Comentarios que me fizeram rir

1 -Lucas veloso comentou:

Yoh também como leitor assiduo deixei minha sujestão no e-mail do programa do jô! agora tenho um reflexão.. vc postou sobre buda e talz.. e como jah conheço alguns monumentos dele sempre notei a orelha pontuda dele.. vc sabe se tem algum motivo particular pra isso? se nao tenho uma tese diabolica.. BUDA EH UM ELFO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Dou no minimo primo do spock! quem poderia responder essa que é um dos segredos da vida seria TOLKIEN.. mais ele morreu! T.T … mais agora so me resta ler a trilogia de senhor dos aneis pra ver se axo alguma revelação obscura entre a ligação de buda e os elfos.. ou com spock msm..
[]s catarinenses xD
R – Criancas, e’ isso que acontece com o seu cerebro quando voce usa muitas drogas.
P.s: Ta, pra quem eu quero mentir. Eu ri MUITO do comentario desse cara. Mermao, o bicho viajou demais… hahahah

2 – Carlos Goldstein comentou no post sobre a Intercultural:

Que merda!
Processa esses cara por preconceito. Aposto que é só pq vc é maranhense!
=D

R – Hahahahaha

3 – Celso Pontes comentou:
Claudiomar
Velho, Leio teu blog direto, mas nunca comento nisso aki, mas ontem eu vi uma parada que definitivamente me forçou a comentar,
o orkut ficou fora do ar e tudo mais, eis que vejo a seguinte imagem:

vê aí que que você acha, eu achei MUITO parecido.haha
outra coisa, to sentindo falta da sessão: “buscas bizarras do google.” é hilário.
To ansioso pra ver tua ida ao Camboja.
enfim
Abraço
celsopontes@ufrj.br

R – http://www.orkut.co.in/Community.aspx?cmm=11173667

4 – Anonimo comentou em um post que escrevi a expressao: “Va ser chato assim la na cacha prego”
assim la na “cacha prego”
cara eu pensava q era caixa prego, mas fi no dicionário que é assim, valeu vc ta me ensinando portugues
R – Quando eu digo que o blog http://www.omundonumamochila.com/ tambem e’ cultura, ninguem acredita.

5 – Cynthia no post “Um maranhense, um paraibano, um elefante e uma câmera digital” comentou:

Teste

R – Testado.

P.s: Agora sou que pergunto: Cynthia, isso por um acaso e’ algum tipo de mensagem subliminar?

6 – Rodrigo comentou:

e o interessante que no site ” http://www.beaworldcitizen.com.br/novo/_br/?secao=VerTodosBlogs ” Tem o seu blog como primeiro e o título desse post

R – Hahahahaha

Índia – Quem é vivo sempre aparece. Porem, nem sempre chega…


Ontem foi um dia sofrido, brother…
Sai de Amritsar, a capital da religiao Sikh (depois explico que religiao interessantissima e’ essa) na India em direcao a McLeoa Ganj, capital do governo tibetano no exilio (que depois vou explicar direitinho o que e’ tambem).
Brother, chegamos na estacao de onibus meio dia, eu e o austriaco que esta viajando comigo. So sei que fomos pingando de estacao em estacao, de cidade em cidade. No final, depois DE NOVE HORAS DE VIAGEM, conseguimos viajar na cidade que ficava a DUZENTOS QUILOMETROS de distancia. Isso, voce leu bem NOVE HORAS DE VIAGEM para DUZENTOS QUILOMETROS. Depois fiquei me perguntando se nao teria sido mais facil ter ido correndo. Mermao, so sei que no final chegamos vivos. A parada foi tao engracada, que todos os mochileiros que estavam viajando juntos acabaram ficando amigos.
No meio do caminho, como nao tinha muito o que fazer. Resolvi, tirar uma foto pro jacare banguela.. haha.. Engracado foi explicar pros bichos o que era jacare banguela… Acabei tendo que traduzir como “alligator without teeth” hehehe
Amanha tem post novo

Presepadas em Bangkok – Introdução (Ui!)

