Viajando para Ko Chang

Amigos, apesar de Bangkok ter sido a primeira cidade da Tailândia que visitei, resolvi deixar para escrever sobre ela por último, já que meus tempos por Bangkok ainda não terminaram. Apesar de atualmente estar na Indonésia (pra falar a verdade tou no aeroporto em direção a Bali, num café porco com um bando de árabe do meu lado me olhando e rindo da minha cara) e viajando pelo Sudeste Asiático, ainda tenho que voltar para Bangkok pra poder pegar uma das minhas mochilas. Além das mochilas tenho mais um motivo pra poder voltar a Bangkok.
Alguns amigos já tinham me falado de um show especial que toda noite pode ser assistido em alguns bares de família na Tailândia. É o famoso show de ping-pong. No começo a galera tava toda empolgada pra ir pra um tal de um show de ping-pong e acabaram me convidando. Eu desencanei, porque, afinal, ping-pong pra mim não é nada demais e eu sempre achei aquele jogo um tanto quanto estúpido. Depois que os caras voltaram que eu fui descobrir que esse show de ping-pong possui um “must”, um “algo mais”, uma “pitada especial”. O ping-pong tailandês nada mais é do que uma variação do ping-pong normal com a pequena diferença que duas meninas jogam ping-pong com as duas mãos na cabeça! Fica aí para os leitores a tarefa de imaginar o que eu estou falando. Pra poder ajudar ainda mais a imaginação dos companheiros, diria que as meninas além de jogar ping-pong com as mãos na cabeça, elas também fumam sem usar a boca, abrem garrafas de cerveja com as mãos amarradas atrás da cabeça, chupam cana e assobiam ao mesmo tempo e o que mais for preciso! É uma parada bem família mesmo. Você pode chamar aquela sua tia gorda bem conservadora (que nunca casou) e o seu sobrinho de 3 anos que nem dá nada! Eles vão adorar o show! Fica aí um exercício de imaginação para os leitores do que eu tou falando. Ah sim, como eu já dizia: “A vida não é nada sem…”!
Por essas e outras que vou deixar pra escrever sobre Bangkok depois. Não posso deixar os meus amigos a par dessa experiência, heheh. Prometo fazer alguns vídeos e postar, mas claro, aquilo que a censura “18 anos” deixar.

Ko Chang – Convite de viagem

Por mares nunca de antes navegados/Passaram ainda além da Taprobana/Em perigos e guerras esforçados/Mais do que prometia a força humana/E entre gente remota edificaram/Novo reino, que tanto sublimaram. Juro que esse trecho de Os Lusiadas fica na minha cabeca toda vez que eu fico na parte da frente de algum barco indo para algum passeio. Valeu, deixa eu tambem ser crianca de vez em quando! Foto em Ko Chang!
Então amigos. Viajei um pouco pela Tailândia, acabei visitando várias ilhas diferentes e a primeira ilha que acabei visitando foi a ilha de Ko Chang. Tal ilha é situada na parte sudeste da Tailândia e é conhecida como um paraíso na terra, um dos locais mais bonitos da Tailândia.
O engraçado foi como essa viagem começou. “Nicknack”, o cara que me hospedou enquanto eu estava na Tailândia, me chamou pra dar um rolê por Bangkok pra poder conhecer alguns prédios e templos. Enquanto estávamos no caminho pra trocar de busão, um cara, vendo que falávamos inglês, se aproximou pra poder pedir informação, já que ele era turista e não é tão fácil achar um tailandês que fale um inglês fluente como Nicknack. E conversa daqui, conversa dali, informa daqui, informa dali, acabamos ficando amigos. O cara era indiano, se chamava Vini, trabalhava pra uma empresa de consultoria indiana e era gente boa pacas. Como todo bom indiano, falava cinco línguas diferentes, inglês e mais outras quatro línguas indianas (uma originária do pai dele, a outra era da mãe dele, a outra era da região que ele tinha nascido e a outra ele aprendeu na escola). Papo vai, papo vem e o bicho falou que ia tirar o fim de semana de folga e que tava planejando fazer uma viagem pra uma ilha paradisíaca da Tailândia chamada Ko Chang.
Perguntou se eu não tava afim de ir. Perguntei pro Nicknack o que ele achava e o bicho só me falou uma coisa: – Vai!
Hehehe. Essas paradas que eu acho engraçadas de se viajar sozinho. Ao mesmo tempo em que temos vários amigos, também não temos ninguém, já que viajando sozinho você pode trabalhar que nem um biruta de aeroporto ou o PMDB, uma hora cê tá virado pra direita, na outra, sem mais nem menos e prévio aviso, você vira pra esquerda. De uma hora pra outra, conheci um cara no meio da rua, em menos de uma hora viramos amigos e já marcamos de nos encontrar na rodoviária mais tarde pra poder pegar o busão pra Ko Chang. Já dizia o Cazuza: “Vida louca vida/Vida breve/Já que eu não posso te levar/Quero que você me leve”. E fui assim, deixando a vida louca e breve me levar. Voltei pra casa, catei 4 cuecas, 3 camisas, 3 shorts e já tava pronto pra viagem.
Encontramos-nos na rodoviária duas horas depois e ficamos esperando nosso busão.

