Rio de Janeiro
Eu acho que tu é que não sabes sambar muito bem …eheheh lol estou a brincar =D
Em relação a só encontrares rapazes que leem o Blog…pura coicidência. Pois também tens raparigas que o leem eheh.
Também fiquei curiosa por saber o que era aquele fogo todo =P
Beijos
R – Rapaz, rapariga é sempre algo que a gente anda procurando no Maranhão. Coisa boa demais, nesse mundo!! Agora sabendo que até rapariga já lê meu blog, agora é que a putaria desenfreada vai rolar mesmo! Hehehehehe
P.s: Brincadeirinha, gente! A menina é portuguesa. Rapariga em Portugal não tem o caráter depreciativo que tem aqui no Brasil. Rapariga por lá é basicamente o feminino de rapaz. Me lembra quando eu tava em Portugal e uma amiga minha viu uma foto de minha namorada e me falou: – Nossa, que rapariga bonita!! Tive que lembrar que estava em Portugal pra não sentar a mão nela.. uhaeuheauhaeuahe
2.1 – Anônimo comentou na nos comentários comentados:
ótimo blog! bons comentários!
postando so pela emoção de comentar os comentarios ja comentados kkk…
se ele comentar isso aqui, vai virar um comentário do comentário dos comentários ja comentados, ja pensou? e esse ciclo é infinito, nao tem vocabulo na gramatica que me segure, meu amigo!
2.2 – Rita Araújo comentou no post sobre Budapeste:
Este homem é um espetaculo eheh…não morre lá no belo do tunel (ou levaste alguma mascara de oxigénio contigo????), ensina Salsa ao povo…é muito à frente eheh
Encontraste um compatriota meu eheh, tem mesmo cara de Tuga =D, a gente nunca engana lol
Beijossss
p.s. Já estava com saudades de ler as aventuras pá! =P
R – Eu vou dominar o MUNDO!! HUA HUA HUA (Risadas Maquiavélicas!!). E sim, virou um comentário do comentário dos comentários!! Isso é uma onda sem fim, amigo!
3.1 – Anonymous perguntou no post “E mais uma noite em Bratislava”:
vc não explicou o que é aquela coisa muito louca tocando fogo na terceira foto, fiquei curioso
3.2 – E Anonymous respondeu:
O palco pegando fogo:
http://www.youtube.com/watch?v=mDoODQ_6fD8
O nome do Pub em Bratislava é Alligator
R – Rapaz, eu acho muito engraçado quando essas coisas acontecem. De um cara deixar um comentário e vir logo outro embaixo pra poder responder. Essa do Pub, do cara saber o nome do lugar e ainda postar vídeo, confesso que me deixou meio impressionado 😉
4.1 – Bruno Bononi comentou no post”Hungria”:
Bacana o layout novo do Blog. Gostei Claúdio.
Ah, e se valer uma correção, você mandou uma redundância linda no início do texto. Hungria é um país europeu situado na europa, coisa do gênero.
E como você se esqueceu do John von Neumann como grande personalidade húngara? Se não fosse por ele, este blog, ou mesmo esta viagem não teriam existido!
hehehe
Só enchendo o saco mesmo. Procurei na Wikipedia para confirmar uma outra pessoa e descobri que o Von Neumann era húngaro, sem querer querendo.
^^
http://pt.wikipedia.org/wiki/Von_neumann
4.2 – Rita Araújo respondeu no mesmo post:
O que ele disse no inicio foi que a “Hungria é um país Europeu situado na Europa Central” lool.. Está bem escrito Bruno =P
Tavas distraido a ler =P
R – Professor Pasquale ficaria orgulhoso. Vai lá, agora corrige ela, tigrão!!! Eles que inventaram a língua!! Quero ver ter argumento agora!! uhaueheauheuhae
Oh Bononi!! Mas é claro! Como pude me esquecer do grande Von Neumann!?!? Um dos caras mais importantes da história da matemática. Valeu, Bruno, por ter citado o bicho!! Como eu podia ter esquecido!!
P.s: Alguém já ouviu falar deste corno na vida? Von Neumann?? Isso parece até nome de alemão! Nunca tinha ouvido falar, hehehe!!!
5 – Diego P. Rodrigues perguntou acerca desta camisa abaixo:
R – Taílândia, meu caro 😉
6 – Rob comentou no post “Hungria”:
Claudiomar, não sei se você já comentou, mas acho que o mais difícil nessa volta ao mundo toda não foram os apertos para conseguir cama e carona, nem as viagens pau-de-arara da Indochina ou do Oriente Médio, muito menos as gafes e as situações tensas ou estressantes.