Das inúmeras presepadas que aconteceram em Bangkok, vou contar apenas duas, as mais marcantes. Uma é a história da “Mochila Voadora” e a outra, claro, Ping Pong. Essa história do Ping-Pong tem tudo o que precisa pra poder virar um enredo de blog. Putaria, histórias engraçadas, presepadas, muita coisa dando errada etc. Prato cheio, meu amigo!
Mas, antes de tudo, para deixá-los mais situados, faz necessário que eu esclareça algo.
A StarAlliance me dá direito a apenas quinze paradas: Los Angeles – Honolulu –Seul – Hong Kong – Bangkok – Delhi – Estocolmo – Vasórvia – Istambul – Lubjana – Viena – Cairo – Zurique – Barcelona – Lisboa – Brasília), logo, eu desço em uma cidade, viajo ao redor e depois volto pra pegar o outro trecho.
Bangkok foi uma das quinze paradas da minha passagem de volta ao mundo. Desci na cidade no dia dois de maio e voltei à cidade para pegar o meu avião rumo à Índia quase dois meses depois. Bangkok foi a primeira cidade que utilizei como “base”, assim como Delhi e como ocorrerá com Vasórvia, Istambul, Cairo etc.
Mas o que é uma cidade “base”? A “base” ocorre quando há a oportunidade de deixar parte da bagagem que não tem tanta utilidade (jaquetas de frios, botas, presentes etc.) em uma cidade que obrigatoriamente deverei regressar pra poder pegar meu próximo vôo. Por exemplo, passei por vários países do Sudeste Asiático (Camboja, Indonésia, Vietnã, Malásia e Tailândia), mas apenas o trecho Hong Kong – Bangkok e o trecho Bangkok – Delhi estavam no itinerário da StarAlliance. Os outros países tive que fazer por terra e por ar bancando separadamente. Logo, Bangkok foi minha base, deu pra sacar?
Pra mais detalhes de como funciona a passagem da Staralliance visitem o site www.staraliance.com ou leiam o este post onde explico como funciona os vôos. É importante explicar, porque a história do Ping-Pong e a história da mochila voadora estão intimamente ligadas com esse vai-e-vem de Bangkok.
Gostou do post? Então curta nossa página no www.facebook.com/omundonumamochila para sempre receber atualizações.
Quer entrar em contato direto com o autor ou comprar um livro? Clique aqui e tenha acesso ao nosso formulário de contato!
Se gostou das fotos, visite e siga nosso Instagram para sempre receber fotos e causos de viagens: www.instagram.com/omundonumamochila
Quer receber as atualizações direto no seu e-mail? Cadastre-se na nossa mala direta clicando na caixa “Quero Receber” na direita do blog

O blogueiro volta à Bangkok

Do Vietnã, peguei um vôo de volta pra Bangkok. Comigo apenas uma convicção: Minha missão seria voltar pra Bangkok pra presenciar umas das mais inacreditáveis experiências já presenciadas e experimentadas (o pleonasmo foi pra dar enfase). Parafraseando Marcelo D2, em busca daquilo que seria a putaria perfeita! Chegar a um nível de putaria jamais alcançado ou sequer sonhado por um maranhense. Um pequeno passo para Claudiomar Filho, mas um grande passo para o blog “omundonumamochila”. Missão Ping Pong estava pra começar.
Assim que o avião aterrissou em Bangkok, lembrei que o aeroporto era deveras longe do local onde eu estava planejando me hospedar, longe da “Kao San Road”, a lendária rua de Bangkok aonde se concentram a maior parte dos albergues da cidade. Pensei que seria uma boa idéia procurar alguém pra poder dividir um táxi. Olhei dentro do avião o cara que tinha mais esteriótipo de mochileiro (cabelos compridos, barbas por fazer, olhar perdido no horizonte) e perguntei pro bicho se ele não tava afim de rachar um táxi pra Kao San. O bicho concordou na hora e fomos ficando amigos.
Na Kao San Road, todo dia e’ dia pra se fazer amigos. Conheci essa galera todinha por la.

