Servidor Público nas horas não-vagas, escritor nas vagas e mochileiro nas horas felizes. Formado em Relações Internacionais na Universidade de Brasília, Claudiomar ainda procura algo pra utilizar os seus conhecimentos adquiridos na graduação. Devido a este fato viaja e escreve análises socio-economicas sobre o Brasil e pelos locais que passa. Enquanto não viaja, destila toda a sua pseudo-intelectualidade sobre política nacional
Marcamos de nos encontrar na academia do instrutor e deu até um certo trabalho para chegar lá. Quando enfim cheguei, levei um bolo. Cheguei no meio de uma aula e fui recebido pelos alunos que me disseram que o instrutor não estava lá, que teve um pequeno problema e não pôde participar. Detalhe que eu tinha confirmado algumas horas antes com o instrutor e ele disse que tava tudo bem de eu ir lá. Se houve problema mesmo, não sei, porque até hoje ele não me disse nada, não me falou o que ocorreu.
Bem, uma pena, era uma oportunidade dele divulgar o trabalho dele. De qualquer forma bati uma foto da frente da academia ao menos para servir de registro que no Chipre também tem Capoeira apesar dele ter furado comigo de forma tão deselegante e não profissional.
Nicósia a noite. Caminho que peguei para poder chegar à AcademiaFrente da Academia
A principal atração do Chipre são suas praias de azul mediterrâneo cristalino. Porém, como eu tinha pouco tempo, acabei ficando só por Nicósia, que é no meio da ilha e não tem praias. A principal atração de Nicósia é passear por suas ruas medievais e o muro partindo a capital ao meio.
O muro é bem interessante. Você vai andando pela cidade e sabendo das diversas histórias, como a da Igreja grega que acabou sendo cortada ao meio e os seus fundos dão para a parte turca, sendo nunca mais abertos desde então.
A Igreja faz celebrações normalmente, só não abre o portão dos fundos!Como as partes próximas aos muros acabaram por ser mais abandonadas, hoje conservam as construções mais próximas do que era o Chipre anos atrás. Continuar lendo “Perambulando pelo Chipre”→
Álbum com compilação de todas as fotos postadas do Irã
Sinagoga no meio de Teerã! Essa me impressionou! Não imaginei que iria haver judeus por lá!
Ciclistas em Teerã
Iranianas cobertas das cabeças ao pés. Detalhe para a da esquerda que me olhou com uma cara não muito feliz
Parte moderna de Teerã
Cara, essa escadaria ficou muito legal!
Diz aí, esse fusca ficou legal, não?
Caminhando pelas ruas de Teerã nos deparamos com essas escultura no mínimo curiosa de uma criança com uma bola de chiclete
Eu e Mashoud
Um Porsche Cayenne em Teerã, sinal que as coisas lá estão indo bem para algumas pessoas
Trânsito insano em Teerã
É só esperar todo mundo passar…
Catedral armênia do lado de fora
Inferno
Batismo de Cristo por João Batista
Última ceia e lavagem dos pés dos apóstolos por Cristo
Todos os quartos do Irã tem essa seta apontando para que lado está Meca para que os muçulmanos possam orar virados a ela. Além disso, também tem um tapetinho de orações, como esse na minha mão
A gente andava e achava que isso eram estrelas. Acredita que isso é uma linha de pipa com luzinhas? Achei a ideia genial!
Imagem de um monarca iraniano com roupas turcas, típica da dinastia azari
À esquerda era um “quarto” para uma família de até cinco pessoas
Qnat para abastecimento de água
“Escadaria Selaron” iraniana que achei caminhando pelas ruas de lá. Compare com a do Rio de Janeiro e veja se não é igualzinha!