Chegando à Ko Chang

Chegamos ao Píer pra pode pegar o Ferry pra ilha quase cinco horas da manhã, e bicho, chovia, MAS CHOVIA! Parecia até que o mundo tava era pra se acabar! Um frio danado, mas seguimos em frente.

Descemos do Ferry quase 7 horas da manhã e a chuva implacável não dava trégua. Ao sairmos do Píer, Vini teve a idéia de alugarmos uma motocicleta e irmos juntos procurar acomodação pra poder ficar na ilha. Perguntei se ele sabia guiar e ele disse que sim.
Chegamos numa casa de um pescador que tinha por lá. O pescador não sabia falar inglês direito e foi uma luta pra gente poder começar a conversar, o papo não fluía. Falei pro Vini: “Porra, doido! Pra que diabos tu falas quatro línguas asiáticas diferentes? Sai falando elas aí, quem sabe uma delas não é parecida com tailandês e no final o cara acaba entendendo”. É, mas não teve jeito! O pescador teve que chamar a filha dele pra poder negociar. Perguntamos quanto era o aluguel da motoca por um dia. Na hora que ela falou, eu quase que caí pra trás com o preço. O cara cobrava menos que sete dólares por 24 horas com a moto! Barato demais! Como dividimos por dois, acabou que ficamos os dois com a moto por menos de 3 dólares e meio cada um.
Na hora de pegar a moto que foi o mais engraçado. A mulher falou que como garantia, deveríamos pagar os 7 dólares adiantados e deixar o passaporte de um de nós dois. Falei que não ia deixar meu passaporte num lugar como aquele (já imaginou? Dois anos depois um cara derruba a Torre Eiffel usando meu passaporte?). Os caras falaram que não tinha problema, era só a gente deixar cem dólares e mais A LICENÇA PRA DIRIGIR com eles! Na mesma hora eu perguntei:
– Ãhn? Como assim? E o que acontece se a polícia parar a gente e pedir a carteira de motorista?
– Relaxa, aqui não tem polícia não. Nessa ilha a gente não tem esse tipo de problema.

(!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)

Ah tá, ainda bem que eles não tinham esse tipo de problema! Se alguém me esfaquear, sodomizar meu corpo, cortar minhas genitais e dar pros cachorros comerem nem dá nada! Lá eles não têm esse tipo de problema! Eu adoro esse tipo de tranqüilidade!

