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Neste vídeo de O Mundo Numa Mochila, compartilho minha experiência explorando Maputo, a capital de Moçambique, um país repleto de história, cultura e curiosidades. Logo de cara, fui surpreendido por ruas que homenageiam líderes comunistas como Mao Tse Tung e Lenin, refletindo a forte influência do socialismo no período pós-colonial. Descubra também a fascinante Casa de Ferro, projetada por Gustave Eiffel, o mesmo arquiteto da Torre Eiffel. Apesar de sua beleza arquitetônica, a estrutura acabou se tornando inadequada para o calor africano, uma verdadeira fornalha, e hoje é uma curiosa atração turística que simboliza o contraste entre sofisticação e funcionalidade. Além das curiosidades históricas, falo sobre a realidade das ruas de Maputo, como a presença marcante de pedintes e vendedores ambulantes, que trazem um contraste com a infraestrutura moderna da cidade. Apesar disso, a segurança e a hospitalidade do povo moçambicano me impressionaram. Até mesmo um policial que me abordou na rua acabou me dando dicas de viagem, mostrando o quão acolhedor é o país. Moçambique é uma mistura única de desafios e beleza, e Maputo reflete perfeitamente essa dualidade. Venha comigo nesta jornada para descobrir o que torna esse país tão fascinante! Não esqueça de curtir, comentar e se inscrever no canal para acompanhar mais aventuras!
Quer saber como entrei na Coreia do Norte? Não é turismo solo — é pacote fechado, guia no teu pé e muita paranoia. Quase caí fora achando que era golpe, mas fui até o fim: tirei o visto aqui mesmo no Brasil, conversei com diplomata de Havaianas e fui parar em Pyongyang com tudo pago e os dois rins no lugar. Nesse vídeo conto todos os detalhes da viagem mais surreal que já fiz: do primeiro contato com a agência de turismo em Londres até o carimbo na embaixada norte-coreana em Brasília. Tem história bizarra, festival do Arirang, dilema ético sobre turismo em ditaduras e até gringo inglês com risada de cachorro de desenho. Cola comigo até o fim e descobre como é possível visitar um dos países mais fechados do planeta — e por que talvez você também devesse considerar essa experiência maluca.
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Neste vídeo de O Mundo Numa Mochila, compartilho minha jornada por Moçambique, o último país que visitei durante minha viagem pelo sul da África. Desde os desafios para conseguir o visto até as primeiras impressões em Maputo, este vídeo revela as curiosidades, histórias e as belezas de um país que fala português nas ruas e tem uma cultura vibrante, apesar de seu passado difícil. Moçambique é fascinante! Desde a história de sua independência até os desafios modernos, como a reconstrução pós-guerra civil e as desigualdades sociais, cada canto do país conta uma história única. Durante minha viagem, explorei a capital Maputo e fiquei surpreso com a organização e simpatia das pessoas. Mesmo sendo um dos países mais pobres do mundo, Moçambique exibe uma resiliência admirável. O vídeo também destaca as curiosidades sobre Maputo, incluindo a famosa estrutura de ferro projetada por Gustave Eiffel, o mesmo arquiteto da Torre Eiffel, e como o português é amplamente falado pelas ruas, tornando a interação com os locais ainda mais especial. Claro, nem tudo foi fácil: enfrentei uma verdadeira saga para conseguir o visto, desde a burocracia até custos absurdos, passando por imprevistos no aeroporto e complicações na chegada ao país. Mas, no final, tudo valeu a pena. Moçambique me surpreendeu com sua cultura, sua história e sua hospitalidade, e espero que você possa sentir um pouco disso neste vídeo. Aperte o play para viajar comigo por Moçambique e descobrir o que torna este país tão único. Não se esqueça de curtir, comentar e se inscrever no canal para acompanhar as próximas aventuras! Kit-viagem, os 11 itens essenciais que sempre levo comigo em todas as viagens e sugiro: 📱📷🎥 Meu celular/câmera __ https://amzn.to/3z9vHkS 📷🎥✈️Minha câmera/drone 360º __ https://amzn.to/3Vu6qcu 💾 Cartão de memória __ https://amzn.to/4eBInRQ 🔋 Meu Carregador Portátil __ https://amzn.to/3zoinc8 🎒 Minha mochila __ https://amzn.to/3KUluLB 🔌 Adaptador de tomada universal __ https://amzn.to/3VPEBwG 👜 Organizador de cabos __ https://amzn.to/45CujmF 🎧 Fone cancelador de ruído __ https://amzn.to/4es6PVH 🛁 Kit de higiene bucal para viagem __ https://amzn.to/3VRm6YB 🔋 Kit de adaptadores para viagem __https://amzn.to/3KZkV2Y 💰 Doleira para esconder o dinheiro __https://amzn.to/3VD0rSG Outros produtos que sugiro: 🎒 Mochila mais barata https://amzn.to/3VTIhh5 🧳 Mala de viagem https://amzn.to/3XAxWYG 💲💲 Quer me dar uma força pro canal para eu sempre produzir conteúdo?💲💲 PIX: claudiounb@gmail.com Inscreva-se no canal para sempre receber atualizações Acesse http://www.omundonumamochila.com.br para ter acesso a essa e outras histórias Nos siga no http://www.instagram.com/omundonumamochila para mais fotos de viagem
