Autor: claudiomar23
África do Sul – Turismo – O que fazer – Como foi a viagem – Tensão na imigração


Começamos a andar pelo safári e foi começando a diversão. Primeiro avistamos umas zebras e uns antílopes, tentei bater foto mais de perto mais o Simba não deixou, falou que os antílopes poderiam vim em minha direção pra me matar “apenas por diversão”. Depois a situação começou a ficar mais punk. Entramos em outro setor e tinha uma girafa comendo. Mas ela tava comendo e quase virando a Mercedes de uns japoneses que estavam por lá passeando também. Tudo porque eles, de brincadeira (sabe como é japonês, né?), começaram a dar umas guloseimas pra Girafa. Não deu outra, ela colou no vidro do carro deles e ficou um tempão querendo mais comida.
O cara abriu um portão lá e lá foi a gente pra dentro da sessão dos leões. Mas bicho, o que foi aquilo? Sabe o que é uma pessoa mudar de uma hora pra outra? O Simba que era todo tempo rindo e fazendo graça, ficou mais branco que perna de freira. Antes de entrarmos na sessão, o Simba ficava falando que Leão não come negros, só come europeus e latinos americanos. Quando a gente passava perto de um leão o cidadão arrepiava da cabeça aos pés. Eu fui perguntar por que ele ficava daquele jeito e ele só respondia: Lions Kills, my friend!! They eat you like a cat eating a rat (leões matam, eles comem você como um gato come um rato). Eu não tava era nem aí, tava era batendo foto dos leões, feliz da vida!!! Os bichos passavam tão perto da gente que se eu pusesse meu braço pra fora era capaz de eu conseguir passar a mão neles. Depois de sair de lá e de quase matar o pobre do Simba de medo, chegou a hora que eu mais esperava: Entrar na jaula dos leões, hua hua hua (risadas maquiavélicas). O Simba, claro, ficou de fora e eu fui entrando com um guia do parque. Entrei e já fui correndo passando a mão nos leões!!! Só tinha um detalhe, eram filhotes de leões!! Cara!! MUIITOO IRADDOOO!!! Eles eram MUIITOOS fooooffoooss!!! Cara, quando eu vi aquilo eu saí voado pra cima dos leõezinhos pra abraçar, apertar, cheirar… Beleza, eles eram pequenos, fofos, bonitinhos, mas tinha o porém.
Hora de dizer adeus ao sonho! =( Fiji Islands, simplesmente sensacional!!
Pois é galera, hora de ir embora de nossa terceira ilha visitada em Fiji. Antes de ir embora ainda
pedi pra bater uma foto com um dos pescadores de lá, o cara era gente boa pacas!! O mais engraçado foi o bicho falando comigo quando eu ia embora: “Brasil, quando é que você volta?”, eu dei uma risadinha e só perguntei: “Meu filho, tu sabes aonde fica o Maranhão?”
Pegamos o nosso barco novamente e fomos para Kuata, a minha última ilha. Como cheguei no domingo não pude desfrutar de nenhuma atividade da ilha. Kuata foi apenas uma ilha “relaxamento”, afinal eu já estava há 6 dias em Fiji, sendo que 5 dias tinham sido de puro mergulho, sol nas costas e pouco protetor solar. Fiquei feliz porque mais uma vez pude conversar com pessoas não-inglesas (não que eu não goste de ingleses, mas é que a outra ilha SÓ tinha inglês) e, claro, reencontrei a austríaca gente
fina que eu fiquei junto na segunda ilha. Mas foi muito engraçado, eu não sei por que cargas d´água a mulher tava muito estranha. Eu quando a vi abri um sorrisão de orelha a orelha, pois apesar de não poder tentar nada com ela (ela tinha namorado) ela era MUIITOO engraçada. Quando fui falar com ela, a mulher me deixou no vácuo (me deixou falando sozinho pros menos íntimos), tentei mais uma vez e a mulher só me deu um “oi” geladíssimo. Sério, quem antes estava super gente boa e engraçada, agora parecia uma pedra de gelo. Lembrei que a mulher era austríaca e que europeus são MUIITO estranhos. Acabou que descobri que a mulher tava meio mal, porque uma onda de diarréia (caganeira pros menos íntimos) começou a assolar todo mundo que estava por lá e a coitadinha tava se vazando toda. A noite fui jantar e depois de comer começou a ocorrer algo muito massa, os fijianos se reuniram pra poder beber a famosa e ritual Kava.
Tecla Pause
Kava é uma raiz que cresce nas ilhas Fiji. Vou descrever como funciona. Os nativos pegam as
raízes e as pilam obtendo um farelo. O farelo é posto dentro de uma toalha e mergulhado num pote de água morna. A água entra na toalha, dissolve a Kava e sai da toalha em solução Água+Kava. Como a Kava não consegue atravessar a toalha, ela só sai da toalha dissolvida, o que nos faz obter um líquido de péssimo gosto e de péssima aparência, mas como eu tou em Fiji, tudo é festa!