Diga lá, o pior foi viajar sozinho a maior parte do tempo! Não foi não?
Cara, até eu que sou nerd quietão e tal ficaria deprimido se não tivesse alguém para poder comentar os causos na hora (ou até para ajudar, já que duas cabeças pensam melhor que uma), mas imagine você que é um esteriótipo de brasileiro extrovertido e boa praça. Diga lá, pessoas como a coração gelado e a polaca te salvaram a vida naqueles períodos da viagem né?
R – Cara, pior que não foi problema não. Eu viajava sozinho, mas sempre que chegava numa cidade nova conhecia alguém do Couchsurfing local e aí era só alegria. Eu viajava sozinho, mas a maioria do tempo eu sempre estava cercado de uma pancada de gente. Por isso que sempre era sussa… Como você mesmo falou, a Coração Gelado e a Gosia eu conheci por causa do Couchsurfing, né? 😉
Obs: Como no post passado não deu pra eu postar imagens (já que não as havia salvo no Pen Drive), esse post vai vir com um “pouquinho” a mais de fotos… 😛

Cara, Budapeste é uma cidade impressionante. Desde o primeiro dia até o último a cidade vai lhe encantando. Até hoje nutro o desejo de voltar lá pelo menos uma outra vez.
Plaquinha em amigável frente ao túnel (Tradução: O ar do túnel é poluído! Passagem de pedestres não é recomendada!). Sim, eu o atravessei e sobrevivi!! Sou invencível!
iquei em um couch de uma húngara que sabia falar português e era apaixonada pelo Brasil. Ela havia passado um ano por aqui por um intercâmbio do Rotary Club e foi super gente boa comigo, ficando mais do que agradecida quando a presenteie com alguns discos de MPB que eu ainda tinha comigo.
As duas principais “atrações”, se é que podemos dizer assim, pra mim em Budapeste foram o Parlamento Húngaro e o Castelo de Buda.
O Parlamento Húngaro é hoje o segundo maior Parlamento europeu e segundo eu li em alguns lugares, o maior edifício da Hungria (o que eu acho que é lenda, porque até São Luís, que não pode ter prédios altos por causa de uma legislação local, tem prédios de mais de 10 andares. Não é possível que na Hungria inteira não tenha algo maior que isso). Em frente ao Parlamento Húngaro há também uma homenagem aos mártires húngaros que morreram durante a Revolução Húngara de 1956. Nessa singela homenagem, há uma placa explicitando um pouco da opinião dos húngaros acerca do comunismo. Vale a pena dar uma lidinha, pra quem sabe um pouquinho de inglês…
Falando em comunismo, em Budapeste também visitei um Museu do Genocídio, com alguns instrumentos de tortura dos tempos de Stálin, inclusive aquele velho banquinho que eu havia descrito quando escrevia sobre a Lituânia… Incrível como esses comunistas não tinham muita criatividade…
Além do Parlamento Húngaro, há também o Castelo de Buda. Como não expliquei no post passado, acho melhor explicar o porquê desse nome do castelo. O nome Budapeste provém de uma fusão de dois nomes diferentes, Buda e Peste, que eram duas cidades separadas. No século XIX, elas duas se fundiram e deram origem hoje à cidade que leva o nome de Budapeste. O Castelo de Buda fica na parte onde era a cidade de Buda e por muitos séculos foi a residência oficial da realeza húngara.
Como nem tudo na vida de quem viaja são passeios históricos, era chegada a hora de sair. Na primeira noite, o Hugo (o francês que havia conhecido em Bratislava) havia chamado uma galera pra sair e tomar uma cerveja em algum pub da cidade. Detalhe, isso era SEGUNDA FEIRA. Eu fiquei meio que no receio, achava que ninguém ia aparecer. Que nada, brother!! Qual não foi a minha surpresa quando umas dez pessoas chegaram a passar por lá pra poder tomar uma cerveja com a gente.