Neste vídeo do O Mundo Numa Mochila, compartilho como foi explorar San Francisco, uma cidade cheia de contrastes e histórias fascinantes. Famosa por sua riqueza e organização, a cidade também enfrenta grandes desafios sociais, como a crise de moradia e o uso de drogas. Além disso, você vai me acompanhar na visita a uma das atrações mais icônicas da cidade e do mundo: a prisão de Alcatraz, localizada em uma ilha cercada pelas águas geladas da Baía de San Francisco. San Francisco é linda, mas prepare o bolso! Descubra como a cidade é uma das mais caras do mundo, com preços altos até para as coisas mais básicas, como transporte público e comida. Apesar disso, a visita vale a pena pelas experiências únicas: passeios por ruas famosas, museus interativos de ciência e até táxis com carros autônomos! Um dos momentos mais impactantes foi a visita à prisão de Alcatraz, conhecida como “A Rocha”. Neste vídeo, mostro como a prisão foi construída para ser inescapável e compartilho histórias sombrias dos detentos que passaram por lá, além de curiosidades sobre sua desativação e os desafios de mantê-la funcionando. O passeio é guiado por áudio em português e permite que você mergulhe na história de um dos lugares mais emblemáticos dos Estados Unidos. Também reflito sobre o contraste social da cidade, com muitas pessoas em situação de rua, impactadas pela falta de moradia acessível e pela crise de drogas. Caminhar por San Francisco é uma mistura de admiração e choque, com bairros organizados lado a lado com barracas improvisadas. Aperte o play para explorar San Francisco comigo, aprender sobre Alcatraz e descobrir os contrastes dessa cidade fascinante. Não se esqueça de se inscrever no canal, deixar seu like e ativar o sininho para não perder nenhum vídeo. Tem muita coisa legal por aqui!
Neste vídeo de O Mundo Numa Mochila, eu levo você para conhecer o pequeno e fascinante reino de Essuatíni, um país montanhoso e uma das últimas monarquias absolutistas do mundo. A minha visita aconteceu durante um dos eventos culturais mais importantes do país, o Reed Dance, ou Umhlanga, que celebra as tradições do povo suázi. A cerimônia, realizada todos os anos, é uma experiência única e impressionante, onde milhares de jovens, vestidas com trajes tradicionais, dançam e oferecem juncos ao rei e à rainha-mãe em uma celebração de cultura e pureza. Minha jornada começou em Joanesburgo, de onde viajei com a empresa Transmagnific até Mbabane, a capital administrativa de Essuatíni. Ao chegar, fui surpreendido pelo frio intenso que não esperava encontrar no país. Apesar do clima gelado, Essuatíni me conquistou com a beleza de suas montanhas e a simpatia de seu povo. Além de compartilhar os desafios econômicos e de saúde que o país enfrenta, como a alta taxa de HIV/AIDS e a dependência agrícola, conto como foi vivenciar uma cultura marcada pela presença do rei Mswati III, que governa o país com autoridade há décadas. No vídeo, mostro também minha experiência no Reed Dance, que acontece em Lobamba, a capital legislativa e o centro da monarquia suázi. Cheguei ao evento ansioso para ver a cerimônia, e pude testemunhar a impressionante organização do festival. Enquanto os grupos de jovens desfilavam, o país inteiro parecia parar para acompanhar a celebração. E embora o Reed Dance seja hoje um símbolo de tradição e unidade nacional, ele já teve um passado bem diferente, onde o rei poderia escolher uma nova esposa entre as participantes do evento. As curiosidades de Essuatíni não pararam por aí. Compartilho momentos que me marcaram, como a ausência de táxis convencionais, o preço inacreditavelmente baixo dos mirtilos e a sensação de estar em um país seguro e acolhedor, mesmo com suas complexidades políticas e sociais. Se você tem curiosidade em saber como é viajar para um dos países mais singulares da África, vem comigo nessa jornada fascinante e descubra mais sobre Essuatíni e o encantador Reed Dance! Aperte o play para mergulhar nessa cultura, e não esqueça de se inscrever no canal, deixar seu like e ativar o sininho para acompanhar minhas próximas aventuras pelo mundo!