Tecla Play
Os fijianos se reuniram na sala de jantar pra fazer o que eles costumam fazer todo santo dia, beber a Kava num ritual interessante. Eles colocaram a esteira no chão e ficaram chamando os turistas para poder tomar com eles. Os europeus nem deram bola pros pobres coitados, preferiram ficar em outro ritual com outra erva bem conhecida do mundo ocidental,
particulamente nas festinhas australianas. Eu como não sou chegado, apenas terminei o meu jantar e fui sentar junto com os nativos. Os caras curtiram pacas eu ter ido pra ficar com eles, ficaram MUIITO felizes. Claro que o passaporte Brasil ajudou um pouco, mas nada que valorizar um pouco as pessoas que não são branquelas e de olho claro como você não ajude também. E lá fui eu tomar esse troço!! Caraca, o gosto é terrível e o cheiro era pior que o de uma cueca suada, mas a sensação que acontecia com a sua garganta era algo extremamente prazeroso. Na primeira lapada de Kava, ela desce rasgando, mas não rasgando como uma lapada de cana, desce rasgando anestesiando todo o seu esôfago. Os nativos me falaram que isto era normal na primeira lapada, por isso me alertaram de ir de leve, tanto por causa do esôfago quanto por causa do estômago. Mas acabou que eu fui lá, bebendo com os cidadãos. A sensação que começa a ocorrer com você é algo bem legal. Você começa a se sentir relaxado, mas relaxado mesmo, dá vontade de já sair de lá direto pra cama. É muito difícil descrever o que acontece com você depois de beber aquele líquido estranho, mas o que eu digo é que foi uma experiência super interessante. Mas a pergunta crucial que todos me fazem é: Kava é uma droga?. Resposta: NÃO SEI!! Não sei qual o conceito pra você classificar uma certa substância como entorpecente ou não, talvez seja o ataque ao sistema nervoso central. Como eu não sabia perguntar em inglês: “Nativo, a Kava ataca o sistema nervoso central? Se ataca qual sistema nervoso é? O simpático ou o parasimpático?” vai demorar um bom tempo pra eu saber a resposta. Mas isso não é importante, o importante é que o Banco Real dá 10 dia… digo, o importante era estar com o povo de lá, conversando e me divertindo com eles.
Naquela noite eu pude perceber o quanto a vida pode ser simples para algumas pessoas. Conversar com os nativos é algo bem legal. A maioria dos nativos que eu conheci moram mesmo na ilha do resort, na vilazinha deles. Eles nasceram lá, seus pais nasceram lá e seus filhos e netos provavelmente irão nascer naquela ilha. Quando eu perguntava o que ele achava de morar tão
isolado de tudo e de todos, ele só me apontava aquele mar cristalino e falava: “O que você acha da minha casa? Você precisa de mais do que isso?”. Eu insistia e perguntava pra um ou outro se eles não já chegaram a pensar em mudar pra uma ilha maior e com mais infraestrutura, aonde eles poderiam ter acesso a mais bens materiais, algo como televisões, internet, computadores e etc… – “Brasil, Nasci aqui e vou morrer aqui, aqui eu tenho o meu sustento, vivo bem, tenho meus amigos, trabalho só até as 4 da tarde e tenho uma praia maravilhosa, minha vida é aqui, amigo” – era o que eles me respondiam. Cara, é algo bem louco isso, desde o dia que o cidadão nasce, até a sua morte, praticamente todos os dias são iguais. Acorda cedo, trabalha no resort, recebe os novos hóspedes cantando e tocando violão e à tardinha jogam vôlei. Beleza, é algo legal pra relaxar e talz, mas viver 2 meses sem internet, sem balada, sem computadores, sem telefone, poderia ser algo que me levaria ao suícidio. Mas eles pareciam bem satisfeitos com a vida que levavam, uma vez ou outra eles fazem uma viagem pra ilha principal e terminam suas vidas sem nunca ter viajado mais do que 300 km do local em que nasceram. Confesso que sinto um pouco de inveja da minha vida não poder ser tão calma quanto a dos nativos, sem preocupação acerca de provas, empregos, dinheiro e etc… “Minha única preocupação nessa ilha é viver e tomar Kava, amigo” outro nativo me explicitou. Apesar de tudo isso, vai demorar um pouco pra eu trocar a minha calça jeans por uma tanga e trocar minha vida de rato de cidade. 🙂
No outro dia de manhã, resolvi dar uma volta e sair conhecendo a galera e vendo de onde todo mundo era. Os ingleses, pra variar, eram praga novamente, posso dizer que mais da metade da
ilha eram ingleses. Mas foi engraçado eu conversando com uma menina lá. Eu fui perguntar pra ela de onde era e ela me respondeu só “LA” (él êi a pronúncia em inglês). Hãn? “LA? What is LA?” – eu perguntei – LA? Los Angeles, amigo! Estadunidense é prepotente, né? O cara de Berlim, Londres ou Paris pode falar que é dessas cidades, mas primeiro o cara fala o país pra depois falar a cidade, a americana não, ela queria falar era logo a cidade. Mas eu também tirei uma onda com ela. Ela me perguntou: E você, de onde és? – EME ÊI (MA)!!! – eu respondi. Ela me olhou com uma cara meio estranha e perguntou: “MA? What is MA?” – eu peguei respondi – MA? MA É MARANHÃO, ora bolas!!! Brasil!!
