Ayutthaya
Certo dia, Nicknack, o cara que me hospedou enquanto estive na Tailândia, resolveu convidar todo mundo pra poder visitar essa tal cidade. Ele convidou a mim, José (paraibano que conheci em Bangkok, aquele que aparece comendo gafanhoto comigo), uma alemã e um tailandês companheiro de quarto dele. Eu não sabia que cidade era aquela, tampouco porque era tão importante. Acabei indo só porque a maioria da galera iria. Fui, digamos, na onda. Vou te dizer, não me arrependo nenhum pouco de ter ido, viu? Depois dos templos do Camboja e de Katmandu no Nepal, foi o lugar com ruínas históricas que mais me impressionou.
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– Gente, por favor, nao falem alto! Desse jeito voces vao acordar o gatinho! – acredita que a gente teve que escutar isso quando fomos pagar nossa entrada?
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| Alguem sabe me informar aonde fica o Mac Donald’s mais proximo? |

Pra não me alongar muito, gostaria de citar apenas algo que me chamou à atenção. Em quase todas as construções havia estátuas de Buda de cabeças cortadas. Comecei a ler as placas informativas e segundo tais fontes, as cabeças foram cortadas pelos Birmaneses (hoje Mianmar) ao invadir Ayutthaya.

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| Uma das cabecas cortadas acabou sendo envolta por raizes de uma arvore num fenomeno muito interessante. |
Quando os Birmaneses chegavam às cidades tailandesas, os bichos zoavam geral. Queimavam tudo e cortavam as cabeças dos Budas. Eles faziam aquilo que eu já explicava no post da Coréia do Sul e que era o esporte favorito dos japoneses: Queimar os templos dos outros e perturbar a paz alheia.
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Budas de cabecas cortadas
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Mas uma coisa me chamou ainda mais a atenção nessa história do “queima o templo deles”. Pô, se os Birmaneses eram Budistas também, porque diabos eles queimavam templos e cortavam cabeças de Budas, profanando a sua própria religião?
– Eles faziam isso porque os Birmaneses são uma cambada de filhos de umas putas.
Nada como a resposta certa pra pergunta errada.
Um maranhense, um paraibano, um elefante e uma câmera digital
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Galera que foi pra Ayutthaya dormindo na casa de Nicknack
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| Sim, o tigrinho ficou tentando comer a minha bermuda jeans. A melhor foto que deu pra tirar com ele foi essa. |
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Eu acho que eu vi um gatinho
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Um passeio de elefante, é assim: Ele anda, anda, anda, anda. Pára pra comer um pouco, anda, anda, anda. Faz uma curva e anda, caminha, anda, caminha e… E? Tchan, Tchan, Tchan, TCHANS!!! E ANDA!
Doido, eu vou te dizer, eu NUNCA passei tanta raiva na minha vida! Cara, andar de elefante foi uma das coisas mais CHATAS e ENTEDIANTES que eu já pude ter o desprazer de fazer! Algo como uma aula de botânica sobre o ciclo reprodutor das briófitas! Sério, doido!
Cara, não tem nada demais! Você sobe no lombo do bicho, ele anda pra um lado, anda pro outro e pronto, acabou! Mas não é assim, “acabou”. Vinte e cinco minutos andando no lombo daquele bicho me custaram quinhentos baths. Eu disse QUINHENTOS! Cara, trinta reais é dinheiro que só a molesta no Brasil, agora, imagina na Tailândia? Pra vocês terem uma idéia, quinhentos baths pagam 10 refeições num restaurante “padrão”. Depois eu vou falar o que dá pra fazer com quinhentos baths aqui na Tailândia e vocês vão fazer o seu julgamento.
O pior que é isso. Você sobe no lombo do bicho todo empolgado, fica feliz que só mosquito em campo de nudismo, acha que vai ser uma coisa de outro mundo e depois de cinco minutos você enjoa e fica os outros 20 minutos pensando como você desperdiçou dinheiro pra não fazer nada! Até andar de cavalo é mais divertido, já que cavalo pelo menos é rápido e você sente o vento no rosto. Cara, sério, se um dia vocês tiverem a “oportunidade” de andar de elefante, NÃO ANDEM! Paguem pra bater uma foto em cima do pescoço do bicho e peçam pra andar 10 metros. É mais do que o suficiente pra poder se entendiar. As fotos em cima do elefante vocês podem mostram praquele “Zé povinho” que vocês não gostam e fazer inveja neles. Não esqueçam de falar que andaram por quase duas horas e foi sensacional, assim se um dia eles tiverem a “oportunidade” de andar de elefante, eles vão jogar dinheiro fora. Hehehehe.
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| O elefante só tem um marfim!! |
Youtube e Tailandia
Vietcong Tales – Parte tres
Citação em uma coluna de jornal sobre o blog com a campanha para a entrevista no Jô Soares
Rapaz, acordei hoje depois da balada e fui dar aquela checada matinal no meu e-mail… Quando vi, a Kerol e o Rivaldo Moura (grande amigo que ta atuando quase que como um “assessor de imprensa” do blog, hehehe) me mandaram e-mails…
O que recebo?? Cara, sai no jornal mais uma vez!!! Dessa vez foi o caderno alternativo do Estado do Maranhão. Foi na coluna do Nedilson Machado, se liga:
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Bangkok
Bangkok 2
História de Bangkok



