Rua Brasil
Parques em Teerã
Placas de milhares de ruas que foram renomeadas para homenagear os mortos na Guerra
Diferentes povos do Irão que lutaram junto aos persas
Sala climatizada
Modelo de escola bombardeada
Baazar em Teerã
Enquanto a guia estava esperando a gente bater fotos, ela também aproveitava para tirar umas dela =)
Isso é um negócio muito interessante. Como é possível ver, nessa porta há duas manoplas de ferro diferente. Se você for homem, bate na porta usando a da direita, se for mulher, usa a da esquerda. Isso é um costume persa antigo para saber se o visitante era homem ou mulher. Se fosse um homem, o homem da casa abriria a porta, se fosse uma mulher, a mulher da casa.
Túmulo de Hafez, um dos principais poetas iranianos
Várias mesquitas iranianas tinham esse mosaicos feitos de pedaços de vidro. A guia nos contou que é porque antigamente o Irã não produzia espelhos e, portanto, comprava placas de vidro da Europa. Porém, como a distância era longa, geralmente eles quebravam e se estilhaçavam no caminho. Como era um produto caro, eles davam um jeito de reaproveitar. Daí surgiu o costume de fazer mosaicos de vidro até hoje. Na minha modesta opinião, ficam é bem mais bonitos que espelhos
O cajueiro de Natal
Cenas que se pode presenciar em uma viagem de carro no Irã
Um Basij, polícia religiosa, em Abarkuh
Igreja pintada nos azulejos
Sendo pintado pelo sol
Jantar que tivemos em Shiraz. Em alguns restaurantes iranianos há essa tradição de se colocar bandeirinhas do país dos clientes
More than a million supporters of an Islamic republic assembled around Shayad (Shah Memorial) monument in Tehran in a powerful show of strength against the civilian government left behind by Shah Mohammad Reza Pahlavi, Jan. 19, 1979. Similar demonstrations were held all over the country, most of them peaceful. (AP Photo/Aristotle Saris)
Hoje o Chipre faz parte da União Europeia e, portanto, não é necessário visto para nós brasileiros.
Para entrar no Chipre, só tive problema mesmo quando os caras viram que eu estava vindo do Irã e resolveram fazer uma geral na minha mochila. Rapaz, mas desenrolaram até as minhas cuecas. Literalmente. Devem ter imaginado que eu estava carregando plutônio do Irã, só pode!
Existem diversos voos conectando a ilha à Europa e Ásia. Eu peguei um voo de Teerã para o Chipre com apenas uma escala em Atenas.
QUESTÃO TURCA NA UNIÃO EUROPEIA
Com a entrada do Chipre na União Europeia, a entrada da Turquia ficou mais complicada, pois o bloco tem umas regras bobas do tipo “não pode estar ocupando a casa de nenhum coleguinha do bloco” e é exatamente o que a Turquia está fazendo no norte do Chipre, por mais que alegue estar apenas protegendo os turcos cipriotas.
Algumas negociações de paz foram levadas em frente e o Kofi Annan, ex-Secretário-Geral da ONU, chegou a elaborar propostas de unificação novamente da ilha. Foi realizado um referendo e a parte turca do Norte aprovou massivamente a unificação. O porém foi a parte grega do Sul que rejeitou massivamente.
A visão que os gregos cipriotas parecem ter dos turcos cipriotas é o de invasores mesmo, já que eles alegam que o Chipre sempre foi dos gregos desde os primórdios e os turcos invadiram nos últimos 400 anos. Parece ser um consenso que os gregos cipriotas também querem paz, desde que os turcos possam ir embora. Assim, pela letra fria é fácil chamar alguém de invasor e só querer que você saia, mas quem invadiu a ilha não foram os turcos que hoje moram lá e que hoje vivem sem nem terem a ideia do que é a Turquia. É algo como mais ou menos você alegar que todos os descendentes de turcos e libaneses não são brasileiros, são invasores, e querer mandar metade da cidade de São Paulo de volta para o Oriente Médio (até o Temer, que é filho de libaneses. Olha aí galera do “Fora Temer”, é uma em?). É lógico que isso não faz sentido.