Neste vídeo compartilho uma das histórias mais inacreditáveis e bizarras da minha viagem de volta ao mundo, quando fiquei hospedado em uma casa pelo Couchsurfing no Havaí. Se você já assistiu aos meus vídeos, sabe que eu gosto de explorar o inesperado em cada destino, mas nada me preparou para o que estava por vir nessa hospedagem. O que parecia ser uma estadia tranquila em Honolulu rapidamente se transformou em uma das experiências mais malucas da minha vida! Cheguei no Havaí pronto para me aventurar pelas paisagens paradisíacas e viver um pouco do estilo de vida havaiano. Mas, ao ser recebido no aeroporto pelo meu anfitrião, que, na foto do Couchsurfing, parecia um artista plástico tranquilo, percebi que as aparências realmente enganam. Ele parecia mais o Predador, com seus 13 piercings e estilo punk hardcore! Fui levado para uma casa cheia de personagens excêntricos, como um cara com cinco brincos transversais na mesma orelha e outro com um PhD em matemática, o qual eu nunca imaginaria encontrar nesse cenário maluco. Durante minha estadia, enfrentei uma série de situações bizarras, desde uma casa caótica cheia de revistas de death metal espalhadas pelo chão até um banheiro que parecia saído de um filme de terror, com pelos por toda parte e uma banheira imunda. E, claro, quem não ficaria assustado ao descobrir que o anfitrião era satanista e mantinha cruzes de ponta-cabeça em seu quarto? Foi uma semana de insanidades que me deixou no limite, mas que também me ensinou a importância de quebrar preconceitos e ver além das aparências. Mesmo com todas essas situações assustadoras, Bobby e os outros moradores da casa acabaram sendo pessoas extremamente solícitas e amigáveis, me mostrando o Havaí de uma forma que eu jamais imaginaria. No fim das contas, apesar dos choques iniciais, a experiência acabou se tornando inesquecível e cheia de histórias para contar. Neste vídeo, você vai ver como sobrevivi a essa aventura fora do comum e, claro, todos os momentos inusitados que fizeram dessa hospedagem uma das mais marcantes da minha volta ao mundo. Aperte o play para acompanhar cada detalhe dessa jornada e aproveite para explorar outros vídeos do canal, onde compartilho documentários sobre os 32 países que visitei durante a viagem. Se você curtir esse vídeo, não se esqueça de deixar o seu like para ajudar no engajamento, inscrever-se no canal e ativar o sininho para receber notificações de novos vídeos. Tem muita coisa legal vindo por aí! E não se esqueça de votar nas enquetes para escolher os próximos documentários. Vem viajar comigo em mais essa aventura louca! Kit-viagem, os 11 itens essenciais que sempre levo comigo em todas as viagens e sugiro: 📱📷🎥 Meu celular/câmera __ https://amzn.to/3z9vHkS 📷🎥✈️Minha câmera/drone 360º __ https://amzn.to/3Vu6qcu 💾 Cartão de memória __ https://amzn.to/4eBInRQ 🔋 Meu Carregador Portátil __ https://amzn.to/3zoinc8 🎒 Minha mochila __ https://amzn.to/3KUluLB 🔌 Adaptador de tomada universal __ https://amzn.to/3VPEBwG 👜 Organizador de cabos __ https://amzn.to/45CujmF 🎧 Fone cancelador de ruído __ https://amzn.to/4es6PVH 🛁 Kit de higiene bucal para viagem __ https://amzn.to/3VRm6YB 🔋 Kit de adaptadores para viagem __https://amzn.to/3KZkV2Y 💰 Doleira para esconder o dinheiro __https://amzn.to/3VD0rSG Outros produtos que sugiro: 🎒 Mochila mais barata https://amzn.to/3VTIhh5 🧳 Mala de viagem https://amzn.to/3XAxWYG 💲💲 Quer me dar uma força pro canal para eu sempre produzir conteúdo?💲💲 PIX: claudiounb@gmail.com Inscreva-se no canal para sempre receber atualizações Acesse http://www.omundonumamochila.com.br para ter acesso a essa e outras histórias Nos siga no http://www.instagram.com/omundonumamochila para mais fotos de viagem
Se você quer saber como visitar os campos de concentração de Dachau, tenha em mente que essa será, muito provavelmente, uma das experiências mais marcantes na Alemanha.