Neste dia não aconteceu nada muito digno de nota além dessa tirada que eu dei na estadunidense. O único que merece ser digno de nota foi o meu último mergulho nas piscinas cristalinas de Fiji. Foi simplesmente IRRADDO!! Eu já estava começando a ficar entediado de tanto olhar corais coloridos, peixinho de todos os tamanhos e etc.. Mas acabou que mais uma vez Fiji me surpreendeu. Eu estava a mergulhar quando o mar começou a ficar um pouquinho mais agitado e começou a quebrar alguns corais e começou a acontecer algo interessante, os pedaços de corais começaram a ficar em suspensão na água. Do nada apareceram MILHARES, eu diria
DEZENAS DE MILHARES de peixes prateados de mais ou menos uns 7 cm e começaram a comer vorazmente os pedaços de corais. Sim e onde eu entro nisso? Eu tava simplesmente NO MEIO DOS PEDAÇOS!!! Caraca, era MUIITO peixe!! Eles estavam em cardume e começaram a me cercar, eu fiquei literalmente NO MEIO do cardume. Eu nadava dentro do cardume e eles iam criando espaços pra eu passar e depois iam fechando em mim. Os peixes eram prateados e o sol refletia neles e criava tipo um arco-íris MUIITOO IRRAADDOOO!!! Mas muitos peixes pequenos é sinal de que? Claro, sinal de peixes maiores!! E eu lá, naquela cena preocupante. Os peixes bailando ao meu redor e eu lá no meio, suculento e cheio de carne. Foi legal, mas grande parte do tempo eu fiquei procurando, olhando se não via um amigo nosso cheio de dente (carinhosamente chamado de TUBARÃO) pra vim conversar com nossos amiguinhos. Apesar de tudo, foi o melhor “goodbye” que as ilhas Fiji poderiam ter me dado.
Pegamos o barco e fomos seguindo pra ilha principal novamente, quando cheguei no albergue o carinha me perguntou em que quarto eu gostaria de ficar. Eu nem pensei duas vezes, emendei
logo um “the cheapest one” (o mais barato) e o cidadão só pediu pra eu seguí-lo novamente. Juro que certas vezes eu me arrependo por falar coisas sem pensar e no caminho eu fui pensando nisso, como eu poderia pagar caro por escolher ficar no quarto mais barato. Juro que no caminho eu fui me sentindo como um judeu caminhando para uma câmara de gás nazista. Quando o cidadão me apontou o quarto ele nem abrir a porta pra mim ele abriu, juro que fiquei com medo do que aconteceria quando aquela porta fosse aberta, medo de voarem cobras, aranhas ou coisas do tipo. Rapaz, na hora que eu abri o quarto, O QUE FOI AQUILO? Tinha simplesmente CINCO INGLESAS DE CALCINHA!!! Isso, cinco inglesas só de calcinha, umas com uma camisetinha outras só de sutiã mesmo, conversando. Juro que foi um choque quando eu vi aquilo. Não que eu nunca tenha visto mulher daquele jeito, mas daquele número, com aqueles trajes, ao mesmo tempo foi a primeira vez. Confesso que fiquei meio que sem-graça e pedi desculpa por não ter batido na porta antes de entrar, ela falaram que tava tranquilo. Eu achando que elas iam se vestir quando eu entrasse no quarto.. que nada.. elas continuaram só de calcinha conversando entre elas, nem ligando pra mim. Como eu vi que não ia ser possível ficar comportado ou pelo menos sem ficar olhando as “partes” das “coitadinhas” naquele quarto que mais parecia um harém, resolvi descer pra poder comer alguma coisa. E tome choque cultural novamente. Acontece que eu sou brasileiro e o pior, eu sou maranhense. Cheguei no restaurante do albergue, já fui puxando uma cadeira, sentando todo à vontade e comecei aquele comportamento de buteco, né? Comecei a chamar a garçonete assoviando e gesticulando com as mãos, no melhor estilo “Ê campeão, desce um hambúrguer pra rapaziada aí, chegado”. Rapaz, a garçonete veio de lá que mas parecia um bicho, só faltou cuspir em mim. Quando eu vi a reação da garçonete que eu fui perceber que o meu comportamento não era “adequado”. Todo mundo comendo caladinho, ninguém nem chamava a garçonete, ela que vinha pra poder lhe servir. Quando eu ficava balançando os braços e gritando: “Ê garçonete, vem cá!!” ficavam aqueles ingleses tudo me olhando com uma cara feia. Beleza, eu sei que existem certos locais em que você deve adotar posturas adequadas, algo como um jantar com um chefe ou pior, um jantar com o sogrão e a sogrona, mas tipo, aquilo era UM RESTAURANTE DE ALBERGUE. Mas tudo bem, comecei a me comportar como se estivesse em um restaurante cinco estrelas. QUando eu menos me espanto, a mulher vem com aquelas colheres