Porém, os gregos cipriotas realmente veem a questão do Norte como uma ocupação e isso fica claro nos museus. Você vai lendo e lá vai dizendo “Metade das peças estão nesse museu e a outra metade voltará para a Igreja original assim que a ocupação terminar e o Chipre se tornar livre novamente” ou então “esta igreja era assim, assim, assim, até o momento em que os turcos começaram a saquear tudo para venderem na Europa” como se saques e excessos não tivessem ocorrido de ambos os lados. Eles chamam a parte grega de território livre e o Norte de território ocupado.
Vasinho do lado da porta onde guardávamos a chave do apartamento =)
Galera tomando um chopp em Nicósia bem próxima ao muro que divide a cidade ao meioGatos, gatos! Há gatos por todos os lados de Nicósia!Museu da independência do Chipre
Esse é o banheiro de um casa que depois se tornou um museu. Nos quadrados pretos é possível ver os buracos de bala. Nessa casa, uma família turca foi chacinada pelos gregos cipriotas logo após a independência do Chipre frente aos ingleses. Houve excessos dos dois ladosBanheira onde a mãe da casa foi assassinada abraçada aos três filhosA casa onde ocorreu o massacre virou um museuMemorial na casa museu com as bandeiras do Chipre do Norte e da Turquia, único país que reconhece a “independência” do Chipre do Norte
Ruas de NicósiaMuro próximo a onde era o aeroporto de Nicosia que ficou abandonado dentro do muro no meio da “terra de ninguém”
Gatos!!!Gatos!!!!Estávamos batendo fotos da parte turca da ilha do Chipre quando essa menina apareceu na janela e começou a fazer poses para a câmera =)
Essa empresa é massa!
Muro que antes protegia Nicósia de invasões estrangeiras. Foi erguido pelos Venezianos 500 anos atrás
A Amazon está fazendo aniversário no Brasil. Já são quatro anos no país como loja online de livros físicos e digitais. Para celebrar a data, a empresa lançou uma promoção bastante tentadora que envolve vários dos produtos e serviços que são vendidos lá.
E é óbvio que o livro que escrevi também está em promoção. O livro digital que originalmente é vendido a R$ 7 está sendo vendido por apenas R$ 2,10. Menos do que uma passagem de ônibus =)
A promoção dura até o dia 6 de fevereiro (segunda-feira que vem) então corre que vai logo acabar. É uma ótima oportunidade para adquirir o livro e dar várias risadas. Lembrando que ele tem cinco estrelas de avaliação (a maior) na Amazon!
Para comprar é só clicar no “compre na Amazon” logo embaixo que o resto é só alegria
Alguns comentários que já recebi sobre o livro:
– Claudiomar, eu comprei o livro e deixei aqui no quarto para poder ir lendo aos poucos. Meu pai acho ele, pegou, começou a ler e não me deixou tocar o livro enquanto ele não terminasse!
– Claudiomar, fazia anos que eu não lia um livro. Confesso que comprei o seu só para te ajudar (?!?!), mas depois que eu comecei, cara, li em menos de uma semana!!
– Claudiomar, meu primo tinha comprado um livro e quando fui passar um tempo na casa dele, peguei e comecei a ler. Rapaz, não consegui parar e nem terminar a tempo! Agora vou ter que comprar um, já que não terminei a leitura e ele não quer me emprestar de jeito nenhum!
– Claudiomar, esse teu livro é daqueles que agarra a gente pela goela e só deixa a gente ficar em paz quando termina de ler!
Que logo logo eu possa escrever comemorando os 100.000 livros vendidos! Sonhar pequeno e sonhar grande dá o mesmo trabalho =)
Quando comprar, não esquece de deixar uma avaliação bem legal na Amazon, de preferência cinco estrelas =)
Bem, uma coisa é certa. O Irã é longe que é danado! O caminho de ida foi longo e o de volta seria tão tortuoso quanto. Pensei, bem, de tentar fazer essa volta um pouco menos complicada. Comecei a traçar uns trajetos e vi que daria para ir do Irã para o Chipre com apenas uma escala em Atenas. Depois, dava para pegar um voo direto de lá para Romênia, depois um voo direto da Romênia para Barcelona, dormia uma noite por lá e depois seguiria de volta para Brasília.