Mermão!! Cê percebe que a gente tava numa ilha totalmente sem lei? Tava lá, eu e um indiano doido, em cima de uma Bis com um bando de maluco dirigindo sem licença pela ilha inteira, chovendo que só o diabo e lama pra todos os lados! Confesso que nessa hora, SINCERAMENTE, pensei em pegar minhas coisas e voltar nadando pra Bangkok! Mas como já tava lá, não teve outra, sentei na garupa, rezei um pai-nosso, rezei pra Buda (porra, eu tava num país budista, resolvi pedir proteção a Buda só pra garantir), coloquei meu capacete, fechei os olhos e falei pro Vini seguir em frente! Confesso que tremia mais que vara de bambu verde, mas chegamos vivos no final!
Depois de toda a presepada, alugamos dois quartos diferentes (valeu, o indiano tinha muito pêlo pra dormir abraçado comigo numa cama de casal) e fomos dar um rolê pela praia. Fico devendo o videozinho que fiz do quarto porque a internet aqui ta uma droga!

Ko Chang – Dia na ilha

Fomos pra praia pra ver “de qual é” e procurar as suecas quentes (UUhhh!!) e alguma coisa pra fazer. Claro que com o toró que caía não tinha suecas quentes (UUhhh!) pegando sol, tinha no máximo alguns “tailandeses molhados” (Argh!!!) e jogando futebol (UUhooouuu!!). Não deu outra, passamos o dia inteiro jogando bola com os bichos. O indiano nem sabia jogar nada, mas os tailandeses jogavam bem pra caramba! Os caras com certeza jogavam futebol de salão, já que tinham aqueles driblezinho chatos de ficar passando o pé por cima da bola e deixar a gente na saudade.Voltamos pros nossos chalés e o indiano me passou o bizú de que tinha um pub perto do lugar que a gente tava hospedado e perguntou se eu não tava afim de ir com ele. Não ia ficar dentro do meu quarto nojento sem fazer nada a noite inteira (inclusive, isso é um bizú máximo, cara! Se quiser aproveitar uma viagem em qualquer lugar que for, alugue um quarto sujo e fedorento, você vai querer passar o mínimo de tempo dentro dele e aproveitará mais a viagem!). Pedi pro Vini passar mais tarde pra poder me pegar ir lá!
Mais tarde ele passou com a motoca e descemos pro barzinho.

Um Pub e muita emoção


Chegando ao barzinho, cara, foi engraçado demais. Na mesma hora que a gente desceu da moto, foi aquele “Oiieee” geral! Muleque, mas tinha mulher naquele lugar! Mulher! Mas MULHER PRA TODO LADO!! Eu nunca tinha visto tanta mulher junta desde o dia que fui numa festa de engenharia de alimentos na UNICAMP! Bicho, mas eram mulheres de todos os jeitos, tamanhos e estilos. Todas lindas ninfetas, com os olhinhos puxados e me chamando para me juntar a elas no bar! Confesso que nesse dia senti a mesma sensação que Ulisses ao próximo a ilha das sereias.

Tecla PAUSE

*Pra quem não entendeu o que eu quis dizer, vai um trecho que copiei de um blog sobre a famosa historia de Ulisses em frente a ilha das Sereias:

Deste modo, quando Ulisses se fez ao mar e sentiu que se aproximava da ilha das Sereias, não se esqueceu das recomendações de Circe. Efetivamente, as Sereias, seres híbridos, formados de busto de mulher e corpo de peixe, cantavam de tal modo que fascinavam os mareantes, que, esquecendo tudo, iam em sua busca, acabando por se precipitar nos escolhos que se erguiam na costa daquela ilha. Por isso, Ulisses, quando as entendeu, ao longe, mandou que os seus homens tapassem os ouvidos com cera e que o prendessem ao mastro do navio de modo a que, no meio do encantamento, não levasse o barco contra os escolhos”.

