Pohkara

Chegamos a Pohkara depois de módicas sete horas andando de montanha-russa. Cara, quando desci do ônibus, vi que no final tinha valido a pena! Amigo, o lugar era lindo DEMAIS! No meio da cidade, havia um lago imenso rodeado por diversas colinas totalmente esverdeadas! A água cristalina praticamente nos INTIMAVA a pular dentro do lago e sair nadando.
Escolhemos um hotel dentre os que foram oferecidos pelos caras que gritavam ao nosso redor assim que descemos dos ônibus (porque reservar hotel antes é coisa de fresco).
Tecla PAUSE
 
Nessas horas, no Nepal e na Índia, não há nada melhor que o livre mercado, cara! Quando eles gritam “hotel, hotel” você grita de volta “quem tem o hotel mais barato?”. Ah, meu amigo, mas gritar “eu quero um quarto” é como esfregar um pano vermelho na venta de um touro! Proteja o rosto e as partes vitais do corpo pra agüentar o ATROPELAMENTO que vem em seguida. Você vê só aquela poeira levantando e uma turba enfurecida pra cima de você empunhando cartazes e gritando “o meu quarto é 7 dólares”, o meu “é 7 dólares, mas tem ar-condicionado!”, “o meu é 5 com ventilador e banheiro!”… No final você leva umas cotoveladas e, claro, MUITAS cuspidas na cara, mas acaba conseguindo um preço muito bom pela barganha. Também fica impossível alguém te enrolar, já que se o preço real do quarto é dois dólares e um te oferece a dez, o outro do lado dele vai gritar sete! E eles ficam nessa, baixando os preços, até a hora que você descobre o preço de mercado, o preço que ninguém mais faz mais baixo, logo o preço certo… Acabamos levando um quarto com banheiro privativo, ventilador e cama de casal custando menos que um dólar para cada um a 10 metros do lago! Uma pechincha…
Tecla PLAY
 
Escolhido o hotel, largamos as mochilas no quarto e descemos à recepção pra fazer o que seria o principal motivo de termos ido à Pohkara: Trekking (caminhadas) pelas montanhas. Perguntamos aos caras da recepção se eles sabiam como poderíamos fazer para poder conseguir achar as trilhas pelas montanhas. Os caras, claro, foram todos solícitos e começaram a nos “ajudar”:
– Não, que você tem que pagar um guia, porque sem guia é proibido. O guia sai só por 10 dólares o dia. A caminhada mais curta dura três dias, com oito horas de caminhada diárias, custa 30 dólares só de permissão ao governo e pá pá pá. Você também tem que alugar equipamento e o equipamento sai mais dez dólares pra cada um…
Só sei que o bicho foi falando, falando, falando e cada vez mais a caminhada ficava mais dispendiosa e trabalhosa. Tava claro que ele queria fazer dinheiro em cima da gente (o que depois descobrimos que era o motivo. Os caras estavam oferecendo tudo pelo triplo do preço! Eles tavam roubando a gente na maior cara dura! Mas se eles acharam que ia sair barato, não saiu, teve vingança, como vou explicar mais tarde…). Acabou que depois de tanto lero lero, a preguiça comendo e um lago imenso do lado de fora clamando que nós nadássemos nele, acabamos por decidir só ficar de boa mesmo e ir direto pro lago!!
Corremos pro lago, alugamos um barco eu e a Samanta e aproveitamos pra comprar umas cervejas também, porque, afinal, não tem nada do que combine mais com barcos do que uma garrafa de cerveja, correto? Às vezes eu fico pensando que tudo é desculpa pra beber, meu amigo! Compramos quatro garrafas de 600ml que foram divididas igualmente: uma pra mim e três pra Samanta.
 