Ele se chamava David, era canadense e morava na Inglaterra. O cara era gente boa e ficamos amigos de cara. Como não conseguimos achar dois quartos individuais no mesmo albergue, decidimos dividir quarto eu e ele. No começo fiquei um pouco preocupado, já que ficar na casa ou no sofá de alguém pelo couchsurfing.com é sossegado, afinal o cara tem um perfil onde você pode checar as várias referências que outras pessoas deixaram para ele e a possibilidade do perfil “matador de mochileiros” fica mais baixa. Outra coisa é você dividir quarto com um cara que você conheceu no meio da rua, como foi o caso desse bicho. Mas de boa, acabamos indo dividir. O único detalhe foi que todas as vezes que eu saí do quarto pra dar um rolê, carreguei comigo meu passaporte, meu dinheiro, meus cartões de créditos e meu PSP, logo, se ele fosse roubar algo, que levasse a cueca suja.

Cardapio na Kao San Road nem sempre e’ um dos mais comuns
Mas enfim, no final deu tudo certo.

Mochila Bumerangue

Porque eu expliquei toda essa história de cidade “base”? Então, porque essa história está intimamente ligada a isso. Expliquei para Nicknack meus planos e ele falou que seria tudo bem deixar a minha mochila na casa dele por alguns meses e quando eu voltasse à Bangkok poderia ir à casa dele, pegar minhas coisas e seguir viagem.
Tudo certo, peguei o busão e desci pra ilha de Ko Tao pra poder fazer o meu curso de mergulho. Rapaz, quando eu tou lá na ilha, a surpresa: Nicknack me liga e fala que ele não poderia mais ficar com a minha bagagem, que era pra eu voltar pra Bangkok, buscar a minha mochila e depois continuar viagem. Coisa boba, era só pegar uma viagem de 17 horas de barco, táxi e busão pra Bangkok, pegar uma mochila e depois pegar mais 17 horas de táxi, busão e barco pra poder voltar pra Ko Tao. Só ia perder uma grana e um tempo miserável, nada demais. Mermão, nessa hora eu peguei mais ar que pneu de trator. Pô, o cara tinha me falado que tava tudo bem em deixar a mochila na casa dele e três dias depois quando eu tou do outro lado da Tailândia ele me fala que não pode mais. Dizendo ele que o cara que dividia quarto, encanou por causa da mochila. Só sei que conversa daqui, conversa dali, o cara tava intrasigente, não queria nem saber se ele tinha falado pra mim que tava tudo bem ou não, mandou eu voltar pra buscar.
Desespero a parte, lembrei de uma brasileira que morava em Bangkok, fazia estágio na ONU e tinha trocado umas duas ou três palavras POR E-MAIL comigo. Como eu não tinha opção, resolvi apelar pra cara de pau:
– Alô, Thereza, tudo bom? Então, quem tá falando é o Claudiomar, aquele maranhense que trocou umas palavrinhas contigo no Couchsurfing. Olha, eu sei que você não me conhece, eu sei que eu não te conheço, mas sério, tou precisando DEMAIS de você.
Expliquei toda a história da minha vida pra ela, desde os tempos em que eu ainda era um maranhensezinho fazendo castelinho na praia da Ponta D’Areia até os tempos em que me tornei o terror da mulherada. Cara, essa mina foi um anjo, brother. Ela falou que tava tudo bem. Pegou o telefone do Nicknack, marcou um lugar com ele e foi buscar a minha mochila no outro dia. Cara, paguei pau demais pra essa mina. Eita mina arretada da moléstia, cara!
Quando voltei “tive” que ligar pra ela pra poder pegar a minha mochila de volta e, afinal, pombas, eu queria conhecer essa menina, praticamente uma “Nossa Senhora protetora das mochilas”. Liguei pra ela e marcamos de nos encontrar na Kao San Road, já que ela estava indo pra lá “fazer umas compras”. No caminho pra encontrá-la, acabei topando com o canadense no caminho e falei pra ele me acompanhar, já que ia encontrar uma brasileira e ainda por cima ela era de pele morena (mermão, como eles curtem minas de pele marrom, meu amigo!).
Encontramos com ela e começamos a trocar uma idéia. Ela estava com uma amiga colombiana e uma amiga alemã mais comprida que explicação de gago. Antes de começarmos a fazer as compras, a colombiana falou que tava com fome e pediu pra paramos em uma lanchonete pra poder comer um lanche. Fomos lá e quando cheguei à lanchonete, os preços eram absurdamente caros. Pedi licença e fui comer em um lugar mais barato. Fui ao Burger’s King. Lanchei e voltei pra lanchonete. Quando eu voltei, olha a cena: A colombiana comendo algo, o canadense com uma jarra de um litro de cerveja e uma garrafa CHEIA de Rum lustrava na mesa. Mermão, INSANO! Perguntei pra Thereza o que significava aquela garrafa e ela me falou que era caso alguém sentisse “sede”. Mermão, nessas horas minhas pernas tremeram. Eu tava numa sinuca de bico. O meu lado bom falava no meu ouvido: – “Claudiomar ,você não bebe tanto, você não vai agüentar nem a primeira garrafa de Rum. Pede um copo de leite e uma maçã.
Já o meu lado maranhense me falava: – “Você é um maranhense!! Um maranhense nunca bebe menos que uma mulher ainda mais quando ela lhe chama de frouxo em inglês e em português. Honre os seus antepassados e beba como um homem!”.
No comeco estavamos assim