Afinal de contas, essa é uma visitação que remonta a um passado bastante denso, palco de uma das histórias mais tristes de toda a humanidade.
Mas, ainda que tenha um passado pesado, é uma visita necessária para entendermos um pouco da dimensão e tomarmos consciência de todas as tragédias.
Para saber como visitar os campos de concentração de Dachau, é só continuar a sua leitura.
A princípio, o campo recebia prisioneiros que eram opositores políticos do regime. Mas, à medida que o tempo passou, passou a receber os demais tipos, como judeus, ciganos, homossexuais, padres etc.
Assim como aconteceu em vários outros campos de concentração, em Dachau também ocorreram diversas experiências médicas com os prisioneiros.
Apenas para se ter uma ideia, entre os anos de 1933 e 1945, Dachau recebeu mais de 200.000 prisioneiros. Ainda que não se saiba a quantidade exata, muitos deles acabaram sendo vítimas da crueldade nazista.
Os prisioneiros tiveram a sua liberdade apenas em 29 de abril de 1945, mas muitos deles carregam o trauma até os dias de hoje.
Visitar o campo de concentração é se imergir na parte mais taciturna e sombria da história da Alemanha, já que o local conserva bastante memória.
É durante a visita que você consegue conhecer toda a história do campo de concentração, tais como:
A forma de tratamento para com os prisioneiros;
Instalações as quais eles viviam;
Depoimentos de sobreviventes;
Textos contextuais;
Objetos da época etc.
Como uma forma de homenagem, resolveram instalar um memorial judeu e templos pertencentes a outras religiões no local.
O campo de concentração fica próximo à cidade de Munique, sendo que a sua construção foi feita pelos próprios nazistas, em uma antiga fábrica de pólvora.
A inauguração foi feita por Heinrich Himmler, um dos homens mais cruéis do regime nazista.
Como visitar o Campo de Concentração de Dachau?
Para visitar o campo de concentração de Dachau, você não necessariamente precisa contratar algum pacote de viagem ou algo do tipo.
Caso queira uma certa ajuda, até vale a pena procurar por essa alternativa, mas tenha em mente que você consegue visitar de maneira independente.
A entrada para o memorial é gratuita, sendo que é possível fazer a visita de acordo com o ritmo que achar melhor.
Agora, caso queira fazer uma visita guiada, isso fará com que você obtenha maiores informações sobre o local e de todas as coisas que aconteceram por lá.
O memorial abre todos os dias, mas é possível visitar apenas das 09h às 17h. O único dia que costuma ficar fechado é no dia 24 de dezembro.
Por mais que a entrada seja gratuita, é possível adquirir um áudio tour completo por um valor de apenas 3.50€.
Esse guia está disponível em oito línguas diferentes, sendo uma ótima forma de conhecer toda a história do local.
Como chegar ao Campo de Concentração de Dachau
Como já mencionado, a cidade mais próxima é Munique, mas que fica a mais ou menos 25 minutos de distância de Dachau.
Por isso, você pode chegar facilmente no local de carro. O memorial tem sim um estacionamento disponível, mas é preciso pagar os devidos custos.
Mas, também é possível chegar ao local de transporte público. Para isso, partindo da Estação Central de Munique, chamada “hauptbahnhof”, pegue o trem S2 em direção a “Dachau/Petershausen”.
Basta você descer na estação “Dachau” e, em seguida, dirigir-se até a estação e pegar o ônibus 726, com destino à “Saubachsiedlung”.
Fazendo isso, é só você descer bem na entrada do memorial que, em Alemão, chama-se “KZ-Gedenkstätte.”
Caso você opte por ir de transporte público, tenha em mente que é necessário ter o bilhete Munich XXL, já que ele abrange todas as áreas desse trajeto.
Por mais que existam outras alternativas, a nossa dica é que você dê preferência por comprar o bilhete.
Afinal de contas, dessa forma, o bilhete terá validade pelo dia todo, fazendo com que você possa ir e voltar sem gastos adicionais.
Como é a visita ao campo de concentração de Dachau?
A visita ao campo de concentração é uma maneira de mergulhar de cabeça em toda a história local, haja vista que há muita informação sobre todo o regime nazista.