E assim eu cheguei ao Chipre.
Tudo o que eu conhecia do Chipre era que era uma ilha próxima à Turquia, tinha um nome bacana (era quase como “chifre”) e só.Mas não, lá tem coisa interessante sim! Tem a questão do muro!
Eu e o Muro
A gente sempre escutou falar do Muro de Berlim, um muro que foi construído do dia para a noite e dividiu a capital e principal cidade da Alemanha ao meio por décadas. Acaba que ninguém lembra que no Chipre tem um muro exatamente da mesma forma. Na capital, Nicósia, um muro separa a parte grega cipriota da parte turca cipriota.
Explico.
Os gregos foram os primeiros a colonizar a ilha do Chipre. Apesar do comando da ilha ter trocado de mãos entre os diversos povos europeus, os gregos sempre foram maioria na ilha. Até que, em 1570, os turcos otomanos conquistaram a ilha e, obviamente, começaram a colonizá-la também. Depois de quase 300 anos, os ingleses tomaram o Chipre dos otomanos e os cipriotas começaram a lutar pela anexação da ilha à Grécia (queriam ser mais ou menos como a ilha de Creta, que também é uma ilha bem grande do Mediterrâneo e hoje pertence a Grécia).
Ilha de Creta, bem próxima do Chipre e da Grécia
A Inglaterra não queria abrir mão tão facilmente de um território tão estratégico e o pau começou a comer. Depois de um tempo. Os ingleses foram embora.
Ficou de boa? Então, não! Os Cipriotas descendentes de gregos acreditavam ser os únicos donos da ilha inteira e pensaram que não seria uma má ideia se eles se livrassem dos turcos cipriotas. Daí começaram as escaramuças. Os gregos, em maior número, começaram a massacrar os turcos, que começaram a fugir de suas casas e pedir ajuda a quem podiam. Daí pediram ajuda do irmão mais velho. No caso, os turcos da Turquia.
A Turquia invadiu o norte da ilha, de maioria turca cipriota, e a anexou a seu território. Aí foi a vez dos gregos cipriotas que moravam na parte Norte fugirem para a parte sul temendo represálias dos turcos. Bala daqui, bala de lá, ninguém conseguiu tomar Nicósia, a capital da ilha, que acabou sendo dividida ao meio. Literalmente. Hoje, o muro separa a parte Norte de Nicósia, turca, da parte Sul, grega. Depois de alguns anos, o Chipre do Norte decretou independência, que só é reconhecida pela Turquia. O aeroporto de Nicósia acabou que não ficou com ninguém ficou dentro do muro, no meio da terra de ninguém.
Aeroporto de Nicosia no Google Maps
Hoje é possível passar de um lado para outro de Nicosia tranquilamente. Eles só checam o seu passaporte e é tranquilo.
E assim temos de pé o único muro existente separando uma capital do mundo.
E não é que nas barricadas tinham sacos do Brasil?!?!?Parte grega de NicosiaSe liga nos buracos de bala na zona entre os muros…
Nicósia Turca. Bandeira da Turquia e bandeira do Chipre do Norte, país cuja independência só é reconhecida pela TurquiaTravessia entre a Nicósia Grega e Turca
A revista Viagem & Turismo tem uma seção chamada “VT Responde” onde blogueiros contribuem respondendo a dúvidas de leitores sobre viagens a determinados lugares do mundo.
Estavam procurando alguém que já tivesse viajado a Goa, ex-colônia portuguesa na Índia, e acabaram chegando a meu blog devido aos posts que escrevi sobre lá. Se tiver curiosidade pode conferir clicando nos links abaixo:
Bem, pensei, já viajo para caramba, por que não aproveitar e começar a reunir dados sobre como está a capoeira no mundo? Sempre ouvi gente falando que a capoeira está em 140, 150, 160 países diferentes, mas nunca um trabalho de ir lá e visitar os grupo de capoeira fora do Brasil! Daí pensei, bem, vou começar a fazer isso. Já havia praticado capoeira na Síria e na China (clique aqui e aqui para ler as histórias), presenciado galera jogando na Polônia e em Cuba (clique aqui e aqui). Porém, o Irã foi o primeiro lugar onde realmente parei para entrevistar um instrutor de capoeira!