de macarrão (acho que é espátula o nome disso) e joga algo cilíndrico e branco no meu prato. Fique felizão quando eu vi aquilo!!! BEIJÚ!!!! E já fui caindo de boca pra comer! Rapaz, que vergonha eu passei viu? O troço não era beijú não, o troço era uma toalha!!!!! PRA QUE DIABOS UMA MULHER VAI ME PEGAR UMA TOALHA COM UMA ESPÁTULA E COLOCAR NO SEU PRATO? Juro que várias coisas me marcaram em Fiji, piscinas azuis, águas cristalinas, peixes coloridos… Mas a cara de espanto que a garçonete fez (ainda mais que eu tava parecendo um homem das cavernas, já que eu estava há quase duas semanas sem fazer a barba e de cabelo grande) quando eu enfiei a boca na toalha foi algo simplesmente IMPÁGAVEL!! Ela veio na minha direção e me explicou que aquilo NÃO ERA DE COMER!!! Eu juro que na hora, eu morrendo de vergonha, ainda pensei em tentar uma saída honrosa, algo do tipo “não, é que no Maranhão é costume milenar comer toalhas brancas no
jantar, você deveria experimentar, sabia?”, mas preferi me comportar que nem o PT e ficar quieto pra ver se abafava a situação constrangedora e logo todo mundo esquecia. Depois de um tempo ela foi me explicar que aquilo era uma “toalha refrescante”, pois como o país é muito quente, a galera pena pra poder aguentar o calor. Então eles pegam algumas toalhas de rosto brancas, molham, colocam na geladeira e depois saem distribuindo pra galera poder se refrescar, quando eu olho pras outras mesas, a inglesada todinha só faltava se enrolar na toalha de rosto. E passava na cara, e passava no braço, e passava na costa e enfiava dentro da camisa. Deus meu.
Depois de comer, resolvi dar uma acessada básica na internet pra poder ver se tava tudo certo em Sydney, mas foi até barata a internet. Nada que 40 REAIS A HORA não desse pra pagar.
Caraca, na hora eu fiquei foi com medo!! Só pedi meia hora e ainda assim com aquela pena de gastar, deus me livre. Volto pro quarto e encontro só uma das cinco inglesinhas do quarto. Ela tava de toalha indo tomar banho. Troquei uma idéia com ela e quando ela foi pro banho eu comecei a pensar: “rapaz, eu vou dar um jeito de ficar inchado pra poder chamar a atenção da mulher”, comecei a pensar o que fazer. Tive a idéia perfeita: “Por que não fazer algumas flexões?”. Ranquei a camisa e comecei a pagar flexões no chão. Eu só tava era preocupado com alguma outra inglesa abrir a porta e dar de cara com aquela cena ridícula, um frigobarzinho com os pés apoiados na cama e fazendo flexão de braço. Mas graças a deus ninguém apareceu. Rapaz, eu acho que eu fiz umas 100 ou 150 flexões alternadas com séries de 15 repetições, sem brincadeira. Quando ela veio eu tava mais inchado que sapo cururu têitêi, foi muito engraçado, eu virei pra ela e perguntei: “E aí, cê vai fazer o que agora?”, ela só respondeu: “Dormir” e me deixou sozinho. E lá foi eu dormir que nem um bobo, mas claro, um bobo todo inchado.. uhaeuhaeuheauhae
Quando foi de manhã, resolvi dar um rolê melhor pelo centro da cidade de Nadi (uma das mais importantes cidades de Fiji). Antes, claro, tomei algumas precauções: cinco dólares no carteira e cinquenta dólares escondidos no bolso (vocês vão já entender), camisa amarrada na cintura (pra parecer maloqueiro), sem máquina digital e sem minha bolsa da PUMA. Quando cheguei no 
centro e comecei a dar aquele rolê, veio aquele espanto. Cara, não tinha nada no centro da cidade! Sério, parecia que eu caminhava por um dos bairros mais pobres de São Luís. Cara, era muito sinistro! Tudo sujo pra caramba e muita, MUITA pobreza. Fiji é um país em que a pobreza fica escancarada na sua frente, era algo que mesmo eu, que venho de um dos estados mais pobres do Brasil, nunca tinha testemunhado. Comecei a andar no meio da rua e mais uma vez fui abordado por um Fijiano querendo “conversar”. O cara veio com umas conversas tortas e não parava de me seguir, eu já tava ficando de saco cheio do cidadão, até que eu percebi o que ele realmente queria. O cidadão praticamente me enfiou dentro de uma loja e veio “todo gente boa”, abriu um mapa de Fiji e começou a me mostrar: “Olha aqui, eu sou dessa vila, Fiji tem não sei quantas ilhas e não sei o que”. Na verdade eu saquei logo que eles queriam fazer eu comprar a loja inteira, como eu tava com o tempo curto e com medo de alguma represália caso eu não comprasse nada (o que poderia ser possível, já que eu NUNCA