu lado e veio conversar comigo:

– Oi, seu nome é Claudio, né? Você é aquele brasileiro que fica agitando na comunidade de Vasórvia no Couchsurfing chamando a galera pra sair, né?
– Uai, sou eu sim! Posso saber seu nome?
– Meu nome é Gosia!

– Massa, Gosia, prazer!
– Então, Claudio, o que é que você tá pensando em fazer amanhã? Segunda-feira?
– Gosia, eu tou pensando em ir ao museu do “Levante de Vasórvia”, o museu acerca daquela luta que Vasórvia teve contra os alemães durante a ocupação nazista na Polônia. A galera falou que é um museu muito completo, com várias informações, vídeos, fotos, ilustrações, peças etc. Como escrevo um blog, por cada país que passo eu sempre procuro escrever sobre a história do mesmo, entender um pouco sobre sua cultura e algo assim. Os museus geralmente são grandes aliados em relação a isso… blá blá blá…
– Ah tá…
– Por quê?
– Vamos viajar de carona amanhã?
– Er… Carona?? Como assim?? Pra onde, menina??
– Ah, sei lá! Pra qualquer lugar…
– Ãhn?? Como assim? Como você pretender fazer isso?
– Bem… A gente faz desse jeito… Amanhã de manhã nos encontramos na estação principal de trem daqui de Vasórvia e pegamos um metrô até a última estação. Chegando à tal estação andamos até a rodovia que leva à saída da cidade e começamos a pedir carona. O primeiro carro que parar e perguntar pra onde estamos indo nós diremos “qualquer lugar” e nem perguntaremos onde eles estão indo. Depois de mais ou menos duas horas viajando com eles, descemos na próxima cidade e assim vamos indo até chegarmos em outro país. Dormimos por lá e voltamos no outro dia. Topas? Ou tu vais pro museu mesmo???
– Mu… o que menina??? Que museu o que!! Museu de … é …!! Dane-se o museu!!! Vamo pra pista!!!

“… ela tá dançando e o pimpolho tá de olho… cuidado com a cabeça do pimpolho…”
Cara, tem cabimento isso? Imagina a situação!! Tou eu lá, sentando, conversando e, DO NADA, aparece uma polaquinha parecendo um anjinho, loira dos cabelos encaracolados e de olhos azuis, me chamando pra pegar a estrada depois de me conhecer por uns dez minutos!! Desculpa, eu não sei vocês, mas no Maranhão a gente não é treinado pra suportar uma tentação dessas não, amigo!

Isso é Couchsurfing, cara! Deus o livre!!


– E também teve aquele dia que eu peguei um lambari desse tamanho quando pescava no Rio Mearim lá no Maranhão!! – eu querendo impressionar algumas meninas…
VAMOS FUGIR DESTE LUGAR, BABY. VAMOS FUGIR. ESTOU CANSADO DE ESPERAR QUE VOCÊ ME CARREGUE
No outro dia de manhã, nos encontramos na estação de trem como havíamos combinado. Quando chegamos à estação de trem ela se espantou com o tamanho da minha mala pra uma viagem de apenas um dia. De molecagem veio e até me perguntou se eu tinha era um secador de cabelos dentro da mala. Falei que não e expliquei para ela o porquê:
– Aí, você acha que só você que pode ser louca nessa história? Pois eu também tenho a minha parte de loucura nessa parada!! Vocês acham que polaco são malandro, mas maranhenses são muito mais!! Olha só o Sarney, já foi até presidente da república! Na universidade que você tá aprendendo eu já sou reitor! É o seguinte, como não sabíamos onde iremos dormir eu resolvi dar o meu par de prosa nessa loucura… Peguei a barraca que eu trago comigo quando viajo, dois colchonetes que havia lá em casa e trouxe. Agora é só no caminho a gente procurar um camping e dormir na cidade que ficarmos.
– Camping o que, rapaz! Eu tenho uma ideia melhor!! A gente vai viajando, para em uma cidade e quando começar a escurecer a gente compra umas cervejas. Colocamos na mochila e caminhamos até sair da cidade. Assim que sairmos da cidade, caminhamos um pouco pela rodovia e assim que encontrarmos um lugar tranqüilo, pulamos dentro do mato e acampamos lá dentro. Ninguém vai nos achar!
– Mas isso é permitido?
– A gente vai descobrir quando chegar lá…
Rapaz, a mulher era doida de pedra mesmo!
Descemos do trem e ficamos com os dedos em riste pedindo carona. Depois de mais ou menos uns trinta minutos sem conseguir carona, tentamos uma maneira de chamar mais a atenção. Não, a polonesa não fez topless, brother! Nem eu fiquei de cueca! Ela pegou o celular dela, botou pra tocar um samba e eu comecei a mandar a sambar no meio da rua! Ah, meu amigo! Mas foi dez minutos, parou um carro e perguntou que diabos estávamos fazendo. Falamos que estávamos precisando de carona e eles perguntaram pra onde:
– Pra qualquer lugar – dissemos a ele no melhor estilo “Vamos fugir deste lugar baby. Vamos fugir estou cansado de esperar que você me carregue…”

Os caras falaram de boa e nos enfiamos dentro do carro em direção a um lugar onde nenhum maranhense jamais esteve…
