Claudiomar, “o dançador de salsa” do Brasil…
Na outra noite fomos para um boteco encontrar com uma galera do couchsurfing de Budapeste. Tinha algumas mesas de totó e um som underground rolando que era bem legal. A única coisa que me chamou a atenção durante a balada foi que teve uma hora que eu tava tomando uma cerveja com um galera e senti uma coisa peluda roçando na minha perna. Isso dentro de uma balada. Fiquei meio curioso e quando fui ver era um CACHORRO (ou melhor, uma cachorra, como depois fui descobrir) debaixo da minha cadeira. Depois de um tempo observando que eu fui descobrir que ela era de um português que tava por lá. Rapaz, o cara gostava tanto dessa cachorra que andava com ela pra cima e pra baixo o dia inteiro. Pra onde ele ia, ele levava essa cachorra, nem que fosse pra uma balada. O bicho era gente boa demais e foi legal encontrar alguém pra poder falar um pouco de português.
A Hungria é um país europeu situado na Europa Central e que faz fronteira com diversos países tais como Áustria, Eslováquia, Romênia, Ucrânia, Sérvia, Croácia e Eslovênia. Possui uma área de mais ou menos o tamanho do estado de Santa Catarina e uma população de 10 milhões de habitantes.
Durantes alguns anos, a Hungria foi um dos mais importantes e poderosos países europeus. Por um tempo compôs com a Áustria o gigantesco Império Austro-Húngaro e dominou grande parte da Europa Central e os Bálcãs. Mas, como nem todo mundo sempre faz escolhas certas, com a Hungria não poderia ser diferente. Duas guerras mundiais lutando do lado dos que foram posteriormente derrotados, fizeram com que um Império, que se extendia por toda a Europa, no final virasse um país do tamanho do Estado de Santa Catarina. Certa vez, conversando com um húngaro, quando viajava pela Tailândia, o bicho me falou que nunca tinha visto país tão azarado ou imbecil como a Hungria, já que todo país entra numa guerra pra sair melhor, só a Hungria que conseguia perder quase que 80% do território em menos de 40 anos.
Pois é. A Hungria foi do céu ao inferno depois das grandes guerras mundiais. De país imperialista com países satélites e coisas assim, a Hungria passou a país dominado e colônia de fato da União Soviética. Durante a dominação comunista, os húngaros puderam sentir o “sabor” de viver sobre o regime de Stálin e até tentaram lutar por alguma liberdade depois da morte do grande tirano, mas infelizmente foram massacrados. Depois de 1991, com o esfacelamento da União Soviética, tornou-se um país independente de fato e em 2004 ingressou formalmente na União Européia, apesar de ainda não possuir o Euro como moeda oficial.
Entre os húngaros ilustres que posso lembrar, acho que o mais famoso hoje em dia é o George Soros , mega-investidor (ou mega-especulador, como preferir) húngaro, voz atuante nos fóruns econômicos mundiais e a perfeita personificação do diabo para a esquerda. Além de Soros, é húngaro também o inventor da caneta esferográfica e o inventor do cubo mágico ou cubo de Rubik.
A Hungria durante o começo do século XX foi considerada uma potência no futebol em grande parte devido ao maior herói húngaro, o falecido jogador de futebol Ferenc Puskás, um dos melhores jogadores de futebol que já existiram. A Hungria detém o recorde de medalhas de ouro olímpico no futebol (Foi campeã três vezes: 1952, 1964 e 1968. O Brasil nunca ganhou uma medalha de ouro em Olimpíadas, bom lembrar) e o recorde das duas maiores goleadas em Copas do Mundo (10X0 sobre El Salvador e 9X0 sobre a Coréia do Sul). A Hungria é famosa também por ser uma potência no pólo aquático, Deus sabe porque, já que lá faz um frio miserável. Eu não sei quem é o louco que gosta de treinar em uma piscina por lá.
A sua capital é Budapeste e foi, sem sombra de dúvidas, a cidade mais bonita que eu visitei quando estive na Europa. Budapeste foi amor a primeira vista. Cara, como eu tinha prazer em ficar caminhando por aquelas ruas da cidade. Passei lá três dias e foram três saindo cedo de casa e só voltando a noite. Eu ficava passeando pela cidade sem fazer nada. Só admirando as suas vielas e as suas construções. Cara, que experiência agradável, viu? Até hoje nutro a vontade de voltar pra lá nem que seja pra poder só ficar zanzando de um lado pra outro novamente. Budapeste é também famosa devido à novela homônima de Chico Buarque, livro que até virou um filme. Se eu vi o filme? Vi sim! O que achei? Bem, acho que Chico Buarque compõe músicas muito bem. É o máximo que posso falar…






A Eslováquia é um país membro da União Européia e quando eu viajava por lá a sua moeda era a coroa eslovaca. Hoje a Eslováquia faz parte da zona do Euro e conseqüentemente a sua moeda corrente já é a mesma da União Européia. Hoje o país possui uma das menores taxas de desemprego da Europa (No passado era de quase 20%, hoje é de mais ou menos 8%. Só para ilustrar, a taxa de desemprego da Espanha é de 19%). Crescimento da Economia? Poderia até ser, já que o país, antes da crise, possuía taxas de crescimento próximas às chinesas, o que é uma raridade, pois na zona do Euro dificilmente um país cresce a 5%. Mas não, não é por causa da taxa de crescimento. Um dos principais motivos que levaram a uma queda tão abrupta da taxa de desemprego do país foi que grande parte da população eslovaca, buscando melhores oportunidades de emprego e salário, emigrou do país quando ele começou a fazer parte da Zona do Euro.