vi um guarda no meio da rua em Fiji), abri minha carteira e falei pro cara que eu só tinha cinco dólares australianos e nada mais (pura mentira, já que eu ainda tinha cinquenta dólares escondido no bolso). O cidadão não gostou muito. Me deu um colarzinho véio, que em outra loja estava sendo vendido por 1 dólar, disse que era 5 dólares e me deixou ir. Saí de lá injuriado da vida já que eu odiei o cordão. Mas aconteceu algo MUIITOO massa. Eu entrei em outra loja do centro da cidade e o que eu vejo pra vender? CHOCOLATE BRASILEIRO!!! Caraca, IRRAADDOO DEMAIS!!! Achei mais um produto brasileiro sendo vendido no MEIO DO OCEANO PACÍFICO!!! Meu, e não era só um tipo não, tinha chocolate em barra, tinha caixa de bombom da lacta, tinha barra de chocolate LAKA!!! E claro, tudo devidamente escrito em português. Não bati foto porque eu tava sem minha digital. 😦
Na volta, o que eu acho no caminho? Uma plaquinha perdida no meio da selva fijiana. Era uma plaquinha simpática, escrito BULA!!! Em cima da plaquinha tinha uma letra ocidental. A letra era meio amarelada. Era uma letra “M”. O que era? Alguém tem algum palpite? Rapaz, eu achei um MAC DONALDS!!!! Caraca, depois de 7 dias tomando água QUENTE, da CHUVA, comendo bolacha brasileira e BEM pouco, comendo mamão (eu ODEIO mamão), tomando sopa e comendo carne com batata, frango com batata, brócolis com batata, mamão com batata, batata com purê de batata, batata com batata (eu inclusive já estava achando que eu iria virar o HOMEM-BATATA!!!! DE TANTO COMER BATATA!!! E ah sim, EU ODEIO BATATA!!) eu acho aquele oásis de civilização perdido no meio daquela selva chamada ilhas Fiji – “ESTOU SALVO!!!” – era o que eu gritava pulando que nem uma gazela ao correr em direção ao Mac Donald´s. Quando eu cheguei e a mulher me perguntou o que eu queria comer, eu não quis nem conversa: THE BIGGEST ONE (o maior de todos). A mulher me deu um Big Mac IMENSO, três sachês de ketchup, um saco com uns 20 quilos de batata frita e um copo de refrigerante, TRINCANDO DE GELADO, que ela só faltou trazer em um carrinho de mão. O copinho de refrigerante tinha apenas UM LITRO E 250 MILILITROS!! Rapaz, era algo BEM IGNORANTE MESMO!!! Na hora eu olhei pro céu e falei: Obrigado senhor por eu ainda fazer parte da civilização!!! God bless the Mac Donald´s!! Mermão, eu saí com um bucho do tamanho da barriga do Shrek. Mas essa refeição me custou caro, me custou o dinheiro do meu táxi. Tive que enfrentar uma caminhada de 30 minutos até chegar em casa, mas você acha que valeu? Eu seria capaz de ir e voltar mais uma vez só pra comer lá de novo!!!
Depois foi só chegar no hotel e pegar meu avião de volta pra Austrália. Dizer meu adeus triste para um dos mais belos e inacreditáveis lugares no planeta. Fiji foi simplesmente um sonho.
Bom… hora de parar por aqui… tá bom de escrever sobre Fiji, né? Tou no maranhão e agora é hora de descer pra praia porque ninguém é de ferro.
abraços maranhenses
Homem das cavernas, descalço, visita as piscinas naturais.. CARACA, CONSEGUI POSTAR AS FOTOS!!!
Um maranhense vai à Fiji
Êpa! Dê aí um pitôco no seu rádio! Está começando agora mais um capítulo do blog “Vida e morte nordestina”, com o título “Um maranhense vai à Fiji”Pois é galera, como foi prometido, vamos começar agora a narração de nossa aventura rumo ao arquipélago Fijiano no meio do Oceano Pacífico.Não lembro se eu postei em blogs anteriores, mas antes mesmo de vim pra cá pra Austrália, havia várias coisas que eu sonhava em fazer e uma delas era passar uma semana em Fiji. Depois de vários blogs “Chapéu de otário é marreta”, cada dia que passava parecia que eu não conseguiria sequer me sustentar aqui pela Austrália. Mas graças a deus a curva seno converteu-se numa curva tangente e eu consegui juntar uma graninha e pude pagar a minha viagem pra Fiji.Antes de começar a contar os fatos acontecidos, é de extrema importância que eu explicite algumas curiosidades sobre Fiji pra vocês se situarem melhor. Fiji é um arquipélago situado no meio do Oceano Pacífico e que possui uma sucinta curiosidade, o arquipélago é cortado pela linha internacional de Data, logo, o primeiro nascer do sol do Mundo e o último pôr-do-sol são ambos em Fiji (o que faz o principal jornal fijiano trazer estampado na primeira página, com orgulho, a frase “Este foi o primeiro jornal publicado hoje em todo o mundo”).