Não teve jeito. No começo eu ainda vim com a desculpinha de “eu não bebo Rum” e fiquei tomando cerveja com o canadense enquanto as minas detonavam a garrafa de Rum. Quando veio a segunda garrafa e elas falaram que eu mais parecia um frouxo, tive que honrar Beckman (gente, não é David Beckham jogador de futebol, é o maranhense Beckman, cara que liderou uma revolta em 1684 e todo mundo estuda sobre ele) e peguei mais um copo.
Só sei que a noite terminou com um maranhense mais bêbado que um gambá, voltando pra casa escorado em um canadense mais louco que o Batman e dormindo onze e meia da noite.
No final estavamos assim

Saldo da noite? Três garrafas de rum, três litros de cerveja em cinco pessoas e ninguém pegou ninguém. Eu amo a Tailândia.

Recado (mas dessa vez sem video)

Galera,
Passei aqui na lan house so pra dar um recado pra voces.
Pegarei um trem agora em direcao a Delhi e depois outro em direcao a uma cidade no Norte da India. Vou fazer um Crush ‘n India fenomenal dentro de dois trens. Literalmente do extremo sul pro extremo norte. O unico detalhe e’ que isso vai me custar tres dias e duas noites dentro do trem. Logo, nao esperem posts por estes tres dias (afinal o trem nao tem internet, ne brother?). A parte boa e’ que o trem e’ algo como um “trem magico”. O trem, alem de ar condicionado, tem ELETRICIDADE!! Meu amigo, vou plugar o Todynho (meu laptop) na tomada de dentro do meu vagao (que fica do lado da minha cama) e vou fazer logo uns trinta posts de uma vez!!!
Mermao, vai ser lindo!!
Aproveitem pra colocar os posts em dia!
Pra nao deixar voces na mao, vao alguns comentarios que achei importante e outros que me fizeram rir bastante.
Abracos maranhenses

Comentarios comentados

1 – Aninha santos postou:

Não aguento mais o Claudiomar… Eu leio o blog, já devia tá bom… mas aí tem o Claudiomar no meu e-mail,( campanha Claudiomar no Jô) tem o Claudiomar no meu orkut (participe da comunidade do Claudiomar ), tem o Claudiomar no Jacaré Banguela ( segundo post!!! ) Tem o Claudiomar até quando acesso o meu msn ( “Massa o blog do Claudiomar : O mundo numa mochila…”) Afffffffff Isso sem falar na disputa pra ver quem lançou o Claudiomar, quem deu primeiro que saiu post novo, qual o blog que publica mais coisas sobre o Claudiomar… Daqui a pouco o Claudiomar vai ser eleito Governador da Paraíba, Pernambuco, Maranhão… ou então Presidente do Nordeste. kkkk Já pensou?! Vão declarar a independência do nordeste só pro Claudiomar ser o presidente kkkkkkkkkkBeijo menino, vou ficar aqui ligada ( com tanta propaganda não tem outro jeito mesmo(!) ) só esperando o próximo post.

R – Ri MUITO desse comentario. Huhaeuhae.

