Como chegar a Israel
Meninada do serviço militar obrigatório de Israel. Olha a cara de moleque dos meninos. TODO mundo em Israel, apto fisicamente e mentalmente deve servir ao exército. Meninos por três anos e meninas por dois anos. É cumpade, lá o negócio é meio sério…
Perambulando pelo Egito – parte 2
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| Velha Cairo |
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| Crianças em Cairo |
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Portao do mercado de Cairo construido no seculo VIII
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Vai um pedaco de costela mumificada ai?
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Fala serio, todo mundo tem uma foto dessa com um Rayban!! Essa eu tirei na fronteira com Israel!
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Depois de Arraial, de volta ao Rio de Janeiro
Arraial do Cabo – conheça o “Taiti carioca”
Bem, fim de semana retrasado fui tentar mergulhar nas praias de arraial do Cabo, uma cidadezinha próxima a Cabo Frio, no Rio de Janeiro, famosa por ser um ótimo lugar de mergulho e cheio de tartarugas. Há muito tempo que nutro o desejo de mergulhar novamente com saudades do tempo em que fazia isso na Tailândia ou apenas fazia snorkeling em praias do Sudeste Asiático e Oriente Médio.

Consegui meio que de milagre um couch lá (só tinha UMA pessoa oferecendo, isso em um dos lugares mais turísticos do Brasil) e por isso estava animado. Bem, “estava” é a palavra correta pra poder definir meu estado de espírito antes de chegar na rodoviária. Meu amigo, lá tava LOTADO de gente, mas tinha gente, GENTE, mas parecia que tavam era distribuindo farinha. Foi feriado no Rio de Janeiro na quinta feira e muita gente aproveitou pra poder emendar, além de que em Cabo Frio tava rolando o Cabo Folia, o que estava levando mais gente pra lá.

Cheguei no centro da cidade e lá já fervilhava. O pessoal tava fazendo um esquenta pra poder descer mais tarde pro Cabo Folia e por isso tava tomando umas por lá antes de descer pra Cabo Frio (de Cabo Frio pra Arraial parece que são 20 minutos de busão). Dudu também estava indo e perguntou se eu não queria acompanhá-lo. Como não tava muito na pira de sair pra encher a cara e acordar só meio dia do dia seguinte, preferi ficar por lá e dormir cedo, pra poder acordar cedo e procurar uns lugares para mergulhar. O Dudu me passou um bizú de procurar o barco dele e falar que era “amigo do Dudu” pra poder conseguir um desconto no passeio do barco. Engraçado mesmo foi só que acordei pela manhã com a trupe do Dudu chegando em casa, fazendo mó arruaça e gritando que era a “pica das galáxias”. Destaque só pra um diálogo que acabei captando entre dois namorados:
E AMANHECE EM ARRAIAL DO CABO

MERGULHANDO COM OS PAULISTANOS
Perambulando pelo Egito
Apesar de em Cairo haver pouquíssimas pessoas que podiam falar inglês, trafegar por lá era relativamente fácil. Como falei no post passado, a cidade tem um metrô (e caso você se perca nas estações nele, basta ler o post passado pra poder saber o que acontece) e, além disso, os taxistas (que por sinal cobram muito barato devido ao baixo preço do petróleo) entendem um pouco de inglês, pelo menos os números (o que dá pra você combinar o preço antes de entrar no táxi) e o lugar pra onde você está indo. Bem, isso era no geral, mas caso você pegasse um busão errado ou começasse a caminhar e não conseguisse voltar ao metrô, aí amigo, aí você tava era enrascado. Porque até você achar alguém que realmente falava inglês naquele mundaréu de árabe era complicado.
Aconteceu isso comigo uma vez, saí de casa e fui procurar a estação de metrô pra poder ir até as pirâmides. No meio das ruelas acabei me perdendo e no final não sabia pra que lado ir. Rapaz, e como deu trabalho pra poder achar essa estação de metrô. Como falei, as pessoas não entendiam nada de inglês e placas eram praticamente inexistentes. Acabou que eu saí de um lado pro outro tentando gesticular pras pessoas o que seria um metrô e nada de conseguir. No final eu olhei uma mulher loira na porta de um açougue conversando com o pessoal lá dentro. Bem, loira não podia ser outra, ou era gringa ou era parente de gringo, o que aumentava a possibilidade de poder falar inglês. Quando entrei no açougue, me deu até medo. Moscas voavam por todos os cantos, aquela sujeira, SUJEIRA! Um fedor… As paredes descascadas e o chão que, bem, mais parecia um chão de oficina! Como não fosse o bastante, um gordo, de bigode e, apesar de careca, todo peludo, com pelo saindo até do buraco da orelha e do nariz, cortando a carne que vendia e assobiando na maior normalidade. Às vezes eu costumo entender porque a expectativa de vida no Egito é tão baixa. Saudades do açougue T-Bone naquela hora…
TAXISTAS SEMPRE SÃO FILHAS DA PUTA

– Er… Obrigado, cara, mas eu não quero ir.- Mas ele falou que era bem da hora.