A regra geral do pais e’ aonde voce for ou o que quer que voce queria fazer diga sempre: “BUUULLAAAAA!!!!”. Bula significa “Ola” na lingua nativa Fijiana e os caras ficam profudamentes felizes quando voce manda um BUULLAAAA!!! bem animado pra eles. Por todo canto o que voce mais escuta e’ Bula!!! Isso nao deixa de ser bem legal. O arquipélago é uma ex-colônia britânica e o Inglês é uma de suas línguas oficiais junto com a língua nativa Fijiana. Portanto não tive grandes problemas pra me comunicar já que todo mundo em Fiji manda bem no Inglês e inclusive os jornais que são vendidos nas bancas são na língua da rainha. Assim como a Austrália, Fiji também tem todas aquelas frescuras de países participantes de “súditos da rainha da Inglaterra”, imagem da rainha nas notas de dinheiro e na parte de tras das moedas. O país é em si bem pobre, depedendo basicamente da exportação de cana de açúcar e do turismo para poder mover a sua economia. Por dependerem bastante do turismo, os fijianos costumam ser bem simpaticos com a gente, portanto, ao avistar uma pessoa que parece ser um turista o Fijiano sempre cumprimenta com um animado “Bula”. O país é em si formado por mais de 300 ilhas diferentes, sendo que praticamente a metade não são povoadas. Há duas ilhas maiores e principais onde se concentram a população e as suas principais cidades e várias outras ilhas menores, que quando são povoadas, não tem NADA nelas, a não ser um resort e uma pequena vila pra galera que trabalha la poder morar.
Quando você compra o pacote pelos passeios pelas ilhas, você paga numa tacada hospedagem, passeios e refeições (café, almoço e jantar). Sai daqui da Austrália com duzentos dólares no bolso e deu pra viver muito bem por lá, ate sobrou, já que os meus gastos se limitaram em algumas bugigangas pra amigos, táxis e a minha hospedagem no último dia.Depois dessa breve explanação acerca do arquipélago vamos começar a narração. Eu progamei minha viagem pra dar tudo certo desde o começo. Marquei meu vôo pra poder sair numa segunda feira às seis da manhã, assim que terminasse o meu último dia de trabalho no hotel, eu não precisaria nem dormir, já iria direito para o aeroporto. E não deu outra, dois dias antes da minha viagem me foi avisado que iria rolar a despedida de um dos nossos brothers daqui da Austrália, o Fábio estaria voltando para o Brasil e portanto a galera iria tomar uma cerveja na casa do Yves no domingo a noite. Fechou fechado! Terminei o meu trabalho exatamente a meia-noite, passei no staff room, fiz alguns sanduíches e coloquei na bolsa (vocês vão já entender porque). Só que depois do trabalho, me apareceu um problema, um GRANDE problema, minha máquina digital se encontrava apinhada de fotos e eu precisava descarregá-la de alguma maneira, pois, ir pra Fiji sem bater foto não dá, né? Comecei a ficar desesperado, mas quando cheguei na casa d
o Yves apareceu aquele anjo, aquela peça escultural, aquela que Tim Maia já dizia ser “é mais do que sei, é mais que pensei, é mais que esperava”, o que Pixinguinha dizia ser “de deus a soberana flor, de deus a criação, que em todo coração sepultas um amor”, apareceu a Dani que se dispôs a sair mais cedo da festa pra podermos ir na casa dela pra poder descarregar as fotos e de quebra aquele anjo ainda se dispôs a entregar os meus últimos time sheets na Pinnacle, só tenho uma coisa a dizer: DANI, apesar de voce ser carioca, TE AMO!!!
Depois de descarregar as fotos, peguei o táxi correndo e, LÓGICO, como eu iria fazer uma viagem INTERNACIONAL pedi ao taxista que me levasse no aeroporto INTERNACIONAL de Sydney. Chegando lá, fiquei peruando por dentro do aeroporto, mas perdido que calcinha em lua de mel, procurando aonde eu poderia embarcar. O mais engraçado é que o aeroporto parecia filme de Faroeste, não tinha quase ninguém por lá, todos os pontos de informação se encontravam VAZIOS!! Comecei a ficar mais angustiado que barata de cabeça pra baixo, afinal, a hora do meu voô se aproximava. Depois de um bom tempo peruando pelo aeroporto encontro um cidadão que me informava que eu não iria pegar o avião naquele aeroporto, mas sim que iria ter que embarcar no OUTRO aeroporto de Sydney, no aeroporto DOMÉSTICO, pois afinal eu iria pegar um avião em Sydney e outro diferente em Brisbaine. Beleza, e lá vou eu pagar mais DEZ DÓLARES de táxi pra largar de ser bobo. Pego meu avião e o que eu descubro? Como eu estava suspeitando o avião NÃO TINHA SERVIÇO DE BORDO, um sanduíche custava a “bagatela” de apenas CINCO DÓLARES AUSTRALIANOS (diria que meio táxi que eu paguei de bobo). Lá vai claudiomarzinho ter que pegar os sanduíches que havia feito no hotel pra comer dentro do avião. Depois de vários anos abominando os seres farofeiros que empinham as praias de São Luís, agora chegou a hora do pobre do Claudiomar ter que levar a quentinha pra fazer a farofa dentro do avião. Depois de anos pegando BRA pra ir e voltar de São Luís eu nunca achava que algo poderia ficar pior. Tá certo que a BRA te dá um pão com queijo e um bis, mas pelo menos ele te dão algo pra comer, eles não te cobram 10 dólares por refeição. Deus do céu, como as coisas podem piorar tão fácil? Digo e repito, sovinar um pedaco de pao e um refrigerante dentro do aviao é algo que ninguém merece MESMO!!!!! A viagem transcorreu, na medida do possível, normalmente, só destacando o fato de, antes de embarcar, todo mundo tinha que ficar descalço!! Não obstante neguinho colocar as malas no decector de metal, agora também temos que botar os sapatos para vôos internacionais. Eu, mais esperto, não tive esse problema, tava de havaianas.. uhahuhuhaa.