Ulisses estava amarrado a cordas, eu estava amarrado ao puro e inocente amor que nutro por uma menina em Brasília (não esqueçam que tem gente me vigiando!). Enfim, Ulisses ou não, corda ou não, eu confesso que me assustei com a quantidade de mulheres clamando por mim. Acenei pra elas e comecei a pensar: “Calma, meninada, tem Claudiomarzinho pra todas! Não precisa se desesperar, a noite está apenas começando. Além de tudo, lembrem-se que não sou tão fácil, vocês vão precisar de um bom papo acima de tudo”.

Tecla PLAY

Depois de alguns minutos me achando a última Coca-Cola nos Lençóis Maranhenses, lembrei que, beleza, eu posso até ser maranhense, mas pra Brad Pitt ainda me falta muito. Além disso, todo tiozão barrigudo e careca que passava, a meninada demonstrava o mesmo “carinho” e a mesma empolgação. Comecei a me tocar que aquelas minas não estavam interessadas em mim, mas talvez interessadas no meu bolso, no melhor estilo “Maria-passaporte”.
Fiquei de boa, puxei uma cadeira e fiquei tomando uma com o indiano (e foi só uma mesmo, porque a cerva lá era cara que só a moléstia!) e trocando umas idéias. Umas minas chegaram pra conversar com a gente. Comecei a achar que essa parada de ser gostosão realmente tem horas que enche o saco. Depois de muito papo, levantamos pra poder jogar uma sinuca e uma mulher meteu a mão na minha… digamos… meteu a mão na minha “poupança”. Cara, foi nessa hora que a ficha caiu! Cerveja cara, tiozão barrigudo e careca, mulher pra todo lado avançando na gente, luzes coloridas no teto e música ruim. A gente não tava num barzinho, a gente tava era num puteiro! (E o que é que a gente quer…). Aquela meninada toda, me fazendo sentir o “Leonardo de Caprio dos Babaçuais”, eram nada mais nada mesmo que “primas”, “meninas que vendem amor”!

Acidentes acontecem


(este post é continuacao do post acima. Para entende-lo comece a ler do post “Viajando para Ko Chang” e depois va prosseguindo)

Nessa hora eu fiquei indignado com o indiano! Pombas, o bicho me levou pra um puteiro, doido? Perguntei pra ele e ele falou que não sabia, que tinha sido um acidente. Só sei que acidentalmente a gente chegou lá, acidentalmente a mulher “apalpou” o meu traseiro, acidentalmente o indiano tirou 30 dólares da carteira, acidentalmente ele deu pro cafetão, acidentalmente ele pegou o recibo (ou o “vale-sexo” se você achar melhor), acidentalmente ele colocou uma mina na traseira da motoca e acidentalmente eu acabei voltando pra casa andando sozinho na chuva! Porque a vida não é nada sem putaria, meu amigo!
Acidentalmente ele também ficou querendo me convencer a fazer minha noite ficar, digamos, menos solitária e fria.

Tecla Pause

Tem muito amigo meu que fala que não faz sexo com primas porque não faz “sexo pago”. Nessas horas que eu lembro que pagar uma prima é a maneira mais rápida, fácil e, claro, barata de se obter sexo. É pá, pum! Dinheiro entrando e calcinha saindo! Quanto você gasta em uma noite que sai com uma mulher? Mesmo que namorada?
Você fica até pensando, poxa, é tão mais fácil! Sem conversas sobre Kafka na lareira nem nada. É só ali, três horas de trabalho como recepcionista nos Estados Unidos (eu ganhava 10 dólares por hora) e uma noite inteira de amor.