2 – Antonio Rebordao, amigo portugues, comentou:

Ora viva,
Segundo o que me foi dito dentro das estátuas era colocado algum metal. Esse metal durante a fundição (as estátuas são de pedra mas penso que foram feitas com moldes e pedra em ebulição) concentrava-se na cabeça porque os moldes estavam de cabeça para baixo. Os Burmeses vieram e queriam esse metal. Para isso cortavam a cabeça para mais tarde extrair o metal. Não era por uma politica de terra queimada mas sim por uma questão prática…Eu adoro Ayutthaya e a Tailândia em geral. É daqueles países a que não me canso de ir vezes sem conta. A cidade tem alguns apontamentos dignos de nota e os templos e monumentos são muito interessantes mas as ruínas de Ayutthaya são o parente pobre quando comparadas com Angkor (no Cambodja).
Abraços e que a viagem continue.
António Rebordão

R – Achei bem interessante o que o Antonio falou sobre as estatuas. Achei melhor compartilhar com os amigos. Sobre as ruinas de Ayutthaya serem algo como o “primo pobre” de Angkor, concordo plenamente. Devido a isso que resolvi postar a Tailandia antes do Camboja.

3 – Maricotinha comentou:

Além de chato, esse elefante só tem um marfim… o que aconteceu com o outro?

R – Voce brincava muito de “Onde esta o Wally” quando crianca, Maricotinha? PQP, eu fiquei quase meia hora em cima da droga do elefante e nao notei que ele so tinha um marfim. Hahaha. Acho que vou voltar la so pra perguntar. Vai ser observador bom assim la na cacha prego, minha amiga!

4 – “Anonimo” comentou no post sobre Ayutthaya:

Maranhão!

Depois deste comentário “Cara, ae, muito da hora como parece que elas vao tocar o ceu, bicho!” fiquei com uma duvida: sera que as torres eram realmente altas ou se o referencial era muito pequeno.

R – Nao vou te mentir. Ri MUITO desse comentario. Hahahahah. Tenho 1,63m mas tenho honra, ta? huaehuaehueahuaehauehea

5 – No post “Claudiomar Jean”, Anderson comentou sobre uma foto e sua legenda :
A foto e a legenda foram essas aqui:

Adorei essa foto. Os desfiladeiros, a natureza, as ondas, o mar!!!

Comentario dele:
“Cá entre nós … tá certo que a paisagem da última foto é muito linda … mas prefiro a mina que está na foto .. huahauhau
Está é uma diferença entre o maranhense e o Mineiro .. huahuahua .. brincadeira…”
R – Anderson. A diferenca entre um maranhense e o Mineiro e’ que o maranhense consegue entender a piada ironica da foto. Nuuuussss, mandei bem demais! hahahahaha. Anderson, espero que voce nao fique bravo, mas eu perco o leitor, mas nao perco a piada. hehehehe.

6 – A Cynthia do Goiás comentou:
Puxa cara, tem que te um baita espírito avetureiro pra ficar assim…pelo que percebo 99,9% são jovens…vc poderia falar mais da faixa etária desses mochileiros pra ver se eu ainda tô no pário? rs!!!
R – Nao e’ a primeira pessoa que me pergunta isso pra falar a verdade. Cynthia, geralmente a galera tem entre 20 e 28 anos. Mas ja encontrei um cara de 17 em Bali e um tiozao de 59 na Malasia. Varia bastante!

Ate daqui a uns dias, amigos.

Abracos maranhenses

Recado

Gente, não consegui copiar o vídeo diretamente aqui… O youtube ta dando pala…
Tenho um recado pra vocês… acessem o link abaixo…
Tenho que ter pressa porque faltou luz aqui na lan house e tou só no no-break.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH

Ayutthaya

Cara, Ayutthaya, foi um dos lugares que mais me fascinou em toda Tailândia. Ela é a antiga capital que falei no post atrás. Depois de uma invasão dos birmaneses (hoje Mianmar) que zoaram a geral cidade, os tailandeses resolveram construir uma outra capital, como já explicado.
Certo dia, Nicknack, o cara que me hospedou enquanto estive na Tailândia, resolveu convidar todo mundo pra poder visitar essa tal cidade. Ele convidou a mim, José (paraibano que conheci em Bangkok, aquele que aparece comendo gafanhoto comigo), uma alemã e um tailandês companheiro de quarto dele. Eu não sabia que cidade era aquela, tampouco porque era tão importante. Acabei indo só porque a maioria da galera iria. Fui, digamos, na onda. Vou te dizer, não me arrependo nenhum pouco de ter ido, viu? Depois dos templos do Camboja e de Katmandu no Nepal, foi o lugar com ruínas históricas que mais me impressionou.
– Gente, por favor, nao falem alto! Desse jeito voces vao acordar o gatinho! – acredita que a gente teve que escutar isso quando fomos pagar nossa entrada?