Comecei a fuçar pela internet e vi que havia um grupo de capoeira chamado “Me Leva” que parecia ter alguma coisa de capoeira por lá. Entrei em contato com os caras e eles me passaram o contato do instrutor de lá, o Pouya, que marcou um horário comigo. Ele me passou o endereço e fui lá encontrá-lo.
Quando desci da estação de metrô, fiquei quase uma hora e meia andando de um lado para o outro tentando achar o lugar. Cara, não tinha jeito! Era quase impossível achar. O povo na rua não falava inglês e, depois de muito tentar, um vai daqui, outro vai dali, acabou que um cara na rua me pegou pelo braço, entrou em um prédio, subiu três lances de escada comigo e eu chegava no lugar. Não havia nada indicando que no lugar praticava-se capoeira. Sequer um anúncio. Sequer um cartaz. Aquilo era estranho. Acabou que deram três toques em uma porta, que mais parecia uma entrada de esconderijo, abriram só um pouco e perguntaram quem era. Quando falei que era o Claudiomar, me deixaram entrar! Lá dentro, por detrás de paredes de espuma, os capoeiras. Roupas brancas, sorriso, jogo, mandiga, aquele ambiente festivo de um lugar capoeira. Um dos rapazes, inclusive, usava uma bandana com a bandeira do Brasil. Porém, só homens.
E fui conversar com o Pouya sobre a história dele na Capoeira.
CARA, QUE HISTÓRIA
O Pouya havia sido campeão mundial de Kickboxing e era fascinado por artes marciais, tendo estudos também em Caratê e Ninjutsu. Diz que certo dia estava procurando uma arte marcial que fosse mais acrobática e se APAIXONOU pela capoeira. Aqueles saltos, aqueles chutes, aqueles floreios, aquelas acrobacias, eram tudo que ele precisava. Procurou, procurou e procurou e viu que não havia nenhum capoeira no Irã. Ele deu o jeito dele. Há dez anos, por meio de vídeos da internet e baixando ebooks, ele mesmo foi o seu professor, um capoeirista autodidata. Continuar lendo “Capoeira pelo mundo – Capoeira no Irã”→
Esses dias recebi uma mensagem do nada no Facebook.
Era uma jornalista do portal da UOL que me questionou acerca do meu interesse em contribuir com uma reportagem do portal acerca de como melhor arrumar e empacotar a mochila antes de fazer um mochilão. Me perguntou acerca do que eu sempre carregava na mochila e o que eu achava que não podia faltar. Depois de alguns dias, estava lá a reportagem no portal da UOL. Continuar lendo “Saí no portal da UOL – Dicas sobre como arrumar a bagagem!”→
Em Teerã, dei uma checada no Couchsurfing para ver se havia algum evento bacana por lá. Qual não foi a minha surpresa em perceber que havia um cara marcando de caminharmos pela maior rua do Oriente Médio! Sim, era uma rua que conectava o Norte ao Sul de Teerã e tinha mais de 20 kms. Era o famoso passeio da rua Valsiar, caminhada que diversos iranianos tem que fazer pelo menos uma vez na vida! Quase uma peregrinação a Meca!
A rua era bacana porque passava por diversos parques e lugares turísticos de Teerã! Um convite como esse nunca se diz não ainda mais porque iria ser uma ótima oportunidade para eu conhecer e conversar com iranianos. Muitas das informações que coloquei aqui sobre a vida no Irã foram tiradas de conversas nesse dia. Até porque, bem, 20 kms de caminhada é um passeio bem longo. Começamos as nove da manhã e só fomos terminar por volta das cinco da tarde. Continuar lendo “Caminhando e cantando por 20kms na maior rua do Oriente Médio – Rua Valsiar em Teerã”→