– “Tá de boa chefia. O barquinho é bom, pode ter certeza. Só tem um pouquinho de água dentro, mas é bom pra refrescar…”
Cara, o lugar era incrivelmente lindo e fantástico! Como já falei, um lago IMENSO rodeado por montanhas! Assim que pulamos no barco dividimos as tarefas igualmente também: eu fiquei responsável por remar o barquinho e a Samanta por tomar as cervejas (sim, ela utilizou mais uma vez a tática “mas eu sou uma menina” pra me convencer a remar o barco sozinho!). Fomos remando e descobrimos um lugar IRADO depois de algum tempo! Era uma ilhazinha minúscula situada no meio do lago e que continha um templo com algumas centenas de anos situado bem no meio! Interessante como ele era venerado e havia um fluxo frenético de pessoas sendo transportadas da ilha para margem em pequenos barcos.
Depois de “atracarmos” na ilha e tiramos algumas fotos, continuei remando e a Samanta bebendo. Como não podia deixar de ser, o hormônio ADH dela começou a baixar e ela queria porque queria, digamos, “fazer um pipi”. Remei até o outro lado da margem e ela foi lá para se aliviar. Quando ela voltou, a mina tava feliz demais! Ela tinha achado uma cachoeira dentro do mato, cara! Putz, não era assim, uma Catarata do Iguaçu, mas mesmo assim era uma cachoeira! Achamos uma cachoeira DO NADA!! Juro que me senti tal qual Ponce de León quando descobriu a Flórida a caminho da Fonte da Eterna Juventude!
Porque as vezes tudo o que você precisa é de um remo e estilo… Só avisando, piadas previsíveis sobre garrafas de cerveja e os locais aonde elas se encontram serão punidas com sanção física…
A hora de voltar ao barco, com a Samanta gritando feito um vietcongue tendo os seus intestinos arrancados após perceber que o seu pé estava cheio de sanguessugas, também merece ser citada.
Córrego que nos levou à cachoeira e que estava LOTADO de sanguessugas!

No final, na hora que já estávamos quase voltando pra poder atracar o barco, Samanta, quase dois litros de cerveja depois, resolveu que queria porque queria nadar. Mas não teve o que fizesse ela mudar de opinião!! Como natação e bebida são coisas que REALMENTE não combinam, fiquei preocupado e prestando atenção naquela situação. E pensa que ela tinha roupa de banho por debaixo? Claro que não, cara! Isso é coisa pra fresco! A mina pulou no lago DE CALCINHA! Ficou aquela cena linda, né? Eu remando, Samanta nadando do meu lado de calcinha e todo barquinho, lotado de beatas, em direção ao templo olhando pra gente com aquela cara de “Gente, que pancada de louco é esse?”. Imagina a situação, cara, pelamordedeus! Americana de calcinha, maranhense remando e beata olhando!! Isso não é algo que se vê todos os dias, hehehehe. Eu, claro, morrendo com um medo danado de ser preso.
Sim, conseguimos dormir no hotel e não na cadeia.

Katmandu – Pohkara

Meus planos no Nepal se resumiam a apenas ir para Katmandu, regressar à Índia e continuar viajando por aquele país impressionante. Na minha terceira noite em Katmandu, já tinha começado a procurar informações acerca de como poderia fazer para regressar à Índia de ônibus. Quando explicitei meus planos à Badri, meu host em Katmandu, ele falou que eu estava permanentemente proibido de fazer isso, de ir ao Nepal para passar apenas quatro noites e depois me mandar de volta para Índia. Já que eu estava no Nepal e já tinha pago quase dois meses de visto que eu pelo menos fizesse o que há de mais interessante no Nepal: Hiking (Caminhada). De início não fiquei muito empolgado, já que o que mais fiz na minha vida no Brasil foi hiking e quando estou viajando procuro gastar tempo e dinheiro em algo que não possuímos no Brasil (construções históricas, baladas com suecas quentes etc.).

 

Acabei tendo que ir porque Coração Gelado queria porque queria pegar um desses hikings pelas montanhas do Nepal e, como éramos companheiros de viagem, não tive outra escolha. Tive que ceder…
Acabei por prolongar em mais três dias minha estada no Nepal. Na nossa última noite decidimos sair pra balada com os nômades que conheci em Delhi e mais alguns couchsurfers logo Badri achou melhor que procurássemos um quartinho no centro da cidade de Katmandu pra largamos as nossas mochilas lá, irmos para balada, dormirmos e de manhã pegar o nosso ônibus em direção à Pohkara, cidade do Nepal onde estávamos planejando fazer o hiking.
Ficamos pensando em como iríamos fazer para poder arrumar um quarto, mas não houve problema. Assim que saímos do táxi um cara gritou pra gente “QUARTO, QUARTO!” e perguntamos quanto era. Adivinha o preço? Sim, o quarto para DUAS pessoas com DUAS camas, no centro de Katmandu custava UM dólar! Mais barato que isso só liquidação de fim de ano nas casas Bahia ou uma bicicleta Houston, a bicicleta do mochileiro!
Visão recorrente à janela do ônibus.
No outro dia quando pegamos o nosso ônibus, claro, sofrimento novamente. É quase um sacrilégio achar que num país ultramontanhoso como o Nepal seja possível encontrar frescurinhas como ruas com asfaltos ou pelo menos não entrar em uma curva a cada cinco metros. “Não estou mais em Brasília” – tentava falar pra mim mesmo a cada vez que o motorista dobrava a uns 80 km/h em uma curva que dava em direção a um precipício!