Tecla Play

Claro que não topei, né? Não fui na dele nem porque eu seja contra pagar por sexo ou algo do tipo. Eu acabei ficando de fora porque eu fiquei imaginando a depreciação humana que deve ser a vida daquelas meninas, cara! Deus queira que todas elas tenham pelo menos mais que 18 anos (o que eu não apostaria todas minhas fichas nisso). Toda noite naquela mesma vida. Fingindo interesse em mais um tiozão barrigudo, pra expor a sua intimidade a um preço irrisório, pra poder comprar as coisas que sempre sonhou, mas que nunca poderia conseguir trabalhando dignamente. Me dá uma pena danada. Na hora eu fico imaginando uma prima minha (dessa vez, literalmente, prima) ou alguém que eu goste bastante naquela vida sendo utilizada e tratada como um mero pedaço de carne. É miserabilidade demais pra mim, cara! Putaria sim! Cumplicidade com miséria alheia nunca!
Sério, se uma daquelas minas chegasse e me falasse: “Não, mas eu tou nessa vida é porque eu gosto mesmo. Eu gosto de ficar passando a mão nessas carecas nojentas e bolinando essas barrigas cabeludas de gringo a noite inteira! Pra falar a verdade eu gosto é de fazer sexo toda noite com alguém diferente! Ter prazer, sem pagar nada já é bom, imagina com alguém te pagando pra isso? É por isso que eu trabalho como prima todas as noites! Pra falar a verdade, você é um maranhense até que charmoso, sabia?”. Eu poderia até pensar na hipótese, mas da maneira com que isso ocorre, principalmente na Tailândia, nem a pau!
Eu juro que quando fico olhando aqueles europeus miseráveis, se achando os tais, pagando três, quatro pra poder levar pro seu quarto, eu fico torcendo do fundo do meu coração, que algumas delas se aproveitem de um momento de distração e coloquem algo na bebida de um deles. No outro dia eles acordando só de cueca, no meio da rua, com um cachorro lambendo a cara e sem passaporte e porra nenhuma! Só assim pra eles aprenderem como é bom viver de sexo barato.
Juro que fico pensando nisso.
Mas enfim, cada um faz o que quiser da sua vida.
Fiquei mais dois dias por essa ilha, sem o Vini que voltou pra Bangkok pra trabalhar. Nos outros dias nem rolou nada demais. Só fiz alguns snorkellings e joguei bola com mais uns gringos.

Comentarios que me fizeram rir MUITO ALTO numa lan house qualquer na Indonesia…

______________________________________
“Ah sim, velho!
Vou ficar indignado contigo se você não botar pelo menos UMA foto de uma SUECA QUENTE. De preferência de roupa de banho.

Por que você acha que eu leio todos os posts com tanta atenção? Pelas informações culturais? Pelas risadas? Pela aventura? Não! Porque a vida não é nada sem putaria.

aguardo e confio.”

Thiago Cruz (ou Thiagones) do programa puxando papo (http://puxandopapo.blogspot.com/), um dos preferidos da casa. Vale a pena reservar um horinha da sua vida pra poder ver o programa desse bicho. Engracado DEMAIS!!
___________________________________

“Fala Rapaz, tá vendo só achou meu blog né?faz um tempo q eu to pra te elogiar afinal teu blog é o máximo(li todos os posts,isso mesmo , todos, desde o primeiro:”[…]num sei o que lá teste[…] e realmente me inspirou a fazer o meu, ia viajar só para os USA, mas depois de ler teu blog tbm fui mordido pelo bichinho da mochilagem, e agora to aqui matutando a melhor maneira de mochilar, eu ia te avisar do meu blog sim…rsrs…ia só esperar eu começar a postar de verdade lá…..ahh..só por curiosidade..como achou meu blog??
não vai falar q digitou no google: “Paulistano fazendo sexo com mulher das cavernas” ??!!afinal o que seria do homem sem putaria né?!rs..abraços paulistanos!kkk”

Fellipe Prata (http://fellipeprata.blogspot.com/)

Obs: Doido, assim como posso ver as buscas que levam ao meu site, tambem da pra ver se as pessoas chegaram no blog digitando http://www.omundonumamochila.com ou clicando em algum link de outro blog. No caso o link do seu blog…

Obs2: Aguardem que de hoje pra amanha tem post novo e com presepadas, prometo!

obs3: Abracos Maranhenses

obs4: O Maranhao e’ lindo demais!!!

obs5: Acabaram as observacoes