Fora isso, é possível visitar as instalações do campo de concentração, dando um ar mais empático a toda a situação.
Uma coisa que precisamos falar sobre a visita é tomar cuidado com os guias que for contratar. Dizemos isso porque os passeios internos guiados podem ser feitos apenas por funcionários de Dachau.
Mas, dentre alguns locais que você poderá visitar, mencionamos os seguintes:
Crematório;
Memoriais religiosos;
Exposição do campo;
Antigos barracões etc.
Durante a sua visita, você poderá descobrir diversas coisas, sendo que é possível adaptar todo o trajeto ao seu ritmo.
Portanto, será possível conhecer alguns fatores históricos e culturais da Alemanha, fazendo com que você se situe a todo o contexto histórico.
Caso você opte por uma visita guiada, ainda é possível ter acesso a algumas curiosidades locais no decorrer de todo o roteiro de viagem.
Ainda há alguns guias que oferecem boas dicas sobre a cidade em si, tais como transportes, lojas e demais passeios que pode fazer pela cidade.
Dicas úteis sobre o Campo de Concentração de Dachau
Antes de ir ao local, fique atento as seguintes dicas:
O memorial abre todos os dias, das 09h às 17h, sendo que a entrada é gratuita;
Não é possível entrar com cães no memorial, ao menos que seja cão-guia;
O mais adequado é não levar mochilas muito grandes, já que não há armários para guardar a sua bagagem;
Alguns conteúdos não são recomendados para menores de 13 anos. Fique atento.
Além disso, devemos mencionar que a grande parte do memorial é acessível para os deficientes. Inclusive, é possível obter cadeiras de rodas emprestadas no memorial.
O único parêntese quanto à acessibilidade é a parte externa, já que ela é de terra. Ou seja, pode dificultar um pouco o acesso.
Por fim, a nossa dica é que você separe pelo menos meio dia para fazer uma visita satisfatória ao campo de concentração de Dachau.
Prezados, enfim consegui finalizar o meu livro sobre a viagem de volta ao mundo que fiz em 2008. Nele eu conto as história, presepadas e agruras que ocorrema comigo em 32 países os quais viajei há quase 15 anos atrás.
Quem tiver interesse, curiosidade ou afins, tou anotando os pedidos. Pode falar comigo no privado (claudiounb@gmail.com). Vai por mim, o livro ficou bem engraçado!
Decidi investir um pouco de tempo pesquisando sobre atrações que podem ser encontradas próximas a Brasília. Viagens que possam ser realizadas em um fim de semana ou um bate e volta de domingo. E não é que Brasília tem um bando de lugar legal para ser visitado?
Pesquisando pela internet me chamou a atenção um alambique que se propunha a ser a “Toscana Brasileira”. Ele ficava em Alexânia, Goiás (cidade de localização estratégica por se situar quase que no meio do caminho entre Brasília e Goiânia, as duas maiores cidades do Cerrado Brasileiro) e se chamava Cambeba. Bem, alambique é um lugar onde se produz cachaça, né? Então, inicialmente pensei que fosse um lugar esculhambado e todo caindo aos pedaços.
Mas, não, esse é um alambique muito do metido a besta. Na verdade, é o tipo de lugar onde você esperaria que fosse uma vinícola italiana ou francesa. E não para por aí. Ainda havia um restaurante de comida refinada. E ainda havia um passeio guiado por entre as etapas de produção para que a gente pudesse entender como funciona a produção de cachaça no lugar.
PEGANDO A ESTRADA
Eu e Bruna saímos do Plano Piloto de Brasília em uma viagem que fui super tranquila. A pista é duplicada por todo o trajeto e os 85 km de Brasília levam entre uma hora e uma hora e meia, dependendo do quanto você gosta de chinelar. Eu como sou pé leve, levei uma hora e meia. É fácil chegar, o lugar é colado na Outlet Premium Brasília e não há necessidade de pagamento de pedágio.
Acabamos esquecendo que, assim, sei lá, talvez fosse uma boa ideia pesquisar sobre os melhores horários para se chegar por lá. Só marcamos o lugar do Alambique no Waze e fomos seguindo o GPS (se colocar “Alambique Cambeba” no GPS aparece fácil). Tivemos sorte, pois havia apenas duas visitas guiadas no dia (uma ao meio dia e a outra às 15h, parece que todo sábado e domingo. Tem que marcar antes, mas se você estiver sozinho ou em casal, dá para ir entrando nos passeios que já tão saindo. Sugiro ligar antes). Nós chegamos às 11h30.