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Curvas a alta-velocidade no Nepal! Fórmula 1 que nada! Emocionante é ser motorista de ônibus no Nepal!
A cada cinco minutos alguém me cutucava no ombro. Quando eu virava pra ver era a Morte perguntando se eu já queria ir com ela ou iria esperar até a próxima curva! Viver no Nepal é como viver num eterno Hopi Hari andando de montanha-russa e suas “casas do terror” (como já citado, não existe iluminação pública à noite).
Quando a gente tava no caminho me deparei com essa cena inusitada. Uma menininha conduzia o seu “rebanho” próxima à estrada. Agora, repara na ripa de madeira na mão dela… Mermão, a mina dava cada lapada no lombo das vaquinhas!! Eu ficava até com medo! Impressionante como um humano em fase infantil consegue dominar outros animais de força e tamanho avassaladoramentes maiores que ele tão facilmente.

Nepal – Patan

No final do dia fomos para Patan para batermos fotos da sua praça principal. Depois fomos ao zoológico, pois a Samanta queria porque queria ver uns bichinhos! O porquê de uma americana que tem perto dela os MAIORES zoológicos do mundo querer ir pra um zoológico MAMBEMBE no meio do Nepal, eu não sei explicar, mas sabe como é mulher, né cara? Achei melhor não contrariar, pois vocês sabem como elas são quando querem algo, né meu amigo! Você pode até não fazer, mas depois fica escutando o mês inteiro!!
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Dá só uma olhada na tabela de preços do zoólogico e quantas especificações há nele. (Foreigner = Estrangeiro, Elephant Ride = Passeio de Elefante)
Ursão no zoológico

Pra mim o que merece ser citado acerca da Praça em Patan foi apenas umas crianças que conheci por lá. Cara, não sei por que, mas foi só eu pisar na praça que uma menininha de rua veio “na febre” pra cima de mim, pulou nos meus braços pra brincar comigo e a gente começou a ficar brincando! Depois de algum tempo brincando com elas nos braços (pombas, eu adoro criança!), veio o irmãozinho dela. Caraca, tem como você resistir a duas crianças como essas? Não tem como, né?? 

Cara, fui lá e fiquei brincando com os dois. Depois de um tempo o molequinho se aproveitou de minha distração e fez o que? O sem-vergonha não começou a checar os meus bolsos, cara? Dá pra acreditar nisso? Eu ainda me toquei e fiquei vendo ele lá, se fazendo de malandro e tentando fazer a farra comigo!! Depois de um tempo ele se tocou, que eu tava olhando pra ele, olhou pra mim e pensa que ele parou? Que nada, continuou checando pra ver o que eu tinha!! Como eu não tinha nada nos bolsos (tava tudo na bolsinha que comprei em Deli), ele desencanou e veio pros meus braços, como se NADA tivesse acontecido, pra eu ficar brincando com ele também. Eu depois fiquei pensando: “Rapaz, tão pequenininho, mas já tão filha-da-putinha”.
Olha o sorrisinho dele quando eu tirei as mãozinhas dele do meu bolso.
Tem como resistir?
Só sei que depois de uns quinze minutos, lembrei da pior coisa que ocorre quando você começa a brincar com crianças. Crianças são fofas, é legal brincar com elas, mas crianças nunca querem parar. Depois de um tempo Tio Claudiomar, a alegria da criançada, começou a ficar cansado e não teve outro jeito. Depois de sucessivas tentativas de “estou indo embora, brincamos mais depois” eu tive que tentar indo embora parecendo uma árvore de natal com criança pendurada pra tudo que era lado…
Após alguns minutos, um guarda veio ao meu socorro e meio que brutamente mandou eles irem embora e me deixarem em paz. Fiquei com uma pena DANADA delas, mas não teve outro jeito…
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Cheguei…