Pegamos um trem “local” e pagamos uma mixaria para ir nessa tal cidade. Chegando lá e, como estávamos com Nicknack, tudo acabou saindo muito barato, do restaurante ao táxi.
Alguem sabe me informar aonde fica o Mac Donald’s mais proximo?

Ayutthaya em si não há muito o que falar. As construções por si só são impressionantes. Cara, e’ muito da hora como parece que elas vao tocar o ceu, bicho! Aquelas torres sao da hora demais! A cidade é patrimônio da humanidade e realmente merece o título. Seguem as fotos:

Pra não me alongar muito, gostaria de citar apenas algo que me chamou à atenção. Em quase todas as construções havia estátuas de Buda de cabeças cortadas. Comecei a ler as placas informativas e segundo tais fontes, as cabeças foram cortadas pelos Birmaneses (hoje Mianmar) ao invadir Ayutthaya.
Uma das cabecas cortadas acabou sendo envolta por raizes de uma arvore num fenomeno muito interessante.

Quando os Birmaneses chegavam às cidades tailandesas, os bichos zoavam geral. Queimavam tudo e cortavam as cabeças dos Budas. Eles faziam aquilo que eu já explicava no post da Coréia do Sul e que era o esporte favorito dos japoneses: Queimar os templos dos outros e perturbar a paz alheia.

Budas de cabecas cortadas

Mas uma coisa me chamou ainda mais a atenção nessa história do “queima o templo deles”. Pô, se os Birmaneses eram Budistas também, porque diabos eles queimavam templos e cortavam cabeças de Budas, profanando a sua própria religião?

Beleza, ter a mesma religião não é garantia que vocês não serão inimigos, mas pelo menos o que aprendemos estudando história européia (que na escola eles chamam de “história mundial”), apesar de inimigos, os povos de mesma religião não saíam tacando o terror em igrejas alheias. Ainda que seja de outro povo, profanar as suas construções é a profanar a Deus. Imagina, se amanhã estoura uma guerra entre Maranhão e Piauí, você acha que o exército Piauiense iria derreter as paredes de ouro da Igreja da Sé do centro de Sao Luis? Acho que não… Realmente não tinha muita lógica aquilo.
Depois de quatro anos estudando Relações Internacionais, era chegada a hora de aplicar todo o vasto conhecimento adquirido! Que autor conseguiria me explicar esse fenômeno? O realista Carr? Morgenthau? O neo-realista Waltz? Adam Smith? Amado Cervo?
Devido a esta curiosidade, fui perguntar a Nicknack se ele tinha alguma explicação para aquilo. Porque os birmaneses tacavam o terror em templos, ainda que tivessem a mesma religião. Ele me explicou perfeitamente em poucas palavras:
– Eles faziam isso porque os Birmaneses são uma cambada de filhos de umas putas.
Nada como a resposta certa pra pergunta errada.




Um maranhense, um paraibano, um elefante e uma câmera digital

Galera que foi pra Ayutthaya dormindo na casa de Nicknack
Dando um rolê por Ayutthaya, Nicknack nos propôs algo interessante:
– Ei galera, vocês já andaram de elefante?
Pô, já tinha visto uma galera caminhando com elefantes no meio da rua, mas nunca tinha subido em um. Fala aí, andar de elefante deve ser uma parada da hora, né não?