BISTRÔ NO ALAMBIQUE
Como saímos de casa morrendo de fome, resolvemos pedir alguma coisa para comer enquanto aguardávamos a hora de começar o tour de meio dia. Acessamos o prédio e descobrimos que havia um bistrô lá dentro. Não, não é um restaurante, é um bistrô mesmo. Sentamos e pedimos algumas coisas para merendar.
No restaurant… digo, bistrô, há uma linda vistão do cerrado. Um vale onde muita gente diz que lembra a Toscana. Eu nunca fui nessa tal de Toscana que todo mundo fala, no máximo fui a Florença (para ler sobre a viagem a Florença, clique aqui), mas para mim a Toscana deve lembrar bastante o cerrado goiano. Vale uma visita inicial ao local só pelas mesinhas charmosas e o clima gostoso do lugar.
Cardápio para que todos possam ter noção do preço
É óbvio que, em um alambique, a gente iria ter que provar um drinque. Se pedir o drinque com vodca leva um espancamento sumário.
E não é que recebemos visita enquanto comíamos?
TOUR ETÍLICO – DANDO UMA VOLTA PELO ALAMBIQUE
Depois de um tempo comendo, foi dado início ao tour. Fomos recepcionados pelos engenheiro agrônomo do lugar cujo nome não guardei. Ele explicou que faz parte da oitava geração de produtores de cachaça e segue com a tradição da família. OITAVA GERAÇÃO! Eles já produziam cachaça há 200 anos!
A família inicialmente produzia cachaça no Ceará, mas há 15 anos mudou-se para essas bandas e escolheu Alexânia devido a sua localização estratégica.
O processo de produção era todo industrial e fomos convidados a visitar os diversos setores de produção.
Passeio guiado por entre as caldeiras
Depois de passar por todos os setores produtivos, vinha a parte mais interessante do alambique, a visita a adega subterrânea onde ficam os barris de carvalho. Sim, eles produzem toda a cachaça e posteriormente as armazenam em barris de carvalho por 3, 5, 7, 10, 12 anos! Cara, o negócio é legal demais! O cheiro também é muito legal.
Os barris são importados direto dos Estados Unidos. Isso não impede que pesquisas de envelhecimento de cachaça em madeiras tropicais estejam sendo desenvolvidas para que eles possam posteriormente envelhecê-las com madeiras brasileiras.
Pesquisa sendo realizada em parceria com a Universidade Federal de Goiás
No final de um tour como esse, obviamente, todo mundo tem direito a fazer uma degustação da cachaça deles. Começando com a cachaça normal, depois elevando para as envelhecidas de 3, 5, 7 até a de 12 anos. Infelizmente eu não pude degustar todas, já que tava dirigindo (primeira dica, aquele seu amigo que não bebe vale ouro em um momento como esses).
Depois do tour, aproveitamos para ainda almoçar no local e, rapaz, essa história de bistrô faz uma comida boa, viu?
Um dos usos a que foi dado a um barril já usado. Ficou legal essa caixa de som, diz aí?
VOLTA PARA CASA
Infelizmente, como estávamos apenas em dois e eu estava dirigindo, acabamos não ficamos muito por lá. Fiquei conversando com o pessoal lá do Alambique Cambeba e eles me disseram que acontece do pessoal alugar van de Brasília ou de Goiânia e passar o dia bebendo por lá. Diz que o pessoal volta se arrastando para a van distribuindo abraços e “eu te amo” para todo mundo.
Na volta ainda dá para dar uma volta na Outlet Premium, apesar de eu não ter achado lá muita vantagem os preços
Saindo do alambique pensei como a gente às vezes é besta e não dá valor ao que é produzido no Brasil. Como falei, quando fui visitar, nunca imaginei que um alambique pudesse ser tão fino. A produção dos caras é realmente bem refinada e mais de 90% da produção deles é exportada. Conceitos e preconceitos que caíram durante uma visita.
Realmente fiquei com essa ideia de voltar lá novamente, porém dessa vez com algum corno dirigindo para poder passar a tarde lá tomando os drinques e chopp, porque, mano, vai por mim. O lugar é MUITO agradável. O melhor dia para se fazer isso é sábado, já que eles abrem de tarde e de noite e você pode ir ficando, só a cozinha que fecha e as meninas dos drinques dão uma parada, mas o chopp é servido o tempo inteiro.
Ainda volto lá para ficar naquelas mesinhas tomando uma cachaça chique, chopp de qualidade e vendo o sol se por atrás daquele cerradão.