Galera, não falei antes no blog porque queria fazer uma surpresa pra alguns amigos e para a Taíze. Acabou que já cheguei no Brasil e me pegaram direto do aeroporto pra um rodízio de espetinhos… Mermão, matei a minha saudade de carne, arroz, FAROFA!!!! Éguas, pense num menino que ficou feliz… Enfim, voltei ao Brasil, mas continuo escrevendo, não esqueçam que ainda estou escrevendo sobre o Nepal 🙂

Abraços maranhenses

Perambulando por Katmandu, Nepal – Parte 2

No outro dia eu e Samanta fomos em busca dos Gaths nepaleses, de algumas construções budistas tibetanas em Katmandu e também uma outra praça situada numa cidade, Patan, praticamente colada em Katmandu, e que ficava no mesmo vale. Pra quem não lembra o que são Gaths, são os locais aonde os hindus cremam os corpos e jogam as suas cinzas no rio.Meu amigo, essa clinica que nos deparamos no caminho tem mais uso que Biotonico Fontoura! Detalhe nos tijolos caindo aos pedacos do lugar, hehehe. Eu depois fiquei achando se alguem de molecagem nao tinha era colocado isso na porta de casa so pra fazer graca!
O local, pra variar, também era milenar.
Acho que por ser tão antigo, ao chegarmos ao rio nos deparamos com uma cena que deve acontecer há mais de mil anos no rio MAIS SAGRADO DO NEPAL: Uma pancada de meninos banhava pelado por lá assim como fazíamos nos um pouquinho menos sagrados açudes pelo Nordeste.
Havia quatro Gaths principais (aonde dependendo da sua casta você era queimado) e uma Gath mais ao longe e reservada apenas para membros da nobreza. O rio que eles jogavam as cinzas era sagrado porque desaguava diretamente no rio Ganges, logo, se a sua família não tivesse tempo ou dinheiro pra poder ir a Varanasi, poderia ser queimado ali mesmo que dava no mesmo.
Outro ponto que achei interessante foi ver que a cor que eles utilizam para o luto é a cor branca! Foi interessante observar as pessoas sendo queimadas e os parentes ao redor vestidos de branco, costume totalmente diferente do nosso, já que utilizamos a cor preta! Segundo o guia que nós pagamos por lá, quando o marido morre, a mulher fica utilizando roupas brancas por um ano para demonstrar que está de luto e nunca se casa novamente, já que para os mesmos o casamento é um só e vale tanto para a vida terrena e quanto para eternidade (Como exemplo foi citar uma situação hipotética! Imagina um católico que foi viúvo umas duas vezes e casou três. Faz as contas… Quando toda a “trupe” chegar ao céus ele vai ter que agüentar três mulheres, três sogras e dezenas de cunhados por toda a eternidade, meu amigo! É bom ou quer mais? Pensando bem, até que esses hindus são espertos mesmo!). Perto das Gaths tinha também o mais sagrado templo hindu no Nepal. Não nos foi permitido entrar, já que não éramos hindus.
O que era massa também, cara, eram os macaquinhos que haviam por todos os cantos! Bicho, cê ficava caminhando e eles ficavam passando pelas suas pernas, te atazanando e, claro, fazendo MUITA zuada! Era engraçado como alguns momentos eles não pareciam macacos, já que ficavam em posturas que mais pareciam pessoas normais!
Fofos demais!!
Importante citar que não é permitido tocar neles. Não porque eles queiram proteger os macacos, mas para sua própria proteção, afinal os macacos encontram-se em vida selvagem (cara, a cidade que foi se embrenhando na floresta, não eles que foram em direção às cidades) e um gesto amigável seu de apenas fazer carinho na cabeça dele pode ser interpretado como um gesto hostil. A parada pode acabar MUITO feia (eles andam em bandos) e com a expressão “macacos me mordam!!” fazendo muito sentido!
Esse aqui ja tava de mutuca, meu amigo!
Depois dos Gaths seguimos para uma Pagoda (cara, não sei a tradução disso em português. Pra falar a verdade acho que uma Pagoda em inglês deve ser uma Pagoda em português. É uma construção cônica e sagrada para os budistas). De interessante só que ela foi construída por tibetanos que utilizavam Katmandu como rota comercial no caminho às Índias (sim, meu amigo, eles também tinham os seus caminhos pras Índias :P) há mais ou menos mil anos atrás.
O legal mesmo era só achar a entradinha que levava ao local. Era uma ruazinha MINÚSCULA incrustada entre uma pancada de prédios e casas, bati até uma foto pra depois vocês brincarem de “Onde está o Wally e tentarem achar a entrada.

