O post sobre a Malasia ja esta pronto. Eu ia posta-lo, hoje. Mas antes, como ja e’ de praxe, vamos para mais uma sessao de comentarios comentados.
1 – Meu pai fez um comentario ha um tempo atras perguntando sobre como e’ a visibilidade dos produtos brasileiros aqui na Asia. Achei interessante e queria compartilhar a resposta com voces. Produtos brasileiros que realmente carregam a “Marca Brasil” que encontrei na Asia, ate agora, foram so as Havaianas, que sao febre hoje no mundo inteiro e os diversos rodizios de carne que hoje se espalham mundo afora. Eles chamam esses rodizios de “Brazilian Barbecue Restaurant” e se espantam com o tanto de carne que tem na parada. Alem desses dois tambem tem a cachaca e a caipirinha. Achei cachaca sendo vendida numa ilha da Tailandia, Ko Tao e na Australia, mas a cachaca acho que anda “pau a pau” com as Havaianas, ja que ja e’ bem conhecida mundo afora.
De resto eu pude encontrar alguns produtos da Perdigao num mercadinho em Hong Kong, como mostra a foto abaixo e ja ouvi falar de alguem que comprou Brahma por algum lugar na Asia. Na Oceania (dois anos atras, antes dessa viagem) teve um que me assustou, que foi quando eu estava em Fiji e encontrei pra vender em um mercadinho chocolates da Lacta e biscoitos da Bauducco como pode ser visto neste dois topicos aqui e aqui. Na Australia eu quase fui pra uma festa que tinha Brahma sendo vendida. Ah sim, em Bali eu fui em um restaurante brasileiro (sim e comi farofa e feijao), mas nao sei se conta como produto brasileiro. Acho que foi so isso.

2 – Pergunta da Rafa: oi claudiomar!estou lendo o seu blog aos poucos,quero ler ate o final, gostei muito.mas eu fiquei confusa, vc falou q a foto que vc tirou no templo, vc mandou p jacare bangula…so que ja faz um tempinhi isso, ne?vc foi em bali duas vezes, ou vc escreve os posts c atraso mesmo?fiquei c essa duvida, ehehehheabraços p vc, seu blog é otimo.
Rafa, sim, eu sempre escrevo com um atraso os posts. O atraso varia de uma a duas semanas. Faco isso porque apos ficar em um lugar, eu depois fico pensando nas presepadas que vou escrever, pesquiso um pouco sobre a cultura local, edito fotos e videos e etc. E ah sim, eu tambem viajo de vez em quando, hehehe.
Portanto, amanha tem o post da Malasia, mas hoje estou na India. As vezes coloco uns posts “em tempo real”, mas tento deixar bem claro pra galera nao se confundir.
3 – A Cynthia do Goias postou: OI Claúdio, sou a Cynthia de Goiás, pira cara (nois é caipira mesmo!!!) !!!!!estou sempre lendo seu blog e percebo que as coisas ocias que vc fala sobreos lugares são apenas tiradas de 1 ou no máximo duas pessoas…isso é mal, pois imagina ao contrário, uma pessoa chega no brasil e troca uma i´deia com uma pessoa, será que é isso que ela vai levar consigo?? adoro todas suas informações, mas fica essa perguntinha que não quer calar!beijos querido
Cynthia, voce tocou num ponto importante sobre a minha maneira de escrever. Toda e qualquer informacao sobre o blog que posto, na maioria das vezes eu procuro fontes pra poder escrever e confimar. Como funciona essa postagem dessas informacoes? Alguem me diz alguma coisa sobre determinado pais ou regiao. Eu acho interessante e decido postar no blog. Antes de postar no blog, procuro outra fonte confiavel na internet pra confiar ,e se confirmo, ai sim posto no blog.
Tento sempre fazer isso. So que, as vezes, eu tenho que soltar logo um post e por isso fico sem tempo pra poder confirmar o que o cara me falou. Quando isso ocorre, eu deixo bem claro, “segundo fulano”, “sicrano me falou isso” e por ai vai… Se eu nao adotasse essa metodologia do “nunca postar o que ouviu de boca sem checar informacoes” eu ja tinha escrito MUITA besteira no blog.
4 – Maricotinha postou no topico em que falei que ia subir pro teto da casa pra uma festa no Vietnam: Porra Claudiomar, vc vai parar no outro lado do mundo para ir em PAGODE NA LAJE? Tenha santa paciência!
Sim, eu ri muito desse comentario dela.




