Autor: claudiomar23
Parque aquático no Vietnã – Vamos a la playa
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Outra grande solução pra quem viaja por Ho Chi Minh é beber cerveja! Cara, como a cerveja é barata, meu amigo! Se liga nessa aí!! Quarenta centavos de real um copo de chopp. INSANO!!
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Comentarios comentados
1 – O Anderson comentou:
-E ai Claudiomar, blz? Estou lendo o seu blog pela primeira vez, vim através do jacaré banguela. Estou gostando muito das suas histórias e fiquei com algumas dúvidas.
1ª Como surgiu a idéia de fazer a volta ao mundo ?
2ª Está viagem é patrocinada, ou você simplesmente caiu no mundo na cara e na coragem ??
R – Cara, resumindo: A viagem surgiu devido a um ensejo que eu tinha de fazer uma viagem logo após me formar. No começo eu estava planejando viajar para a África e ficar lá por seis meses fazendo trabalho voluntário num programa indicado por um sueco que conheci quando estava na África do Sul há dois anos atrás (pra quiser mais detalhes http://www.humana.org). Pesquisando sobre passagens, acabei chegando numa reportagem da Folhaonline que falava sobre tarifas de volta ao mundo. Comecei a namorar essa idéia e depois que descobri que poderia conseguir um visto de trabalho pros EUA no final do ano, não tive dúvidas, decidi fazer uma viagem de volta ao mundo. No começo eu tava planejando ficar só nas 15 paradas que a passagem me dá direito, sem me deslocar para outros países, pois isso iria aumentar e muito o custo. Seria uma viagem mais rápida e mais “light”. Depois que conheci o couchsurfing.com minha vida mudou completamente. Sem custos de moradia, as minhas possibilidades de viagem com custos menores se fizeram realidade, já que com a grana que eu economizaria, poderia gastar comprando mais passagens aéreas e terrestres. Logo, aqui estou, escrevendo a sessão de comentário comentados na milenar cidade de Orchha na Índia central.
Segundo ponto. A viagem ainda não é patrocinada. Meu pai me emprestou uma grana massa e também eu juntei uma grana fazendo uns bicos pelo Brasil. Os quatro meses de trabalho nos EUA também me deram um bom pé-de-meia.
2 – Meu pai perguntou:
o que aconteceu hoje? Dispararam as visitas! São 16 horas e já tem 366 visitas.
R – Isso é o que eu apelidei de “efeito banguela”. É engraçado ver a curva de acessos do site em um mês em que eu tenha aparecido no jacarebanguela.com. Vê como ficam os acessos.Essas “pontadas” são as aparições no jacarebanguela. Atente para o fato de que elas crescem absurdamente, mas depois também caem absurdamente. Essa “ascensão e queda” do blog é devido ao fato de que o endereço do blog acaba saindo da sessão principal do site, o que diminui a visibilidade do blog e faz cair o número de acessos. Mas atente também que, apesar da queda brusca, a média de acessos diários aumenta um pouco (já que novas pessoas passam a ser leitoras diárias).

Hahaha. Mas de boa, meu pai também já aprendeu a diagnosticar o “efeito banguela”.
3 – Anonimo perguntou:
eu também queria saber qual foi o motivo que fez vc se arrepender de comprar as passagens. já perguntaram isso aqui no blog milhares de vezes, não entendo pq vc sempre ignora esta pergunta 😦
R – Ok. A parada é a seguinte. Eu estava propositalmente ignorando essa pergunta porque eu estava, digamos, ficando “de bem” com a Staralliance e principalmente com a United. Após a minha desastrosa viagem pra Los Angeles (desastrosa pra mim, divertida pra vocês) eu comecei a odiar a United. Resumindo. Devido ao atraso de mais de 6 horas do meu vôo, a United me prometeu pagar um hotel quando eu chegasse em Los Angeles, pois chegaria numa cidade imensa e totalmente desconhecida pela noite e ainda teria que pegar um outro busão para Santa Bárbara. Achei que foi (e continuo achando) um grande desrespeito me prometer algo no Brasil e quando eu cheguei nos Estados Unidos, me falaram que não ia me dar porra nenhuma. Fiquei a ver navios (ou aviões, já que estava no aeroporto).
Como ia dizendo, comecei a odiar a United por causa disso. Apesar dessa sacanagem que fizeram comigo inicialmente, no decorrer da viagem a United vem me ajudando sobremaneira e até agora não tive mais problemas. Pelo contrário, a minha relação com a United vem apenas melhorando. Diria hoje que não odeio a United, mas também não amo de paixão. Hoje não mais me arrependo de ter comprado com a United.
