Saindo de Munique…
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| Caminho que deveríamos seguir até Praga |
TECLA Play
Munique
Conseguindo um lugar para ficar em Munique
Pegamos nosso metrô em direção à estação que havia sido combinada anteriormente. Chegamos lá e ficamos esperando pelo nosso host que até aquele momento não conhecíamos nem o rosto.
Quando começamos a conversar, ele nos falou que era necessário que nós inventássemos uma história pra que ele pudesse nos levar para o apartamento dele. Por quê? Bem, segue a história:
Sério, o cara era bem mais PIRADO do que eu imaginava!! Não é que ele era folgado ao ponto de levar dois malucos pra dormir na casa dele!! O cara chegou ao ponto de já NO PRIMEIRO DIA morando DE FAVOR levar dois mochileiros perdidos pra poder ficar no apartamento QUE NÃO É DELE. Mas de boa, gente, pensem que os alemães são famosos por ser pessoas bem flexíveis e extrovertidas (sim, eu tou sendo irônico!). Mas vamos lá, fomos indo pra casa dele e no caminho, conversando:
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– Tá, blz. Você vai nos levar para o apartamento de alguns malucos que você NUNCA viu na vida e nos enfiar lá dentro, certo?
E lá fomos nós pro apartamento do maluco…
Recado pra galera….
Free Hugs em Praga
E onde vamos ficar em Munique?
Beleza, ficar chorando é que não ia resolver nada. Chegamos ao apê do Robin, que realmente não tinha espaço pra colocar um colchão nem no banheiro, e começamos a mandar pedidos desesperadamente pro máximo de pessoas que podíamos!! Postamos na comunidade de Munique pedindo ajuda pra qualquer pessoa que fosse pra poder nos hospedar pelo menos por uma noite. Por meio de uma ferramenta do site, que você pode selecionar apenas os perfis que estão online (ou seja, as pessoas que naquele EXATO momento estão checando suas caixas de mensagens do Couchsurfing), nós começamos a mandar e-mails. E foram essas mesmas que nós começamos a, desesperadamente, mandar pedidos a torto e direito.
Munique

| Foto do terrorista Afif Ahmed Hamid, uma das fotos mais famosas do “Massacre de Munique” |



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| Sede da BWM |
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| Parque Olímpico de Munique |
Mas, sem sombra de dúvidas, o que faz valer uma visita a Munique é a famosa Oktoberfest, que ocorreu uma semana após sairmos da cidade 😦
A caminho de Munique
“…Rapaz, vocês falando de mulheres aí me lembraram de uma história meio estranha que ocorreu comigo. Eu tava um dia a noite com uns amigos em um Pub e dei uma saída pro banheiro. No caminho um brother meu me parou e disse que uma mulher o havia abordado falando que tinha me achando um gato. Achei que fosse sacanagem. Quando eu voltei pra mesa, tava todo mundo lá sentado e vi que tinha uma mina lá que eu não conhecia, percebi na hora que era a mina que meu amigo tinha me falado. Beleza, fiquei de boa e fui sentar. Quando eu sentei, do nada, todo mundo levantou da mesa, foi embora e me deixou sozinha com a mina. Ficou aquela situação meio estranha, mas de boa, fui trocar uma idéia com a mulher. Rapaz, a mulher não deixou eu falar nem duas palavras, já foi me agarrando pela nuca e me tascou um beijão. Enquanto ela beijava deu pra sentir aquele cheiro de cachaça, a mina tava mais bêbada que um gambá. Enquanto ela me agarrava, eu meio que dei uma empurrada nela e falei: – “Ow, pega leve aí!! Não é assim que é essas coisas não!! Funciona assim, óh: Você compra uma caneca de cerveja, a gente conversa, você manda uma cantada só e depois você me agarra pelo cangote, não é assim do nada não, meu!! Faz o seguinte, eu vou comprar uma cerveja pra você, daí a gente conversa e vê como fica nossa situação”. Tá, eu sou um cara meio fresco mesmo. Logicamente que não adiantou, eu trouxe uma caneca pra ela, a mina me agarrou de novo, não queria nem conversa, ainda piorou porque ela ficou mais bêbada ainda com a cerveja que eu trouxe. Vendo que não havia outra opção, fiquei lá com ela, já que meus amigos tinham ido embora. Depois de um tempo, deu vontade de ir pra casa e aí eu vi que estava com um problemaço, a mina havia me falado que todas as amigas dela já tinham ido embora e ela não tinha como voltar pra casa. Numa situação normal eu adoraria “ter um problema desses”, uma mina pra levar pra casa, mas pô, brother, a mina tava mais bêbada que um gambá, eu sabia que ia me dar trabalho quando chegasse em casa, vomitando ou algo assim. Enfim, eu “tive” que levá-la pra minha casa, não tinha outra escolha. Chegamos em casa e eu falei que ela podia ir dormir no sofá. Na hora que eu passei pela porta, a mina fechou a porta com as costas, me jogou na parede e começou a me agarrar loucamente. Putz, como fedia aquele bafo de cachaça dela, era realmente brochante. Eu meio que tentei me desfazer daquelas verdadeiras “ventosas” dela, mas a mina tava louca DEMAIS!! Depois de um tempo, ela deu uma “pernada dupla” em mim e me jogou no chão. Cara, eu não sei como ela fez aquilo, mas ela já tava pelada!!! O que eu fiz? Galera, a partir daqui eu vou escrever em inglês. Um dos motivos é que eu acho que fica BEM mais engraçada essa história contada em inglês. Abaixo eu coloco a tradução em português
Tecla PLAY
So, what did I do? Dude, you know, really, I´m just a HUMAN BEING!! I couldn´t fight against her!! After some time of, you know, “love” she started to be really mad. She started to get my neck and pushed my neck and was shouting in my ears: “- Fuck me! FUCK ME, YOUR ASSHOLE!!”. Dude, she was crazy!! Really, man, it wasn´t sexy anymore, that words were simply pornographic!!