Ele me explicou uma parada muito massa que fizeram pra Timor Leste. Devido ao fato do país estar destruído após anos de guerras, um grupo de mais de quarenta países concede vistos especiais para timorenses. Segundo ele, você paga 25 dólares e pode escolher dentre uma lista que possui Inglaterra, Portugal, Brasil etc. um lugar pra poder ficar por cinco anos. Segundo ele novamente, eles fizeram isso como um incentivo pro povo timorense, pois o cara pode trabalhar nesses lugares, juntar um dinheiro, transferir pra conta da mãe e assim mover a economia do país. Só pra vocês terem uma idéia, Timor hoje é um dos países mais caros do Sudeste Asiático, devido ao fato da economia deles ser dolarizada (eles não tem moeda própria, utilizam o dólar) e também devido a ao fato das remessas de dinheiro do exterior. Nessas horas eu lembro da brasileirada que “pena” pra poder conseguir um visto de trabalho temporário nos EUA enquanto os bichos tem uma lista pra eles escolherem. Nessa “roleta de vistos”, grande parte daqueles timorenses que conheci moravam pela Europa e vinham pra Bali só pra passar férias, além de vários deles terem me confidenciado que têm parentes no Brasil. Mais uma vez, tou com preguiça de checar como isso funciona. Se essa parada dos vistos for realmente como ele falou é uma grande invenção pra reconstrução de países. Os países ricos conseguem manter o seu fluxo de mão-de-obra barata enquanto ajudam países menos desenvolvidos sem precisar tirar nenhum tostão do bolso.
















Que coisa absurda! O parque que tinha o templo era lindo DEMAIS! Como falei, os balineses tem bom gosto pra poder fazer templos, viu? Aproveitaram o maior desfiladeiro e fizeram um templo lá em cima.
Não nos era permitido entrar no templo, mas só de poder ficar batendo fotos dos desfiladeiros, já valeu a viagem. Lindo demais, a foto que eu mandei pro jacarebanguela.com.br foi nesse templo e eu já havia postado algumas fotos desse lugar aqui no blog também.
Mas os macaquinhos que tinham lá eram um show a parte. Meu amigo, tinha MUITO macaco por lá. Era uns saguizinhos não maiores do que um vira-lata e que ficavam bem perto da gente. Você podia ficar alimentando eles também que não tinha problema. Uma galera comprava comida antes de ir pro templo ou comprava da mão dos guias (que era dez vezes mais caro). Teve um dia que eu fiquei foi uma tarde inteira alimentando os macaquinhos. 
Outra coisa que era muito engraçado relacionada a eles era que havia uma placa bem grande, em várias línguas, inclusive em português, avisando pras pessoas tirarem os óculos e tudo que pudesse chamar a atenção, pois senão eles metiam a mão. Cara, era muito engraçado! O que eu vi de gente perdendo boné, brinco, óculos de sol, óculos de grau e o caramba porque os micos roubavam não tá escrito. Você ficava andando, dando comida pra eles e do nada você escutava um grito, quando via, era mais um que tinha sido roubado. Hahahaha









Além dos arrozais no caminho, vi também um balinês estirado no chão e um bando de gente socorrendo o cara. Provavelmente algum carro pegou ele e foi embora. Na hora que eu vi aquilo até que me deu uma vontade de voltar pra casa e largar essa vida de moto pra lá, mas como já tinha passado o meio do caminho, ou o “turning point” como preferir, não tive como voltar. A solução foi reduzir ainda mais a velocidade média e torcer pra Deus me proteger, até porque pedi proteção pra Brahma ou 