Obs: Estou nesse exato momento em Portugal, mas me encontro escrevendo sobre os tempos em que ainda me encontrava no Nepal

Efeito banguela!!!

Galera, nesse exato momento ja atingimos quase 800 acessos e o contador ta frenetico prevendo que ainda vamos atingir quase 1600 VISITAS SO HOJE!!!! AAAAAAAAAHHHHHHHHH!! VALEU BANGUELAS!!!!! AAAAAAAAAAAAAHHHH
P.s: Aproveitando que o site ta bombando, nao esquecam de clicar no link abaixo acerca de como ajudar as vitimas da enchente em Florianopolis!

Abracos maranhenses

Saiba como ajudar de forma correta as famílias desabrigadas de Santa Catarina

Galera, atendendo a pedidos do nosso amigo Fugindo da Rotina, posto agora o site para as pessoas que estejam interessadas em saber como podem ajudar esse desastre natural que ocorreu em umas das regioes mais lindas do nosso pais.
Gente, voces nem fazem ideia como anda a repercussao disso por aqui. Varios amigos de varios paises diferentes no meeting em Lisboa vieram me perguntar disso e se minha cidade foi atingida! Serio, a situacao la ta triste DEMAIS!! Vi gente falando que o local parece uma zona de guerra! Enfim, contribuam como puderem, amigos! Lembrem-se que sao todos irmaos brasileiros!
Abracos maranhenses

Meeting em Lisboa, a Ressurreicao!

Gente, mas uma vez desculpa pelo atraso nas postagens. Ainda continuo vivo e respirando (nao necessariamente nesta ordem), mas minha host nao tem internet e tou o tempo todo andando por Lisboa e Portugal a bater fotos! Nem tempo pra dormir ando tendo e falo isso seriamente! Hoje vai ser a minha primeira noite depois de umas quatro noites diferentes em que vou dormir mais que seis horas! Esse Couchsurfing.com ainda me mata!

Enfim, vou tentar (mas nao prometo) normalizar isso na quarta ou na quinta… Pra melhorar ainda mais a situacao a minha passagem de volta pro Brasil deu um pau danado e todo o meu tempo livre na internet ando tendo que ligar pro Brasil pra poder resolver esse problema. Nao sei, as vezes fico pensando que algo nao quer que eu volte mais pro Maranhao!!!! Enfim, vai a foto abaixo pra ilustrar direitinho a situacao em que anda minha vida!

Porque maranhenses as vezes tambem podem voar!

Deu pra entender direitinho como anda a situacao? Tou perdoado agora??

Abracos maranhenses

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Meeting em Lisboa

Sem tempo pra poder dormir, sem tempo pra usar a internet, logo sem tempo pra atualizar o blog 😉

Post novo provavelmente no Domingo

abracos maranhenses

Ps: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH

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Meeting in Lisboa

AAAAAAAAAAAAAHHHHH

Galera, sexta-feira agora vai rolar um meeting do Couchsurfing.com em Lisboa. Mais de 400 pessoas de todos os lugares do mundo são esperadas. O meeting tem tudo pra ser um dos melhores meetings já existentes do Couchsurfing. Só pra vocês terem uma idéia, vou ficar hospedado numa casa com mais 20 pessoas!!! É pouco ou quer mais?

Tem alguém que lê o blog que esteja morando em Lisboa por aqui? Se tiver afim de comparecer ao meeting ou de encontrar pra gente trocar uma idéia, me manda uma mensagem por aqui com o número do celular que eu retorno e vejo como fazemos.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHH

Abraços maranhenses

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