Me arrependo sim de ter ido fazer o programa de trabalho temporário com a Intercultural, mas isso já é outra história. Vou esperar o site aumentar um pouquinho mais o número de acessos e posteriormente escrever a profunda falta de respeito que Intercultural nacional fez comigo. Tou pensando até em fazer um banner escrito “Não viaje com a Intercultural”e colocar no topo do site. Eles tão achando que eu esqueci, mas eu ainda não esqueci não, infelizmente sou uma pessoa rancorosa.
Gente, em tempo, se você for de Brasília, aconselho piamente fechar com a Intercultural de lá, as meninas de Brasília são minhas amigas da UnB, pessoas super-doces e atenciosas. Sempre que precisei de ajuda e orientações de Brasília, nunca tive problemas, pelo contrário, elas sempre se colocaram a disposição, meu problema é com a Intercultural nacional mesmo. Portanto vamos deixar em panos limpos, se você for de Brasília, feche com a Intercultural, se não for, feche com qualquer outra. Até com a CI.
4 – Mike Weiss começou me sacaneando, mas depois perguntou algo interessante:
Faaaala Garoto Cartao Postal! eheh
Seu blog é incrível, estou fechando minha RTW (inicio em outubro) e sou leitor assíduo 🙂
To fechando meu roteiro com a Oneworld, do sudeste asiatico vou fazer de Singapura a H.Kong por terra… to ferrado hein?! rs
Falando em ferrado, seus cartoes bancarios estao funcionando tranquilo aí? E o fuso horário, tá te deixando panaca??? eheheheh
se cuida aí, SORTE
R – Rapaz, o cartão de crédito aqui funciona sossegado. Tanto o meu cartão dos EUA, quanto o do meu pai tão funcionando perfeitamente bem. O único detalhezinho é que pelo sul da Ásia NINGUÉM aceita cartão, seja de débito, seja de crédito. Cara, em Bangkok você ainda acha alguns lugares que aceitam cartão de crédito, mas cidades com menos de 500.000 habitantes, eu ainda não vi. Portanto, sempre carregue dinheiro vivo. Na minha carteira, sem brincadeira, hoje tem quatro moedas: Dólar, Rúpias (Índia), Rúpias nepalesas e Baths (Tailândia). Se for viajar na Ásia lembre desse toque. Pegue uma boa quantia em dólares ou euros de dinheiro vivo e vá trocando nos países por moeda local ou então fique pagando taxas nos caixas eletrônicos toda vez que for sacar.
5 – A Adriana Jansen, ao ler o post sobre a Guerra do Vietnam, me deixou um scrap em ingles no orkut (gente chique e’ outra coisa). Como sei que muita gente nao entende ingles, vou resumir o que ela comentou.
Adriana comentou que curte le o meu blog, mas que ficou triste ao ver que eu parecia comemorar e gostar das mortes dos soldados americanos na Guerra do Vietnam. Ela perguntou se era impressao dela ou eu estava sendo anti-estadunidense. No final ela faz um pedido pra que eu seja mais cauteloso quando for escrever, porque o que eu escrevo influencia varias pessoas.
R – Adriana, certa vez, assistindo Chaves, eu aprendi que so os idiotas respondem uma pergunta com uma outra pergunta. Hoje vou dar ao luxo de ser idiota:
Os americanos, que nao tinham nada a ver com a historia, mataram diretamente mais de um milhao de pessoas e indiretamente mais uma galera, ja que os bombardeios americanos no Sudeste Asiatico contribuiram sobremaneira para a desastabilizacao da regiao. A subida ao poder do Khmer Rouge no Camboja que matou mais que 10% da populacao do pais (por volta de um milhao de pessoas mortas), assunto que vou tratar no post sobre o Camboja, conta como mortes indiretas na minha concepcao. Porque ninguem parece se importar com esse povo?
Serio, eu achei lindo eles terem pegado um pau no Vietnam e hoje “sentarem de ladinho” como falei, assim como achei lindo os franceses pegarem um pau na Argelia, os russos no Afeganistao e por ai vai. Numa guerra, dificilmente temos um lado “certo” e outro “errado”, mas nao tem ninguem que coloque na minha cabeca que ha algo mais legitimo do que o de um povo lutar pela sua independencia (como Argelia e Vietnam) ou por sua integridade territorial (como o Afeganistao). Serio, eu acho que seria muito bonitinho se todo mundo pudesse dar as maos e cantar “Imagine” do Jonh Lennon, mas isso, no contexto internacional e’ algo impossivel. Viva a brava batalha do povo vietnamita.