O massa foi na hora de chegar em Fiji! Na hora que eu desci do avião veio só aquele bafão QUENTE!! Nossa, mas eu já quase havia esquecido como é morar nos trópicos. Peguei a van pro meu hotel e no caminho conheci um suíço que estava viajando sozinho e, portanto, logo ficamos amigos e conheci um italiano que viajava com uma japonesa, ambos gente finíssimas. Rapaz, que coisa de louco era aquela? Quando eu entrei no hotel eu só pensei: Eu paguei POR TUDO ISSO? Comecei a ficar mais feliz que pinto no lixo. A recepção era algo de louco: Ar-condicionado, limpíssima, pintura nova quadros de arte e talz. Um cheiro de perfume de rosas tomava conta do ambiente. Cheguei na recepção e pedi as minhas chaves, a recepcionista foi lá e me deu as chaves do meu quarto e falou que alguém ia me levar ate la. Ela também me disse que eu ia dividir quarto com duas outras meninas, uma inglesa e uma americana. Eu até fiquei feliz na hora. Imagina? Se uma das duas fosse gatinha eu já chegava no Go Go Fight no pescoço dela com todo o meu charme de Latin Lover. Pra ser sincero, eu juro que eu imaginei aquela cena a noite, ela falando comigo… – Pôxa, eu tou aqui em Fiji, dormindo sozinha, não volto aqui nunca mais, não queres ser meu cobertor, meu maranhense lindo? Nao queres me fazer uma massagem por dentro? VAMO MEU LATINO FOGOSO!!!! Me chama de largatixa e me joga na parede!!! Me chama de gaveta e me desarruma toda!!!!
Depois que eu vi o naipe das bichinhas, eu juro que me deu vontade de dormir trancado no banheiro. A pobre da americana era mais pesada que sono de surdo e a inglesa mais feia que briga de foice no escuro. – Melhor guardar energias pra poder mergulhar amanhã – eu pensei. Mas beleza, o cara que ia me levar no meu quarto apareceu. Rapaz, nessa hora o sonho acabou. Quando eu prestei melhor atenção, o ar-condicionado era só pra recepção. O cara pegou uma mochila minha, saiu andando, não deu nem bom dia. Na hora que o bicho abre a porta da recepção e a gente caiu pra fora, veio só aquele bafão quente de Fiji de novo. O cidadão me levou até uma escada de madeira que, sem brincadeira, eu não sei como ainda está de pé dado o estado de podridão de alguns dos seus pedestais que a cada pisada mais forte quebrava de tão mofado. Começamos a sair em busca do quarto Paradise (que ironia) e cada vez mais que adentrávamos as paredes ficavam mais descascadas e mofadas. Quando eu entrei no meu quarto eu comecei a me perguntar se não seria uma idéia melhor eu dormir do lado de fora, no meio do mato. O quarto era mal iluminado, o chuveiro pingava ao invés de molhar e a cama tinha sequer um lençol pra cobrí-la. – Não paguei por um resort, pensava tentando me conformar.
Depois de um tempo resolvo dar uma volta pela cidade, mas vou te dizer, seria melhor que não tivesse. Nadi é a segunda cidade mais importante de Fiji. Eu gostaria de conhecer as menos importantes. O centro da cidade não tem simplesmente NADA e’ só uma galera andando de um lado pro outro, todo mundo DESCALÇO e falando Bula!!!! pra você (já que dava pra perceber que eu era forasteiro). Eu sai andando no centro da cidade a procura de algo ou alguém com que eu pudesse bater uma foto.
Não precisou nem descer do táxi pra já começar a ser abordado. O táxi nem parou direito e já veio uma maozona abrindo a porta. Era um Fijiano de uma loja do lado que praticamente me enfiou dentro da loja dele, falando que era muito legal e blá-blá-blá. Nessa hora lembrei de um dos dizeres nordestinos que eu mais admiro. Nossa Senhora tentando defender João Grilo durante o Auto da Compadecida dizia: “A esperteza e’ a arma do pobre”, mas e’ mesmo. O cara perguntou meu nome e de onde eu era, quando eu falei que era do Brasil o bicho começou a me tratar de um jeito tao, mas TAO gente boa que eu me senti na obrigação de comprar algo na loja dele, acabou que comprei um cartão e algumas bugigangas pra levar de lembrança pro Brasil, gostei tanto do bicho que pedi ate pra bater uma foto com o cidadão, caraca, que bicho gente boa.