1) Contra comentou/perguntou no post sobre Roma:
Nossa, andar de moto ess adistância toda??
Isso que é pique…
E pdoe ter certeza, a idéia de ir caminhando, já deve ter sido cogitada.Já já você encontra alguém huahua.
E po Claudiomar, não me respondeu uma pergunta que fiz la nos posts do Líbano.
Você sofreu algum tipo de discriminação ou agressão pro parte de nacionalistas/neo nazistas em algum momento da viagem??
R – Cara, foi mal por não ter respondido a tua mensagem antes. Algumas pessoas fazem perguntas, eu deixo pra responder depois, embola tudo e no final acaba que eu esqueço de comentar umas perguntas por aí. Foi por isso.
Mas então, “Contra”, respondendo sua pergunta. Cara, eu não cheguei a sofrer qualquer tipo de problemas com neonazistas quando estava viajando não. Pra falar a verdade eu não lembro é nem de ter visto algum deles por todos os países que viajava. Indo mais longe ainda, acho que a única vez que realmente lembro de ter visto alguns caras metidos a skinheads, neo-nazistas ou algo assim na minha vida foi uma vez quando estava numa praia no Maranhão e começou a passar uma parada gay por lá. Lembro que a gente ficou assistindo a parada (velho, é algo bem engraçado) e depois de um tempo apareceram uns caras, que eu não tenho A MÍNIMA IDEIA de onde, com umas roupas cheias de espinhos, cabelos raspados e começaram a seguir a parada de uma maneira meio provocativa, mas nada ocorreu. Isso foi uma ÚNICA vez, no MARANHÃO, que eu vi algo parecido e depois nunca mais. Eu achei até engraçado isso. Viajei pela Europa, pela Alemanha e nunca me senti um dedo ameaçado, mas no Maranhão essas figuras me aparecem. Não sei, acho que a mídia meio que exagera demais acerca dessas paradas de neo-nazistas na Europa. Uns três ou quatro malucos resolvem fazer uma passeata ou algo assim, os holofotes caem em cima deles e lá vai a gente ficar com medo. Neonazistas tem em todo canto, até em Israel, dá só uma olhada nessa reportagem aqui. Eu acho que é por isso que algumas pessoas tem algum receio. O único país que eu ouvi falar que parece que você precisa ter cuidado quando viaja é a Rússia, principalmente Moscou, mas isso eu só ouvi falar.
2) @Ronaldo_Castor comentou no post de “Florença” sobre o fato de eu ter preferido ir dormir do que descer pra ir ver uma mulher que estava embaixo do prédio e que provavelmente queria me dar uns pegas:
Maranhão… não necessariamente nesta ordem:
1º – a mulher do cara do absinto (até compreensível);
2º – a “lésbica” que viajava com você;
3º – Espanhola dando moral e vc não desce…
Sei não… acho que o tal do guaraná jesus ta virando fanta mesmo
hehehehe
Abraço
Rapa… teu histórico com a mulherada na viagem ta afro-brasileiro…
DORMIR? mulher no ponto, so pra vc correr pro abraço e tu QUER dormir? eh pra kbar… ehui aeh aeiuhaeiaeh
R – Cara, eu vivo dizendo que o fato de eu escrever sobre as minhas “não-pegadas” na Europa vão acabar me rendendo fama de baitola aqui por esse blog. Essa galera não perdoa mesmo. Mas enfim, eu falei e repito, eu não me arrependo nem um pouco de ter deixado de ir lá embaixo pra poder ficar com a mulher. No outro dia estava bem disposto em Veneza e foi super da hora! Se pudesse faria de novo! E pode me chamar de viado o tanto que quiser, hahahaha.