E ah sim, prometo ser mais cauteloso depois do seu comentario 🙂
Abracos maranhenses
Arf…
Vietnam
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Reconstituicao da francesa Catedral de Notre Drame em Ho Chi Minh
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Historia do Vietnã
Tanque americano abatido por vietnamitas. Museu da Guerra em Ho Chi Minh City
Guerra do Vietnã – entenda mais sobre

Todo esse engajamento estadunidense devia-se ao receio de ocorrer um “efeito dominó”, ou seja, se o Vietnã ficasse sobre dominação comunista, isso iria contrabalancear o frágil equílibrio de poder da região encorajando os outros paises do Sudeste Asiatico a se alinhar aos comunistas. Com o mesmo clichê de sempre “a democracia e a liberdade estão sendo ameaçadas” no Vietnã e arrogantemente confiando em todo o seu aparato bélico e poderio econômico, os EUA começaram a gradativamente despejar tropas no Vietnã. O final todo mundo já sabe. Seguindo o exemplo da França, os Estados Unidos, graças a Deus, pegaram um pau tão grande que até hoje tão sentando de ladinho. Em 1975, o mundo inteiro, chocado, acompanhava pela TV as imagens pateticas de americanos e outros estrangeiros, desesperados, sendo resgatados de helicoptero da Embaixada americana. Era o fim da guerra e mais uma potencia ocidental era vencida pelos vietnamitas.
O principal erro dos estadunidenses, deveu-se ao fato de que eles entraram numa guerra que não era deles, onde seus soldados nao entendiam porque “cabelos longos não usa mais, não toca a sua guitarra e sim, um instrumento que sempre dá, a mesma nota, Ratatá”. Os garotos acostumados a Big Mac e que “amavam os Beatles e os Rolling Stones” estavam lutando contra um povo que há gerações não sabia o significado da palavras “paz” e, além disso, lutavam por um país, por uma nação, basicamente lutavam pelo seu pedaço de chão, portanto não importaria o preço que eles iriam pagar, mas eles não sair de lá tão cedo.

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Vietnã – Tuneis de Cu Chi
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Guia do parque demonstrando como entrar no tunel
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Um maranhense sempre esta a espreita a procura do inimigo.
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Quem nunca pagou um cofrinho na vida? Se for nos tuneis de “Cu Chi” ainda.. E viva os trocadilhos infames
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Reportagem de capa no Jornal “O Estado do Maranhão”
Galera, como havia prometido há algum tempo, aí vai a reportagem que saiu no jornal maranhense “O Imparcial”. Nossa, curti demmaaaiiisss a maneira com que a reportagem foi feita! Queria deixar os agradecimentos mais do que especiais e fraternos para o Sarmatony e pro Robson que trabalharam na matéria e também pra Roseana (ou rosinha), uma amiga minha do Maranhão mais do que fofa que fez questão de escanear a reportagem lá no Maranhão e mandar diretamente no Nepal pra mim que não aguentava mais de curiosidade!!!
Acho que eu não cheguei a comentar como foi que essa reportagem começou. Algum amigo que lê o blog entrou em contato com o Sarmatony, jornalista que trabalha no Imparcial, falando sobre o blog. O Samartony gostou da idéia e entrou em contato comigo pra saber da possibilidade de conversamos pra ele fazer uma reportagem sobre isso. Até hoje não sei quem entrou em contato com o Samartony, mas fica para essa pessoa os meus mais sinceros agradecimentos. Se mais alguém quiser seguir o exemplo de nosso amigo e também entrar em contato com jornais sobre o “Zeca Camargo maranhense”, estamos aí, heheheh.
Enfim, aqui no Nepal tá MUITO complicado pra poder postar. A internet é muito longe do local que tou hospedado e pra variar ruim e cara. Mas vou ver o que posso fazer por aqui. Vou tentar fazer o post sobre o Vietnã amanhã ou depois de amanhã!!!
Abraços Maranhenses
Continuar lendo “Reportagem de capa no Jornal “O Estado do Maranhão””
Malasia
A Malásia é um país muçulmano situado no Sudeste Asiático. Juntos com os países anteriormente citados, faz parte da nova geração de tigres asiáticos também. Tem uma população de … e como moeda oficial o ring que quando eu estava por lá tinha a cotação de um dólar = 3,25 rings. Assim como a Indonésia, é um país majoritariamente muçulmano e com pena de morte pra quem trafica drogas. Brasileiros não precisam de visto pra poder ficar até 30 dias a turismo e eles tem como capital a chamorsíssima Kuala Lumpur.