Não pensamos duas vezes. Falamos com NickNack e foi todo mundo andar de elefante. Eu, o paraibano e a alemã. Cara, chegamos numa casinha de telhado quebrado e de paredes amarelas descascadas. Nicknack já chegou gritando em Tailandês e lá de dentro saiu uma mulher e uma menina com o seu bichinho de estimação na coleira. A menininha era fofa demais, tinha por volta de uns sete anos e trazia na coleira o seu singelo tigrinho. Sim, cara, enquanto no Maranhão a gente cria cachorro, gato, capivara e cotia, na Tailândia eles criam tigres! Mermão, fiquei de cara demais!!! Depois dei uma olhada no jardim de trás e pude ver mais duas criancinhas dormindo no quintal. Dois belos tigrinhos tirando uma soneca. E eu achando que eu tava sendo “hardcore” porque tinha um pastor alemão guardando minha casa.
Sim, o tigrinho ficou tentando comer a minha bermuda jeans. A melhor foto que deu pra tirar com ele foi essa.
Eu acho que eu vi um gatinho

Nicknack ficou lá negociando o preço do “Elephant trekking”. Eu e os outros dois ficamos batendo fotos com o tigrinho. Cara, Nicknack voltou de dentro da casa com más notícias. A mulher não aceitou fazer o trekking por menos de 500 baths, o que dá por volta de uns 30 reais. Não tínhamos outra opção, já que ele falou que não teve jeito de baixar o preço (cara, quando um “local” não consegue baixar o preço é porque não tem jeito mesmo). Resolvemos embarcar.
Subimos eu e o paraibano num elefante e a alemã em outro. Vou te dizer, foi uma experiência única na minha vida, viu? Andar de elefante foi algo totalmente novo e sem parâmetros a tudo que já tenha ocorrido na minha vida medíocre! Rapaz, foi uma experiência impressionante! Cara, imagina, você sentado lá em cima! No lombo de um elefante? Vendo tudo de uma visao panoramica? Imagina, meu amigo???

Imaginou?? Hein? Hein?

Eu vou descrever pra você como é um passeio de elefante! Presta atenção na riqueza dos detalhes.
Um passeio de elefante, é assim: Ele anda, anda, anda, anda. Pára pra comer um pouco, anda, anda, anda. Faz uma curva e anda, caminha, anda, caminha e… E? Tchan, Tchan, Tchan, TCHANS!!! E ANDA!
Doido, eu vou te dizer, eu NUNCA passei tanta raiva na minha vida! Cara, andar de elefante foi uma das coisas mais CHATAS e ENTEDIANTES que eu já pude ter o desprazer de fazer! Algo como uma aula de botânica sobre o ciclo reprodutor das briófitas! Sério, doido!
Cara, não tem nada demais! Você sobe no lombo do bicho, ele anda pra um lado, anda pro outro e pronto, acabou! Mas não é assim, “acabou”. Vinte e cinco minutos andando no lombo daquele bicho me custaram quinhentos baths. Eu disse QUINHENTOS! Cara, trinta reais é dinheiro que só a molesta no Brasil, agora, imagina na Tailândia? Pra vocês terem uma idéia, quinhentos baths pagam 10 refeições num restaurante “padrão”. Depois eu vou falar o que dá pra fazer com quinhentos baths aqui na Tailândia e vocês vão fazer o seu julgamento.
O pior que é isso. Você sobe no lombo do bicho todo empolgado, fica feliz que só mosquito em campo de nudismo, acha que vai ser uma coisa de outro mundo e depois de cinco minutos você enjoa e fica os outros 20 minutos pensando como você desperdiçou dinheiro pra não fazer nada! Até andar de cavalo é mais divertido, já que cavalo pelo menos é rápido e você sente o vento no rosto. Cara, sério, se um dia vocês tiverem a “oportunidade” de andar de elefante, NÃO ANDEM! Paguem pra bater uma foto em cima do pescoço do bicho e peçam pra andar 10 metros. É mais do que o suficiente pra poder se entendiar. As fotos em cima do elefante vocês podem mostram praquele “Zé povinho” que vocês não gostam e fazer inveja neles. Não esqueçam de falar que andaram por quase duas horas e foi sensacional, assim se um dia eles tiverem a “oportunidade” de andar de elefante, eles vão jogar dinheiro fora. Hehehehe.

Eu lembro que um dia eu falei que, quando crianca, costumava tomar refrigerante em saquinho plastico. A galera de Brasilia nao perdeu a chance e zoou da minha cara ate nao poder mais. Me chamaram so’ de Jeca Tatu e o Maranhao de fim de mundo. Olha so o que um dos tailandeses ficou fazendo enquanto a gente andava de elefante…
O elefante só tem um marfim!!