3) Laíse has left a new comment on your post “Encontros inusitados“:
Eu sou menina e já faz um bom tempo que eu leio seu blog 😀 se a gente se esbarrar por aí pode ter certeza que eu tiro foto contigo hehehe, aproveitando que é o meu 1º comentário aqui posso te perguntar se foi difícil largar o teu emprego pra começar a viajar?? porque agora eu to parada mas talvez essa semana eu já comece a trabalhar numa empresa onde eu tenho chance de progredir…mas assim como vc eu tenho esse sonho de volta ao mundo, então uma hora eu vou ter que escolher…eu sei que emprego publico da pra ficar afastado por 2 anos mas privado no way…
Que conselho vc me daria??
Abraços Gaúchos pra ti 😀
R – Olha só, rapaz! Não é que mulher também lê esse blog aqui? Então, Laíse, você não deixou muitas informações acerca de você, mas presumo que você seja uma pessoa jovem. Laíse, você nem trabalhando está e está com receio de sair viajando por aí? Ãhn? Como assim!?!?!?? Sério, essa é a hora perfeita pra você botar a mochila nas costas e sair por aí viajando. Se não for agora vai ser quando? Quando você tiver casada? Com filhos? Quando estiver idosa? Acho que às vezes a gente fica postergando as coisas que queremos fazer por um receio que nem sabemos qual e quando vemos, a vida já passou. É sempre bom lembrar que a vida não é tão longa e cada dia que passa você adquire mais responsabilidades. Vai, viaja! Quando você voltar você consegue outro emprego! Você vai ter uma experiência de vida impressionante além de que vai voltar falando um inglês rasgado, o que é muito valorizado num país que é MUITO difícil achar alguém que fale uma segunda língua. Eu não pensaria duas vezes se fosse você. Quando chegar, você vai ficar um pouco na merda, como eu fiquei, mas vê que depois você estabiliza sua vida novamente e já vai querer voltar a viajar 🙂
4) Marcos has left a new comment on your post “Áustria“:
Tinha que ser um nordestino mesmo para não achar nada demais em Viena.
4.1) Bruno Bononi has left a new comment on your post “Áustria“:
Só uma pequena correção aí caro Maranhão.
O Beethoven (Estou falando desse homem aqui http://en.wikipedia.org/wiki/Ludwig_van_Beethoven ) nasceu na Alemanha. Atual cidade de Bonn, que por sinal foi capital da Alemanha Ocidental durante a Guerra Fria.
A época do nascimento, pelo que li, lá era o Sacro império Germânico.
No mais, puta merda, falar que Viena é só mais uma cidade européia é mesmo foda. Teu negócio é mesmo um burrico, um canguru apaixonado. Ou mesmo um indiano bem bigodudo.
hehehe =P
Abração
R – Cara, esse post eu achei até engraçado. Tiveram três comentários e os três foram só pra me xingar pelo o que eu falei de Viena. De eu não ter gostado de lá e não ter achado nada demais. Eu vi que todo mundo me xingou e o caramba, mas ninguém acabou falando o que de tão fantástico tem por lá. Ainda fico esperando o que há pra um mochileiro fazer de tão interessante naquela cidade. Ir a cafés? Óperas? Balés? Desfiles de Moda? Museus de Arte Moderna? Ah, pera lá, cara! Viena pode até ter um outro prédio legalzinho pra se bater uma foto, mas nada que se compara com os outros locais que eu passei e que já postei no blog. Viena tem show de ping-pong? Tem construções milenares? Tem uma pirâmide no meio da cidade como em Cairo no Egito? Dá pra mergulhar no meio de recifes como em Ko Tao na Tailândia? Tem visões de perder o fôlego como em Bali? O que diabos tem nessa cidade que valeria eu pagar uma passagem de avião direto do Brasil pra lá pra poder passar uma semana? Não tou falando que não vale a pena visitar. Se você tiver ali pelo caminho, vale até dar uma passada, mas mudar todo o roteiro como eu fiz pra poder viajar a Bali ou faria pra viajar a Dubai aí já é demais, né? Por essas e outras que eu falo, Viena pra mim é só mais uma capital européia. Bate uma foto de uma igreja gigantesca aqui, um ou outro palácio ali e segue, próxima cidade. Nada que me faria suspirar ou ter planos de voltar pra lá um outro dia.
E sim… Eu confundi Mozart com Beethoven. Mozart que é austríaco… Falha nossa! 🙂