- Só mesmo um Alcorão para poder me defender desses taxistas
CHEGANDO ÀS PIRÂMIDES
Engraçado que quando você vê fotos das pirâmides as imagina no meio de um deserto, mais ou menos como essas duas fotos.
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Couch no Cairo
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Olha o que achei num shopping perto da casa do David
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Metrô perto do apartamento do David
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Eu e Mr. French
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Egito
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Esqueça as Nações Unidas, o futebol vai salvar o mundo!
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Rio Nilo
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Voltando à Viena
Curitiba (parte 2)
Um dos eventos que estavam programados foi um passeio ciclístico por Curitiba. Pra quem não sabe do que estou falando, Curitiba é uma cidade considerada modelo em matéria de sustentabilidade e planejamento urbanístico. Possui uma extensa rede de ciclovias e um dos mais eficientes sistemas de transporte urbano, modelo que já foi copiado por diversos países pelo mundo. O sistema RIT, como também é conhecido, é uma extensa rede de ônibus bi-articulados que cortam a cidade inteira em vias expressas só para eles. Uma inteligente solução de transporte urbano que funciona quase que como um sistema de metrô, porém com um custo ridiculamente mais barato, pois não é necessário cavar por debaixo do chão. Abaixo vão algumas fotos da parada de ônibus e do mapa do trajeto pela cidade.
No final, o passeio só acabou se iniciando mesmo por volta de meio-dia. Detalhe que eu deixei a minha bicicleta parada um tempo encostada e no final quando fui buscá-la havia um pequeno “presente” de um passarinho exatamente no banco dela. Maldita natureza!
Passamos por vários parques de Curitiba e paramos por um instante em um local chamado Ópera de Arame. O lugar é bem bonito, como vocês podem ver no verbete da Wikipedia. O mais engraçado foi que chegamos numa típica manhã de fim de semana em Curitiba, com idosos fazendo caminhadas e pais levando as crianças para um passeio. De repente chegou aquela turba enfurecida de couchsurfers de bicicleta. Os habitantes de Curitiba são conhecidos por serem pessoas meio reservadas, que não falam muito, mais ou menos como o estereótipo que temos de alemães. Aí você imagina, aquela galera, mó de boa, conversando sobre a última vez que viajou a “Parris”, tomando um chá e de repente vem aqueles malucos correndo, pulando e gritando “Chegamos a Curitibaaaaa”, “Olha gente, olha! Dá pra gente tirar uma foto que nem o Homem-Aranha!!”, “Homem-Aranhaaaa”, “Pula aí pra ver se cai!!”. Devem só ter pensando “Esses nordestinos…”
Homem Aranhaaaa!!!
Na saída ainda comprei uma cocada de maracujá que mais parecia um tijolo de construção. Rapaz, cê comia a cocada, comia, COMIA e a bicha chega não terminava. Ignorante demais a tia que vendeu a cocada. Quando eu enjoei de comer tanta cocada, saí distribuindo no final. No final ninguém agüentava mais comer aquilo e o que nos restou foi mesmo dar cocada pros pombos, se duvidar os mesmo que haviam me presenteado antes. Sim, amigo, tinha MUITA cocada!
Terminamos o passeio e, tomado pela curiosidade, resolvi visitar o Memorial Árabe que se encontrava do lado do parque em que havíamos alugado as bikes. Eu achava que lá ia ser quase como um parque temático árabe! Um museu dentro! Um restaurante de comida árabe! Ampla biblioteca sobre a cultura! Nada! Quando cheguei lá só havia uns poucos livros embaixo e no segundo andar de amplo mesmo só uma lan house vendendo internet!
Um dos dias também foi reservado para fazermos um passeio para Morretes. A cidade em si não tem muita coisa, é uma cidade pequena e histórica, que vale uns quinze minutos de passeio. O principal atrativo turístico da cidade é ir lá pra comer o famoso “Barreado”, um prato típico de influência açoriana e que é algo como um cozido de carne que fica no fogo por aproximadamente umas vinte horas (sim, não tou hiperbolizando não. São VINTE horas mesmo, pode ver no link), tempo suficiente pra desfiar toda a carne (eu hein, deixar esse tempo todinho só pra desfiar a carne? Mais fácil desfiar na faca, siô!).
Nossa chegada em Morretes foi mais ou menos como ocorreu na Ópera de Arame. Tava aquela galera pacata caminhando pela cidade, quando para aquele trem lotado de forasteiros pulando e fazendo zuada! Fomos direto ao restaurante direto comer o tal do barreado que eu insistia em chamar de “barradão”. Depois de comer o bicho que eu fui entender porque diabos o nome do prato era “barreado” ou “barradão”, como preferir. Mermão, é que depois de comer aquela parada você fica barreado o resto do dia! Rapaz, foi comer aquilo, dar uma volta de 5 minutos pela cidade e já correr direto para o busão. No caminho foi engraçado só quando um de nossos amigos, que caminhava com a gente, mandou um “nossa, essa mina vai ser mó gatinha quando crescer” pra uma mina que aparentava uns 13 anos e minutos depois o pai dela passar do nosso lado com uma cara de quem adorou o elogio pra filha dele, hahahaha.










































