(O que eu fiz? Bem, cara, você sabe, eu sou apenas UM SER HUMANO!! Eu não pude lutar contra ela!! Depois de algum tempo de, você sabe, “amor”, ela começou a ficar realmente louca. Ela começou a agarrar o meu pescoço e puxar a minha cabeça enquanto gritava no meu ouvido: “ME COME!! ME COME, SEU CUZÃO!!”. Cara, sério, a mina era realmente louca!! Aquilo não era mais sexy, aquilo descambou foi pro ponográfico mesmo!!).
Comentários Comentados
1 – Paulistana has left a new comment on your post “Plano Infalível”:
hauahauahuahauah ri muito!que saudades que estava desse blog!
voltei com tempo agora pra reler tudo que perdi até aqui 😉
R – Uau, a Paulistana voltando a comentar aqui?? Rapaz, mas você tava sumida, héin? Fazia tempo que não via seus comentários. Tava presa?
2 – Anonymouscomentou no post “Plano Infalível”:
Vc quase mostrou no xilindró aos tchecos fogosos o que é ser um latin lover maranhense…kkkkk
3 – Outro Anonymous também comentou no post “Plano Infalível”:
“kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…., o kara fez, com e vc e com a polaquinha, o que o ‘kanguru fez’ na autralia “
corrigindo 😉
kkkkkk
R – Hehehehe… Cara, eu fico impressionado como todo os posts que eu escrevo aqui a galera leva logo por trás. Até num post que não aconteceu NADA em que eu NÃO fui preso, o pessoal achar de me zoar!! Impressionante como o pessoal parece ter um fetiche em duvidar da minha masculinidade. Eu, héin! Ôw, galera, sério, sinceramente, vocês acham que o Guaraná Jesus aqui é Fanta?
4 – Gerardstone perguntou:
Só faltou o Japão maranhense da peste. Sou maranhense e moro em Yokohama, querendo estadia e dicas de como funciona esse país maravilhoso, já está convidado…..
Obs: Porque não conseguio entrar quando passou aqui?
R – Cara, foi uma história interessante. Eu REALMENTE queria ir pro Japão. Tanto que o primeiro trecho de volta ao mundo que eu havia comprado havia sido …Havaí – Tóquio – Kyoto – Pequim etc… Mas, infelizmente, descobri que é um baile pra poder tirar visto de turismo pro Japão sendo brasileiro (brasileiros são um verdadeiro problema no Japão). O Japão era o único país, em todo meu trecho, que eu havia colocado duas paradas. Quando estava nos Estados Unidos, liguei na embaixada do Japão e perguntei se eu poderia aplicar pro visto por lá. Olha a resposta que eles me deram:
– Claro que pode. Basta apenas você trazer o documento de residência permanente nos EUA. Dá pra acreditar nisso?
Brasileiros não podem aplicar pra vistos de turistas pro Japão se não estiverem no Brasil. Sério, fiquei impressionado quando soube disso. Depois de saber dessa bela surpresa, eu tive que pagar uma singela multinha de 125 dólares por estar mudando o trecho da minha passagem. Foi triste isso 😦
5 – luctobar perguntou:
Cara, só uma curiosidade: vc mantem contato com a maioria do povo que vc conheceu nas viagens, como a Gosia por exemplo??
R – Cara, com certeza! O Couchsurfing, pros menos situados, é parecido com o Orkut. Você tem um perfil e tudo mais. Logo, eu tenho o contato de toda e qualquer pessoa que me hospedou enquanto estive viajando. Sério, doido, seria muito ruim se eu não pudesse fazer isso. Conheci muita gente legal enquanto estive viajando, seria uma grande perda não poder conversar com essa galera hoje em dia.
Enfim, galera, vou indo embora!! Vou ver se amanhã consigo postar sobre a viagem Praga-Munique.
Abraços maranhenses
