Depois de praticamente ser arrastado pra dentro da loja e de comprar algumas bugigangas resolvo dar uma chegada no supermercado pra, como diz os paulistanos, “ver de qual e’ “. Comecei a andar por la e qual não é o meu espanto ao andar pela sessão de bolachas e biscoitos e me deparar com waffers… waffers… waffers ESCRITOS EM PORTUGUÊS!!! Caraca!!! Eu juro que eu pirei na hora!!! Que porra e’ essa???? Quando eu fui ler onde era produzido, a minha surpresa: “Fabricado em Guarulhos-SP”. Mas assim, em português mesmo. Caraca como fiquei espantado em encontrar produtos brasileiros perdidos no meio do oceano pacifico, me senti na obrigação de comprar dois ao menos pra poder bater uma foto.
Acabou que esses biscoitos fotogênicos salvaram a minha vida em Fiji, como vou contar mais posteriormente. Depois de pegar os waffers brasileiros no balcão e ir cantando o hino nacional em direção ao caixa comecei a dar um role pela centro da cidade quando DO NADA aparece um fijiano e começa a falar comigo. O bicho veio com uma conversa de quem não quer nada, mordiscando pelos cantos que nem gato comendo feijão quente. “E ai cara, como ta e talz?”. Fui tentando desconversar, mas o bicho era insistente, depois eu vi o real motivo que o cidadão tava querendo conversar comigo, ele só me perguntou: “E ai cara, você fuma? Vamo experimentar a maconha fijiana?” Nessa hora a ficha caiu e comecei a perceber o perigo que eu poderia estar passando, sozinho no meio do centro de Fiji, com quase 200 dólares na bolsa e uma câmera digital. Falei que não, mas o cara continuou insistindo, nao dei outra, falei tchau pra ele, peguei o primeiro táxi que eu vi e desci correndo pro meu albergue.. ta louco? Eu fui logo esperar o outro dia que o batente pras ilhas seria cedo..
Galera… vou acabar o primeiro capitulo aqui… tou numa lan house na Africa do Sul pagando quase 5 reais a hora e ainda por cima no meio da “ChinaTown sul-africana” (esses bichos tao em todo canto) e ainda por cima o chines que cuida dos pcs aqui não fala inglês… por isso tou passando só raiva… melhor eu ir logo que meu dinheiro ta acabando… próximos post semana que vem!!! não percam!!!! nele vou contar como foram as belíssimas piscinas de águas azuis cristalinas de Fiji e, claro, muita confusão…
Falta de tempo e SAÍ EM UM JORNAL DA PARAÍBA!!!!!!
Então galera, cheguei ontem da viagem que fiz pra Fiji. Foi algo simplesmente IRAAADDOOO!! Fiquei 6 dias enfiado no meio do mato comendo quase nada, parecia até treinamento do exército, pode apostar que perdi uns 3 kilos nessa viagem. O problema é que agora cheguei aqui em Sydney e o tempo anda mais curto que coice de porco. Estou me desdobrando em vinte para poder falar com a galera inteira, me despedir de todo mundo e marcar a minha despedida. Mas podem ficar tranquilos que o que não vai faltar é história de Fiji. A viagem teve, na medida do possível, várias cenas MUITO engraçadas, típicas das histórias dos derradeiros primórdios do blog, fotos SENSACIONAIS, muitas reflexões e explanações sobre a vida em Fiji. O problema é que vai acabar saindo grande, BEM GRANDE!!! Mas podem ficar tranquilos, não vou soltar tudo de uma vez, senão a galera acaba não lendo e não curtindo tudo como deve ser, vou soltar em doses homeopáticas, pra galera ir curtindo beeemm devargazinho. E claro, depois de Fiji vai ter algo sobre a minha viagem pra África do Sul, por isso tou prevendo que vou passar uns 2 meses escrevendo mesmo quando chegar no Brasil, mas de boa, o que não falta é história pra contar e disposição pra escrever, ainda mais QUE:
Acabou saindo algo sobre mim em um jornal da Paraíba. Quem mandou para o jornal o endereço do blog ainda se encontra um mistério. Pensei que meu pai tinha o dedo no meio, mas acabou que meu pai me confessou que ele nada tinha ver com a morte da bezerra, nada tinha a ver com a publicação. Anyway, vai aí a foto scaneada. Pra quem enviou pro jornal, aceite os meus mais sinceros agradecimentos e podem esperar que antes do final da semana eu já tento mandar algo sobre Fiji.

abraços maranhenses
blogs finais…
fim da funcao seno??
nao lembro o nome desse titulo, tenho que sair da sala dos pcs agora pra ir pro trampo
Um turco mal humorado e muita confusao
Galera, eu vou terminando agora.. tou num domingo com sol tendo que estar aqui na lan pra poder atualizar esse blog. Mas tinha que fazer de qualquer jeito, a Bovespa fechou o pregao de sexta feira em baixa porque as acoes do meu blog estavam caindo, tinha gente especulando sobre a nao mais postagem do blog, por isso tou postando agora pra ver se as acoes do meu blog voltam a subir no mercado financeiro. Se possivel vou ver se posto o outro ja na quarta, porque ai as acoes voltam a subir, pois o mercado financeiro vai comecar a especular um provavel dois posts em uma semana e a Bovespa pode fechar o pregao em alta…






























